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Captain_Benevolent_Fair

Sugestões de Navios Chilenos e Mexicanos

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Supertester
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Olá novamente, senhoras e senhores. Hoje lhes trago um tópico sobre navios Chilenos e Mexicanos que podem ser adicionados ao jogo como forma de introduzir ambas as marinhas, dado o interesse do @Maredraco nessas duas em especial. Selecionei 5 possíveis opções para o Chile, e 2 para o México, todos navios de níveis baixos (II-IV). Também irei abordar outras possibilidades para essas nações em níveis mais altos, que poderiam ser adicionadas sem entrar em conflito com as futuras linhas Pan-Americanas. Espero que gostem.

Começaremos pelo Chile:

Spoiler

Sendo uma das maiores marinhas Pan-Americanas, obviamente o Chile tem uma boa variedade de opções. A primeira que lhes apresento são os contratorpedeiros da classe Almirante Lynch. Essa classe única foi construída especificamente para o Chile pelos Britânicos, com 6 navios sendo encomendados (Alm. Lynch, Alm. Condell, Alm. Simpson, Alm. Goñi, Alm. Williams, e Alm. Riveros). Desses, apenas dois navios foram entregues antes da 1ª G.M. (Lynch e Condell), os outros quatro foram comprados pelos Britânicos como navios da classe Faulknor (HMS Faulknor, HMS Broke, HMS Botha, e HMS Tipperary), servindo ao longo da guerra com um deles - HMS Tipperary - Sendo afundado na Batalha da Jutlândia. Em 1920, os três navios sobreviventes da classe Faulknor foram devolvidos para o Chile, com seus nomes sendo novamente alterados. Os navios da classe que serviram com a Marinha Real Britânica foram modificados ao longo da Grande Guerra, trocando quatro dos seis canhões de 102mm por um par de canhões de 120mm.

Visto que ambas as versões são navios totalmente originais, que não se assemelham à nenhum navio atualmente no jogo, qualquer versão poderia ser escolhida para ser o navio de introdução do Chile ao jogo, porém a versão modificada pelos Britânicos seria menos forte que a versão original encomendada pelo Chile. Portanto, optei por apresentar como essa versão (representada pelos navios Alm. Lynch e Alm. Condell) poderia se encaixar no jogo como um contratorpedeiro do nível III:

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Contratorpedeiro Pan-Americano Almirante Condell, Nível III

Pontos de energia -- 9900. Blindagem -- 6 mm

Bateria principal -- 6x1 102 mm. Alcance máximo -- 9.7 km. Dano máximo do HE -- 1500.
Chance de causar incêndio -- 6%. Velocidade inicial do HE -- 811 m/s. Dano máximo do AP -- 1800.
Velocidade inicial do AP -- 811 m/s. Tempo de recarga -- 5.5 s. Tempo de virada de 180º -- 18.0 s. Dispersão máxima -- 89 m.
Sigma -- 2.00.

Tubos de torpedo -- 2x2 533 mm. Dano máximo -- 10000. Alcance -- 6.0 km. Velocidade -- 53 nós. Tempo de recarga -- 45 s.
Tempo de virada de 180º -- 7.2 s. Detectabilidade do torpedo -- 1.1 km.

Defesa AA: 2x1 40.0 mm.

Defesa AA de médio alcance: dano contínuo por segundo — 25, probabilidade de acerto — 100 %, zona de ação 0.1–2.5 km;

Velocidade máxima -- 31.0 nós. Raio do círculo de curva -- 530 m. Tempo de virada de leme -- 3.3 s. Detecção pelo mar -- 6.2 km.
Detecção pelo ar -- 2.5 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 2.0 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

2 slot -- Gerador de Fumaça [Tempo de ação: 20 s; Tempo de dispersão: 69 s; Tempo de recarga 160 s; Número de consumíveis 3]

3 slot -- Impulso do Motor [Tempo de ação 120 s; Velocidade máxima +8%; Tempo de Recarga 120 s; Número de consumíveis 3]

Note que, apesar do navio possuir 6 canhões principais (bem mais do que qualquer outro DD do nível), a organização dos canhões só permite que 4 possam ser usados de uma vez, tornando o poder de fogo do navio bem similar ao do Valkyrie, e o mesmo pode ser dito sobre os torpedos do navio. Como o objetivo desses navios não é introduzir nenhum traço nacional, seus consumíveis são o padrão básico de qualquer DD, mas visto que esse navio é de origem Britânica e é bem comparável ao Valkyrie em performance, faria sentido que ele pudesse lançar os torpedos individualmente, como já é o caso com o Juruá.

