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ThrawnAdmiral

Tópico sobre WG a criar uma linha brasileira separada da latino américa

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Olá pessoal, depois de ter o meu tópico removido, sabe-se lá por que, venho novamente para pedir a comunidade uma linha brasileira separada da linha pan-americana, gostaria de pedir a todos os brasileiros do jogo que se juntem e apoiem esta decisão, há navios suficientes para isso, e peço aos representantes brasileiros que na minha opinião estão muito passivos em relação a isso, que cobrem mais da WG para que a linha seja feita, há uma grande quantidade de jogadores brasileiros no warships, e também de jogadores das outras nações vizinhas, há navios suficientes para criar duas linhas, ainda mais pelo histórico do brasil na segunda guerra... não adianta falar que os navios não existem ou que dá muito trabalho, pois a própria wg preencheu outras nações com navios que não existem, não há motivos para falar que é impossível criar uma linha brasileira e uma sul-americana separada... isso é até interessante para quem joga o jogo a primeira vez, algum brasileiro ver que há uma linha completa da sua nação no jogo, se é isso o que querem fazendo marketing no youtube do jogo para as pessoas jogarem...

Desculpe caso isso seja controverso mas, não estou desrespeitando ninguém, nem esta é a minha intenção, mas meu post ser removido por isso, acho que não é legal, e esta é a minha opinião sobre este assunto...

Peço a comunidade brasileira que se junte em favor disso... bem como a comunidade américa espanhola, será bom para todos, ter estas linhas separadas, mais navios e mais coisas a ser exploradas.

obrigado

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51 minutes ago, ThrawnAdmiral said:

Olá pessoal, depois de ter o meu tópico removido, sabe-se lá por que, venho novamente para pedir a comunidade uma linha brasileira separada da linha pan-americana, gostaria de pedir a todos os brasileiros do jogo que se juntem e apoiem esta decisão, há navios suficientes para isso, e peço aos representantes brasileiros que na minha opinião estão muito passivos em relação a isso, que cobrem mais da WG para que a linha seja feita, há uma grande quantidade de jogadores brasileiros no warships, e também de jogadores das outras nações vizinhas, há navios suficientes para criar duas linhas, ainda mais pelo histórico do brasil na segunda guerra... não adianta falar que os navios não existem ou que dá muito trabalho, pois a própria wg preencheu outras nações com navios que não existem, não há motivos para falar que é impossível criar uma linha brasileira e uma sul-americana separada... isso é até interessante para quem joga o jogo a primeira vez, algum brasileiro ver que há uma linha completa da sua nação no jogo, se é isso o que querem fazendo marketing no youtube do jogo para as pessoas jogarem...

Desculpe caso isso seja controverso mas, não estou desrespeitando ninguém, nem esta é a minha intenção, mas meu post ser removido por isso, acho que não é legal, e esta é a minha opinião sobre este assunto...

Peço a comunidade brasileira que se junte em favor disso... bem como a comunidade américa espanhola, será bom para todos, ter estas linhas separadas, mais navios e mais coisas a ser exploradas.

obrigado

Parece que no entendés que el papel histórico de Brasil en la 2da Guerra Mundial no tiene mucho que ver con el juego (el juego tampoco es sólo sobre la 2da Guerra Mundial) y que tampoco es particularmente grande en el contexto de la guerra como tal. Los griegos tuvieron más impacto militar en la guerra y ellos no dicen tonterías como que porque lucharon en la guerra hay que darles una línea única.

Brasil no tiene los buques para hacer una línea propia a menos que hagas una línea como la Panasiática que son todos buques copias de otras naciones. Bienvenido a la línea Panamericana con todas las demás armadas de Latinoamérica (y te recuerdo que la armada argentina en el período que te gusta mencionar era más poderosa que la de Brasil y no estamos pidiendo una línea sólo para nosotros).

Edited by Fr05ty
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Mas a linha russa por exemplo, a maioria dos navios nunca existiram... Dentre outras nações... Seria de benefício mútuo amigo, não concorda? o que precisamos é nos unir em prol disso... pode ser feito, isso sabemos... uma linha inteira brasileira e outra americo-espanhola... há navios e histórias suficientes pra isso...

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A ideia é bela. Mas você deve adicionar conteúdo à sua proposta.

São necessários 33 navios de guerra para os ramos de desenvolvimento tecnológico:
- Os navios de guerra têm 7 navios (níveis IV a X).
- Os cruzadores possuem 9 navios (níveis II a X).
- Destruidores têm 9 navios (Tier II a X).
- Os porta-aviões possuem 4 navios (níveis IV, VI, VIII e X).
- Os submarinos terão 3 navios (níveis VI, VIII e X).
- E a escolta tem 1 navio (nível I).
Navios reais originais e designs originais abundarão nos ramos do desenvolvimento tecnológico.