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O próximo navio da lista são os contratorpedeiros da classe Serrano, construída pelos Britânicos para o Chile entre 1927 e 1929. Esses navios foram construídos conforme os padrões de outros DDs Britânicos (como os da classe V e W), mas com algumas modificações, a principal sendo a remoção de um dos canhões para abrir espaço para a inclusão de equipamentos para caçar/lançar minas. Seis navios foram construídos (Serrano, Orella, Hyatt, Aldea, Videla e Riquelme). Devido à neutralidade do Chile durante a 2ª G.M., os navios da classe Serrano não tiveram uma carreira muito interessante. Mesmo assim, a classe se encaixaria perfeitamente no nível IV:

Spoiler

Contratorpedeiro Pan-Americano Hyatt, Nível IV

Pontos de energia -- 10000. Blindagem -- 10 mm

Bateria principal -- 3x1 120 mm. Alcance máximo -- 9.8 km. Dano máximo do PE -- 1700.
Chance de causar incêndio -- 8%. Velocidade inicial do PE -- 808 m/s. Dano máximo do PP -- 2100.
Velocidade inicial do PP -- 808 m/s. Tempo de recarga -- 6.0 s. Tempo de virada de 180º -- 18.0 s. Dispersão máxima -- 89 m.
Sigma -- 2.00.

Tubos de torpedo -- 2x3 533 mm. Dano máximo -- 10000. Alcance -- 7.0 km. Velocidade -- 53 nós. Tempo de recarga -- 68 s.
Tempo de virada de 180º -- 7.2 s. Detectabilidade do torpedo -- 1.1 km.

Defesa AA: 1x1 76.2 mm.

Defesa AA de médio alcance: dano contínuo por segundo — 4, probabilidade de acerto — 100 %, zona de ação 0.1–3.0 km;

Velocidade máxima -- 35.0 nós. Raio do círculo de curva -- 500 m. Tempo de virada de leme -- 3.6 s. Detecção pelo mar -- 6.3 km.
Detecção pelo ar -- 2.3 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 2.3 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

2 slot -- Gerador de Fumaça [Tempo de ação: 20 s; Tempo de dispersão: 73 s; Tempo de recarga 160 s; Número de consumíveis 3]

3 slot -- Impulso do Motor [Tempo de ação 120 s; Velocidade máxima +8%; Tempo de Recarga 120 s; Número de consumíveis 3]

Como DD nível IV, o navio possui um poder de fogo baixo, mas tem bons torpedos com alcance acima da média, permitindo que ele atue como um torpedeiro efetivo. Vale notar que os navios da classe Serrano eram bem similares aos da classe W (representada no jogo atualmente pelo Wakeful), então também seria possível criar uma cópia do Wakeful com ligeiras diferenças na superestrutura e com os quatro canhões, ao invés dos três que a classe Serrano possuía historicamente, o mesmo processo foi necessário para introduzir o Juruá.

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A seguir, temos o cruzador Ministro Zenteno. Zenteno era um cruzador protegido, originalmente encomendado pelo BraSil, e construído pelos Britânicos. Outros três navios da classe foram encomendados pelo Brasil (Almirante Barroso, Amazonas, e Almirante Abreu), com dois tendo sido vendidos para os EUA e renomeados (New Orleans e Albany). Mas, ao contrário dos navios da classe que foram vendidos ao Brasil e aos EUA, o Zenteno possuia 8 canhões de 152mm ao invés de 6, ao custo de não possuir o armamento secundário de 4 canhões de 120mm presentes nas versões Brasileira e Americanas. Sendo da mesma classe que o Albany/Almirante Abreu, o Ministro Zenteno pode ser facilmente encaixado no nível II, com algumas modificações considerando suas diferenças históricas:

Spoiler

Cruzador Pan-Americano Ministro Zenteno, Nível II

Pontos de energia -- 16500. Blindagem -- 6 mm

Bateria principal -- 8x1 152 mm. Alcance máximo -- 9.1 km. Dano máximo do HE -- 2100.
Chance de causar incêndio -- 7%. Velocidade inicial do HE -- 853 m/s. Dano máximo do AP -- 3000.
Velocidade inicial do AP -- 853 m/s. Tempo de recarga -- 9.0 s. Tempo de virada de 180º -- 22.5 s. Dispersão máxima -- 104 m.
Sigma -- 2.00.

Defesa AA: 4x1 37.0 mm.

Defesa AA de médio alcance: dano contínuo por segundo — 18, probabilidade de acerto — 90 %, zona de ação 0.1–2.5km;

Velocidade máxima -- 20.0 nós. Raio de círculo de curva -- 360 m. Tempo de virada de leme -- 7.0 s. Detecção pelo mar -- 8.5 km.
Detecção pelo ar -- 3.3 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaçã -- 3.8 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

Óbviamente a performance do Zenteno é bem similar a do Abreu, mas seu tempo de recarga foi aumentado para compensar pelos canhões adicionais (note que enquanto o Abreu pode disparar até 4 canhões em uma salva, o Zenteno pode disparar 5). Não há muito mais o que dizer sobre o navio, sua performance seria um pouco melhor que a do Abreu devido aos canhões adicionais, mas o Abreu já possui o pior poder de fogo do nível, então o Zenteno dificilmente causaria qualquer powercreep no Abreu que já não tenha sido causado por todos os outros cruzadores do nível.

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Agora chegamos a um navio interessante, o O'Higgins (também conhecido como General O'Higgins) foi um cruzador blindado construído pelos Britânicos para o Chile na mesma época que o Ministro Zenteno. O navio possuia 4 canhões de 203mm e uma blindagem impressionante que chegava a 178mm no cinturão, além de carregar um extenso armamento secundário de 152, 120, e 76.2mm. Esse seria um navio realmente único para o jogo, se encaixando bem no nível III, onde ele seria o único cruzador com canhões de 203mm:

Spoiler

Cruzador Pan-Americano O'Higgins, Nível III

Pontos de energia -- 25700. Blindagem -- 6 mm

Bateria principal -- 4x1 203 mm. Alcance máximo -- 12.7 km. Dano máximo do HE -- 3300.
Chance de causar incêndio -- 17%. Velocidade inicial do HE -- 785 m/s. Dano máximo do AP -- 4500.
Velocidade inicial do AP -- 785 m/s. Tempo de recarga -- 15.0 s. Tempo de virada de 180º -- 25.7 s. Dispersão máxima -- 121 m.
Sigma -- 2.00.

Armamento Secundário:
10x1 152.0 mm, Alcance  - 3.2 km.
Dano máximo do HE – 2,200. Chance de causar incêndio – 12%. Velocidade inicial do HE - 914 m/s
4x1 120.0 mm, Alcance  - 3.2 km.
Dano máximo do HE – 1,700. Chance de causar incêndio – 8%. Velocidade inicial do HE - 749 m/s
10x1 76.2 mm, Alcance  - 3.2 km.
Dano máximo do HE – 1,100. Chance de causar incêndio – 4%. Velocidade inicial do HE - 823 m/s

Velocidade máxima -- 21.5 nós. Raio do círculo de curva -- 440 m. Tempo de virada de leme -- 9.3 s. Detecção pelo mar -- 10.9 km.
Detecção pelo ar -- 6.5 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 6.2 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

Apesar de não existir nenhum outro cruzador blindado no jogo atualmente (o mais perto seria o St. Louis e o Charleston, considerados cruzadores semi-blindados), acredito que o O'Higgins se encaixaria bem no jogo. Como qualquer cruzador com canhões particularmente grandes para o seu nível, O'Higgins teria uma recarga longa e um DPM baixo, tornando-o pouco efetivo contra DDs, mas por seus canhões serem tão grandes, ele seria efetivo contra outros cruzadores e até alguns encouraçados. Sua blindagem o permite enfrentar navios maiores com confiança, mas seu HP não é alto o bastante para que ele se compare com um encouraçado (de fato, St. Louis e Charleston ainda manteriam o recorde de HP para um cruzador nível III). Apesar de não ser muito rápido, se o O'Higgins conseguir se aproximar o bastante de seus oponentes, seu armamento secundário é bom o bastante para ser útil contra navios maiores.

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Para finalizar com os navios do Chile, temos um cruzador de batalha que não chegou a servir com o Chile, mas chegou bem perto. Ao final da 1ª G.M., o Chile queria seus encouraçados da classe Latorre (que haviam sido comprados pelos Britânicos com o início da 1ª G.M.) de volta. Os Britânicos devolveram o primeiro navio da classe, o Almirante Latorre, mas o segundo navio, Almirante Cochrane, havia sido convertido em um porta-aviões, HMS Eagle, e o custo para convertê-lo de volta em um encouraçado seria muito alto. Então os Britânicos ofereceram outros navios como substitutos. Dentre esses navios, os principais eram os cruzadores de batalha HMS Inflexible e HMS Indomitable, ambos da classe Invincible. Devido à discordâncias internas na Marinha Chilena, cujos oficiais eram, em sua maioria, contra a aquisição desses navios, a compra não foi realizada, e o Chile terminou com apenas um encouraçado. Contudo, no jogo temos a possibilidade de ver um desses cruzadores de batalha em ação sob uma bandeira Chilena. A classe Invincible se encaixa no nível III, pois possui uma blindagem relativamente fraca e poucos canhões comparado a outros encouraçados:

Spoiler

Encouraçado Pan-Americano Constitución, Nível III

Pontos de energia -- 34900. Blindagem -- 16 mm

Bateria principal -- 4x2 305 mm. Alcance máximo -- 15.1 km. Dano máximo do HE -- 5200.
Chance de causar incêndio -- 32%. Velocidade inicial do HE -- 831 m/s. Dano máximo do AP -- 8100.
Velocidade inicial do AP -- 831 m/s. Tempo de recarga -- 26.0 s. Tempo de virada de 180º -- 60.0 s. Dispersão máxima -- 212 m.
Sigma -- 1.80.

Armamento Secundário:
12x1 102.0 mm, Alcance  - 3.2 km.
Dano máximo do HE -– 1,500. Chance de causar incêndio -– 6%. Velocidade inicial do HE - 873 m/s

Velocidade máxima -- 26.0 nós. Raio do círculo de curva -- 610 m. Tempo de virada de leme -- 10.6 s. Detecção pelo mar -- 10.7 km.
Detecção pelo ar -- 7.1 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 8.6 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

2 slot -- Equipe de Reparos [Tempo de ação 28s; HP por segundo 0.5%; Tempo de recarga 80 s; Número de consumíveis 4]

O que temos aqui é um navio de uma das primeiras classes que definiram o conceito de um cruzador da batalha, um navio mais rápido que um encouraçado, e com menos blindagem, capaz de perseguir e afundar cruzadores com facilidade, assim como de evitar conflito com encouraçados mais resistentes e poderosos. Apesar de possuir 8 canhões de 305mm, o navio só consegue usar 6 em uma salva consistente (podendo disparar os 8 apenas em ângulos específicos, similar ao que acontece com o Kaiser e o König Albert), e por isso sua recarga é mais rápida que a de outros encouraçados do nível. Seu HP é mediano, mas sua blindagem é bem fraca, com seu cinturão tendo uma blindagem inferior ao do cinturão do O'Higgins. A velocidade do navio é superior a de muitos cruzadores do nível, permitindo que ele faça exatamente o que foi feito para fazer. Note que o nome "Constitución" é apenas uma sugestão minha, baseada na classe de pré-encouraçados da classe Constitución, encomendados pelo Chile no início do Século XX, mas que foram comprados pelos Britânicos antes de serem finalizados.

 

Agora vejamos as opções do México:

Spoiler

O México está em uma posição bem diferente do Chile, tendo uma das menores marinhas Pan-Americanas. Como resultado temos poucos navios históricos que podem ser representados no jogo, especialmente nos níveis mais baixos, razão pela qual eu só posso oferecer duas alternativas nesses níveis, e ambas são bem incomuns. A primeira é um navio de defesa costeira, o Anáhuac, pertecente a classe Deodoro (a qual foi encomendada da França pelo Brasil), que foi vendido ao México pelo Brasil em 1924. Navios de defesa costeira não existem no jogo atualmente, e a principal razão é que seu conceito não se encaixa bem em nenhuma das classes existentes no jogo, pois esses navios são extremamente pequenos (O Abreu, por exemplo, é um navio mais pesado que o Anahuác, e devido a forma como a WG define o HP de um navio com base em seu peso em toneladas, isso resulta em um HP muito baixo para um encouraçado, e até para um cruzador), possuem poucos canhões (Anahuác possui apenas 2 canhões de 234mm, muito pouco para qualquer navio), e são muito lentos (Anahuác chega a 16 nós, o que o tornaria o navio mais lento do jogo), mas são muito bem protegidos (no caso, Anahuác possui uma blindagem que chega a 168mm). Mesmo assim, acredito que ainda seria possível encaixar o Anahuác no nível II, como um cruzador:

Spoiler

Cruzador Pan-Americano Anáhuac, Nível II

Pontos de energia -- 15750. Blindagem -- 6 mm

Bateria principal -- 2x1 234 mm. Alcance máximo -- 13.1 km. Dano máximo do HE -- 3850.
Chance de causar incêndio -- 24%. Velocidade inicial do HE -- 838 m/s. Dano máximo do AP -- 5750.
Velocidade inicial do AP -- 838 m/s. Tempo de recarga -- 8.0 s. Tempo de virada de 180º -- 22.5 s. Dispersão máxima -- 62 m.
Sigma -- 2.00.

Armamento Secundário:
4x1 120.0 mm, Alcance -- 3.0 km.
Dano máximo do HE -– 1,700. Chance de causar incêndio -– 4%. Velocidade inicial do HE -- 675 m/s

Velocidade máxima -- 16.0 nós. Raio do círculo de curva -- 300 m. Tempo de virada de leme -- 6.3 s. Detecção pelo mar -- 9.6 km.
Detecção pelo ar -- 6.1 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 7.0 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

O conceito para o Anahuác não é particularmente complexo, com um HP e velocidade relativamente baixos, e tendo apenas dois canhões principais, o navio precisa de uma ótima precisão para que seu poder de fogo passe a ser aceitável. Por essa razão, a dispersão do navio foi reduzida para um valor similar ao dos novos contratorpedeiros Alemães, A blindagem do navio ajuda a compensar pelo HP baixo, mas ele ainda terá uma grande vulnerabilidade à DDs por ser tão lento. Anahuác seria uma adição bem estranha para o jogo, mas poderia, em teoria, ser introduzido de forma balanceada.

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Nossa segunda opção, e a mais razoável das duas, é o Coahulla, Ex-USS Barber, um destróier de escolta da classe Buckley, construído pelos EUA entre 1942 e 1943. O USS Barber foi convertido em um navio de transporte de alta velocidade da classe Charles Lawrence, e teve seu armamento principal e anti-aéreo modificado. Em 1968, o navio foi vendido para a Marinha Mexicana, e renomeado Coahulla (em homenagem ao Estado de Coahulla, México). Note que a versão do navio que foi vendida
não é a mesma que irei apresentar aqui, pois uma das principais mudanças que o USS Barber sofreu durante sua conversão foi a remoção de seus 3 canhões de 76mm em troca de um único canhão de 127mm, o que é muito pouco poder de fogo para um contratorpedeiro no jogo, então optei por considerar o navio no estado em que estava antes de sua conversão (ou seja, muito antes de ele ser vendido ao México). Isso não é sem fundamento, pois existem exemplos similares no jogo, como o Yueyang, que só possuia um lançador de torpedos quando foi vendido pelos EUA, mas no jogo aparece com dois lançadores, pois foi necessário fazer essa alteração para garantir a integridade da progressão da linha de DDs Pan-Asiáticos. Sendo assim, o Coahulla será apresentado em seu estado original, e como um contratorpedeiro nível IV:

Spoiler

Contratorpedeiro Pan-Americano Coahulla, Nível IV

Pontos de energia -- 11250. Blindagem -- 10 mm

Bateria principal -- 3x1 76.2 mm. Alcance máximo -- 9.6 km. Dano máximo do HE -- 1100.
Chance de causar incêndio -- 4%. Velocidade inicial do HE -- 823 m/s. Dano máximo do AP -- 1100.
Velocidade inicial do AP -- 823 m/s. Tempo de recarga -- 3.0 s. Tempo de virada de 180º -- 18.0 s. Dispersão máxima -- 88 m.
Sigma -- 2.00.

Tubos de torpedo -- 1x3 533 mm. Dano máximo -- 11733. Alcance -- 6.4 km. Velocidade -- 64 nós. Tempo de recarga -- 66 s.
Tempo de virada de 180º -- 7.2 s. Detectabilidade do torpedo -- 1.3 km.

Defesa AA: 8x1 20.0 mm, 1x4 28.0 mm, 3x1 76.2 mm.

Defesa AA de curto alcance: dano contínuo por segundo — 98, probabilidade de acerto — 95 %, zona de ação 0.1–2.4 km;

Defesa AA de médio alcance: dano contínuo por segundo — 30, probabilidade de acerto — 100 %, zona de ação 0.1–3.5 km;

Velocidade máxima -- 27.0 nós. Raio do círculo de curva -- 500 m. Tempo de virada de leme -- 3.0 s. Detecção pelo mar -- 5.8 km.
Detecção pelo ar -- 2.5 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 2.0 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

2 slot -- Gerador de Fumaça [Tempo de ação: 30 s; Tempo de dispersão: 112 s; Tempo de recarga 160 s; Número de consumíveis 3]

3 slot -- Impulso do Motor [Tempo de ação 120 s; Velocidade máxima +20%; Tempo de Recarga 120 s; Número de consumíveis 3]

O Coahulla seria muito pequeno para os padrões de um DD da 2ª G.M., mas no nível IV ele se mostra bem comparável à DDs da 1ª G.M. e da década de 1920. Claro que a presença de um navio da 2ª G.M. em um nível tão baixo pode ser questionado, mas considere que o CV Alemão, Rhein, é também um projeto da década de 1940, tão moderno quanto o Coahulla. Enfim, o navio em sí possui canhões bem pequenos, mas com uma recarga rápida que o torna uma ótima canhoneira, com um DPM inferior apenas ao do Izyaslav. Por ser um navio originalmente americano, optei por dar à ele um Gerador de Fumaça comparável ao do Clemson. Pelo navio ter apenas um lançador triplo de torpedos, dei à ele os torpedos do Farragut, com bom dano e alcance para o nível. A maior desvantagem do Coahulla é sem dúvida sua velocidade, com apenas 27 nós, ele seria o DD mais lento do jogo, e para compensar isso eu lhe dei acesso à um Impulso de Motor Francês, com um bônus de 20% para sua velocidade, ao invés dos 8% padrão. A alternativa seria simplesmente tornar o navio mais rápido do que ele realmente era (o mesmo já foi feito com o Daring, que chega a 35 nós no jogo quando na verdade mal passava de 30 nós na vida real, isso foi feito por razões de balanceamento). O armamento anti-aéreo do navio também é bom para o nível, então seria possível torná-lo mais único dando-o acesso ao Disparo Defensivo AA, mas eu não achei necessário tal inclusão.

Nota: O Chile também possuiu 4 navios da classe Buckley (Serrano - Ex-USS Odum, Riquelme - Ex-USS Joseph E. Campbell, Uribe - Ex-USS Daniel T. Griffin, e Orella - Ex-USS Jack C. Robinson), então seria possível adicionar duas versões do mesmo navio, representando ambas as nações.

 

Esses são todos os navios que pude achar que se encaixariam como Premiums de nível baixo para o Chile e o México. Mas óbviamente existem outras opções nos níveis mais altos, como, por exemplo, os DDs da classe Fletcher que tanto o Chile quanto o México possuiram. Claro que o problema surge em querer adicionar um navio Pan-Americano de nível IX tão cedo antes de sequer termos uma linha planejada. Entretanto, a realidade é que nada impede que tenhamos um DD da classe Fletcher em níveis mais baixos. Na verdade seria bem fácil encaixar um Fletcher no nível VIII, VII, e até no VI. Vejamos um exemplo no nível VI:

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Contratorpedeiro Pan-Americano Cuitláhuac/Blanco Encalada, Nível VI

Pontos de energia -- 13900. Blindagem -- 16 mm

Bateria principal -- 5x1 127 mm. Alcance máximo -- 12.5 km. Dano máximo do HE -- 1800.
Chance de causar incêndio -- 5%. Velocidade inicial do HE -- 792 m/s. Dano máximo do AP -- 2100.
Velocidade inicial do AP -- 792 m/s. Tempo de recarga -- 5.0 s. Tempo de virada de 180º -- 5.3 s. Dispersão máxima -- 109 m.
Sigma -- 2.00.

Tubos de torpedo -- 2x5 533 mm. Dano máximo -- 11733. Alcance -- 5.5 km. Velocidade -- 56 nós. Tempo de recarga -- 110 s.
Tempo de virada de 180º -- 7.2 s. Detectabilidade do torpedo -- 1.1 km.

Defesa AA: 7x1 20.0 mm, 5x2 40.0 mm, 5x1 127.0 mm.

Defesa AA de curto alcance: dano contínuo por segundo — 60, probabilidade de acerto — 95 %, zona de ação 0.1–2.0 km;

Defesa AA de médio alcance: dano contínuo por segundo — 112, probabilidade de acerto — 100 %, zona de ação 0.1–3.5 km;

Defesa AA de longo alcance: dano contínuo por segundo — 81, probabilidade de acerto — 100 %, zona de ação 0.1–5.8 km;

Número de explosões em uma salva — 4, dano por explosão — 1190, zona de ação 3.5–5.8 km.

Velocidade máxima -- 36.5 nós. Raio do círculo de curva -- 560 m. Tempo de virada de leme -- 3.0 s. Detecção pelo mar -- 7.1 km.
Detecção pelo ar -- 3.2 km. Detecção após disparar canhões principais na fumaça -- 2.7 km.

Consumíveis Disponíveis:
1 slot -- Equipe de Controle de Danos

2 slot -- Gerador de Fumaça [Tempo de ação: 20 s; Tempo de dispersão: 81 s; Tempo de recarga 160 s; Número de consumíveis 3]

3 slot -- Impulso do Motor [Tempo de ação 120 s; Velocidade máxima +8%; Tempo de Recarga 120 s; Número de consumíveis 3]

Pois bem, permita-me explicar o que eu acabei de fazer. Eu peguei o Fletcher e fiz as seguintes mudanças:
-Coloquei o HP do casco A do Fletcher, 13900 (que por sinal é exatamente o mesmo HP que o do Monaghan, DD americano Premium do nível VI, com o qual farei várias comparações para provar o meu ponto);
-Reduzi o alcance dos canhões do Fletcher de 12.9km para 12.5km, e aumentei seu tempo de recarga de 3.3s para 5.0s (com isso, o navio passa a ter o mesmo alcance e DPM do Monaghan);
-Mudei os torpedos do navio para os do Nicholas, com alcance e velocidade inferiores aos dos torpedos do Farragut/Monagham (isso é compensado pelo navio ter lançadores quintuplos, enquanto que o Farragut/Monaghan possui lançadores quadruplos);
-Não fiz nenhuma alteração na manobrabilidade do navio (o Fletcher possui a mesma velocidade e o mesmo raio do círculo de curva que o Monaghan, a única diferença em manobrabilidade entre os dois é o tempo de virada de leme, que é 3.4s no Monaghan e 3.0s no Fletcher);
-Mantive o ocultamento do Fletcher, que é ligeiramente inferior ao do Monaghan (diferença de 0.2km);
-Mantive o Armamento anti-aéreo do Fletcher, que é bem superior ao do Monaghan;
-Alterei o Gerador de Fumaça do Fletcher para se igualar ao do Monaghan, e removi o acesso do Fletcher ao Disparo Defensivo AA.

O resultado? Temos um Fletcher no nível VI, com o mesmo HP e poder de fogo que o Monaghan, e que troca ocultamento e a qualidade dos torpedos por mais AA em comparação ao Monaghan. Até onde eu sei, ninguém considera o Monaghan um navio extremamente forte, e muitos o consideram bem balanceado, então acredito plenamente que uma versão do Fletcher que fosse comparável ao Monaghan seria uma ótima adição. E apesar de já termos um DD Pan-Americano no nível VI, nada impede que tenhamos um segundo, afinal os EUA tem mais de meia-dúzia de cruzadores no nível VII. Para referência, os Fletchers do Chile eram o Cochrane (Ex-USS Rooks) e o Blanco Encalada (Ex-USS Wadleigh), e os do México eram o Cuauhtémoc (Ex-USS Harrison) e o Cuitláhuac (Ex-USS John Rodgers). E se podemos balancear esses navios no nível VI, certamente também é possível balanceá-los nos níveis VII e VIII, é uma simples questão de preferência.
 

 

Por fim, acho importante considerar um último ponto:
Todas as opções que dei tinham algum fundamento histórico, eram navios que o Chile e o México tiveram ou poderiam ter tido. Contudo, devo lembrá-lo, caro leitor, que isso não é mais um requisito para a adição de um navio Premium para uma nação. Isso graças ao anúncio do Yukon, navio que não possui nenhum fundamento histórico para ser dado ao Canadá. Uma cópia do Monarch, um encouraçado Britânico que nunca foi construído (e note que o Canadá nunca teve um único encouraçado em toda sua história). Então eu não posso deixar de perguntar: Se uma cópia do Monarch para o Canadá é uma adição aceitável, porque uma cópia de qualquer DD Americano para o México, ou de qualquer DD Britânico para o Chile não seria? Pense nisso, e até mais.

 

Fontes:

 

Edited by Captain_Benevolent_Fair
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On 13/05/2021 at 17:36, Captain_Benevolent_Fair said:

Hola de nuevo, señoras y señores. Hoy les traigo un tema sobre los barcos chilenos y mexicanos que se pueden agregar al juego como una forma de presentar ambas marinas, dado el interés de la@Maredraco esos dos en particular. Seleccioné 5 opciones posibles para Chile y 2 para México, todas naves de bajo nivel (II-IV). También abordaré otras posibilidades para estas naciones en niveles superiores, que podrían sumarse sin entrar en conflicto con las futuras líneas panamericanas. Espero que lo disfruten.

Empezaremos por Chile:

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Al ser una de las armadas panamericanas más grandes, Chile obviamente tiene un buen abanico de opciones. Los primeros que les presento son los destructores de la clase Almirante Lynch. Esta clase única fue construida específicamente para Chile por los británicos, y se ordenaron 6 barcos (Alm. Lynch, Alm. Condell, Alm. Simpson, Alm. Goñi, Alm. Williams y Alm. Riveros). De estos, solo dos barcos fueron entregados antes del 1er GM (Lynch y Condell), los otros cuatro fueron comprados por los británicos como barcos de la clase Faulknor (HMS Faulknor, HMS Broke, HMS Botha y HMS Tipperary), sirviendo durante toda la guerra con uno de ellos, el HMS Tipperary, hundido en la batalla de Jutlandia. En 1920, los tres barcos supervivientes de la clase Faulknor fueron devueltos a Chile, y sus nombres se cambiaron nuevamente.

Dado que ambas versiones son naves totalmente originales, que no se asemejan a ninguna nave actualmente en el juego, se podría elegir cualquier versión para ser la nave de introducción de Chile al juego, sin embargo la versión modificada por los británicos sería menos fuerte que la versión original. ordenado por Chile. Por lo tanto, elegí presentar cómo esta versión (representada por los barcos Alm. Lynch y Alm. Condell) podría encajar en el juego como un destructor de nivel III:

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Destructor Panamericano Almirante Condell, Nivel III

Tomacorrientes - 9900. Escudo - 6 mm

Batería principal - 6x1 102 mm. Alcance máximo: 9,7 km. Máximo daño HE - 1500.
Probabilidad de causar fuego - 6%. Velocidad inicial de HE - 811 m / s. Daño máximo del AP - 1800.
Velocidad inicial del AP - 811 m / s. Tiempo de recuperación: 5,5 s. Tiempo de giro de 180º - 18,0 s. Dispersión máxima - 89 m.
Sigma - 2.00.

Tubos de torpedo - 2x2 533 mm. Daño máximo - 10000. Alcance - 6,0 km. Velocidad: 53 nudos. Enfriamiento - 45 s.
Tiempo de giro de 180º - 7,2 s. Detectabilidad de torpedos: 1,1 km.

Defensa AA: 2x1 40.0 mm.

Defensa AA de alcance medio: daño continuo por segundo: 25, probabilidad de impacto: 100%, zona de acción de 0,1 a 2,5 km;

Velocidad máxima: 31,0 nudos. Radio del círculo de la curva - 530 m. Tiempo de giro del timón: 3,3 s. Detección por mar - 6,2 km.
Detección aérea - 2,5 km. Detección después de disparar cañones principales en el humo: 2,0 km.

Consumibles disponibles:
1 espacio - Equipo de control de daños

2 ranuras - Generador de humo [Tiempo de acción: 20 s; Tiempo de dispersión: 69 s; Enfriamiento 160 s; Número de consumibles 3]

3 ranuras - Refuerzo del motor [Tiempo de acción 120 s; Velocidad máxima + 8%; Enfriamiento 120 s; Número de consumibles 3]

Tenga en cuenta que, aunque el barco tiene 6 cañones principales (mucho más que cualquier otro DD del nivel), la organización de los cañones solo permite usar 4 cañones a la vez, lo que hace que la potencia de fuego del barco sea muy similar a la de la Valkyrie. , y lo mismo puede decirse de los torpedos del barco. Dado que el propósito de estos barcos no es introducir ningún rasgo nacional, sus consumibles son el estándar básico de cualquier DD, pero dado que este barco es de origen británico y es bastante comparable al Valkyrie en rendimiento, tendría sentido que pudiera lanzar los torpedos individualmente, como ya es el caso de Juruá.

 

Buenas, nuevamente.

Coincido en las sugerencias de buques originales. No así en las copias.

 

Con su permiso, quisiera agregar y criticar detalles de la Clase Almirante/Lynch/Williams

Historia: Se trata de 6 destructores de 3 órdenes distintas. Así que hay diferencias entre estos. La orden segunda se diferencia de la primera en los torpedos y en la ubicación de la batería. Por su parte la orden tercera se diferencia de la segunda en el tamaño del buque. A su vez los 6 buques tuvieron modificaciones en su servicio inglés y chileno.

l57EZi5.png

Desplazamiento, potencia y velocidad: Son buques de una carga máxima elevada (1850-1900 tl), una potencia que no responde adecuadamente a la carga (27.000 a 30.000 shp) y una velocidad máxima limitada (33,4 nudos). Realizando la conversión y comparación esto los llevaría a tener puntos de vida de tier IV y potencia y velocidad máxima de tier III.

Batería principal: Son 6 cañones de 102 milímetros en una configuración 6 (6x1, 3/3). Su rendimiento es mejor que los cañones de la clase Pará en velocidad de salida (+30 mps) y tiros por minuto (+5 rpm), similares en el proyectil (14,1 kg), pero peores en el rango de tiro (-0,6 km). Y su rendimiento es mejor que los cañones de la clase Catamarca en los tiros por minuto (+3 rpm)y en la carga explosiva (+0,17 kg), pero peores en el peso del proyectil (-0,91 kg), la velocidad de salida (-213 mps) y el rango de tiro (2,3 km).

Usando los datos históricos y por medio de las fórmulas de Frosty obtuve lo siguiente:

  • Calibre: 101,6 milímetros.
  • Peso: 14,06 kilogramos.
  • Tiros por minuto: 15, máximo teórico.
  • Tiempo de recarga: 4 segundos.
  • Velocidad de salida: 700 metros por segundo.
  • Daño AP: 1500 puntos.
  • Daño HE: 1300 puntos.
  • Penetración AP: 159 milímetros.
  • Penetración HE: 17 milímetros.
  • Probabilidad de incendio: 5 por ciento.
  • Alcance: 10,6 kilómetros, máximo histórico.

Es cierto que los buques tienen 6 cañones y aparentan un gran poder de fuego, pero por su distribución tiene un tiro muy limitado:

  • Tiro frontal: 4 cañones aptos (contra 2 del Valkyrie). Son 60 tiros por minuto con un daño AP de 90.000 puntos y un daño HE de 78.000 puntos.
  • Tiro lateral: 3 cañones aptos (contra 4 del Valkyrie). Son 45 tiros por minuto con un daño AP de 67.500 puntos y un daño HE de 58.500 puntos.
  • Tiro lateral acotado (¿5-10? grados): 5 cañones aptos (contra 4 del Valkyrie). Son 75 tiros por minuto con un daño AP de 112.500 puntos y un daño HE de 97.500 puntos.

Por su excentricidad en el ataque frontal y en ese pequeño ángulo que le permite mayor cantidad de bocas de fuego, sin dudas veremos muchos jugadores suicidas. Ahora, siendo prácticos, el ataque común es el lateral y con 3 cañones se está muy limitado. La velocidad y la potencia del motor no ayudan a maniobrar en un enfrentamiento hacia un lado, especialmente si el ataque viene de popa. En definitiva es un cañón similar al cañón del Medea, que en la configuración presente hace que sea la batería de tier II.

Torpedos: No entraré en detalles. De acuerdo al tipo de torpedo son tier III o IV.

Antiaéreas: Meh.

Ocultamiento: Debido a la disponibilidad de cañones frontales y a su rapidez de fuego yo no le asignaría Humo como consumible en tier III.

Concluyendo sobre la clase Almirante de Chile, coincido en su aplicación dentro del nivel III pero no en su forma.

Edited by COLDOWN
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