São necessários pelo menos 13 navios de guerra premium:
- Do nível superior IX-X 1 navio por ramal (total de 5 navio).
- Do nível médio V-VIII 1 navio por ramal (total de 5 navio).
- De baixo nível II-IV 1 navio por ramal (total de 3navio, excluindo submarinos e porta-aviões).
Navios de cópias, usados ou modificados serão abundantes entre os navios premium.

São necessários "50" navios de guerra para uma árvore tecnológica brasileira completa.
O Brasil tem tantos navios?

Saudações

Edited by COLDOWN

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7 hours ago, ThrawnAdmiral said:

Mas a linha russa por exemplo, a maioria dos navios nunca existiram... Dentre outras nações... Seria de benefício mútuo amigo, não concorda? o que precisamos é nos unir em prol disso... pode ser feito, isso sabemos... uma linha inteira brasileira e outra americo-espanhola... há navios e histórias suficientes pra isso...

No, Brasil no tiene suficientes navíos. Ya te hemos preguntado cómo serían esos navíos que faltan y siempre decís lo mismo: "Lo merecemos porque luchamos en la 2da Guerra Mundial y tenemos buques". Pero no tenés muchos diseños de buques que te permitan hacer una línea, así que no. Como todas las demás naciones de Latinoamérica (te recuerdo que Brasil también es parte de Latinoamérica), solos no podemos y hay que estar juntos para tener un árbol tecnológico viable.

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11 hours ago, COLDOWN said:

A ideia é bela. Mas você deve adicionar conteúdo à sua proposta.

São necessários 33 navios de guerra para os ramos de desenvolvimento tecnológico:
- Os navios de guerra têm 7 navios (níveis IV a X).
- Os cruzadores possuem 9 navios (níveis II a X).
- Destruidores têm 9 navios (Tier II a X).
- Os porta-aviões possuem 4 navios (níveis IV, VI, VIII e X).
- Os submarinos terão 3 navios (níveis VI, VIII e X).
- E a escolta tem 1 navio (nível I).
Navios reais originais e designs originais abundarão nos ramos do desenvolvimento tecnológico.

São necessários pelo menos 13 navios de guerra premium:
- Do nível superior IX-X 1 navio por ramal (total de 5 navio).
- Do nível médio V-VIII 1 navio por ramal (total de 5 navio).
- De baixo nível II-IV 1 navio por ramal (total de 3navio, excluindo submarinos e porta-aviões).
Navios de cópias, usados ou modificados serão abundantes entre os navios premium.

São necessários "50" navios de guerra para uma árvore tecnológica brasileira completa.
O Brasil tem tantos navios?

Saudações

A Pan Asia e a Commonwealth, não tem navios para todos os ramos, principalmente encouraçados e porta aviões.  O mais difícil em criar uma arvore brasileira é completar as ramas nos niveis superiores, somente o ramo de DDs é que chega até o nível 10, os demais param no nível 8 e os cruzadores pesados chegam no nível 6.

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10 hours ago, Fr05ty said:

No, Brasil no tiene suficientes navíos. Ya te hemos preguntado cómo serían esos navíos que faltan y siempre decís lo mismo: "Lo merecemos porque luchamos en la 2da Guerra Mundial y tenemos buques". Pero no tenés muchos diseños de buques que te permitan hacer una línea, así que no. Como todas las demás naciones de Latinoamérica (te recuerdo que Brasil también es parte de Latinoamérica), solos no podemos y hay que estar juntos para tener un árbol tecnológico viable.

O problema não é o Brasil não tem navios suficientes, na verdade o Brasil teve muitos navios, o real problema está em que muitos não são adequados para implementação no jogo e a falta de navios para os niveis superiores, notadamente os niveis 9 e 10 de cruzadores e encouraçados.

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56 minutes ago, kaiser_wilherm said:

O problema não é o Brasil não tem navios suficientes, na verdade o Brasil teve muitos navios, o real problema está em que muitos não são adequados para implementação no jogo e a falta de navios para os niveis superiores, notadamente os niveis 9 e 10 de cruzadores e encouraçados.

El problema es que muchos de los buques que servirían como T7+ son copias de buques de otras naciones, no buques brasileros como tal.

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27 minutes ago, Fr05ty said:

El problema es que muchos de los buques que servirían como T7+ son copias de buques de otras naciones, no buques brasileros como tal.

Isso é valido para os cruzadores e porta aviões, praticamente todos os encouraçados são projetos específicos para o Brasil e nos contratorpedeiros apenas os Fletchers que seriam cópias, mas nesse caso ne baseio nos estudos de construir localmente 3 Fletchers, eles seriam construídos no AMIC(atual AMRJ) assegurando volume de trabalho após a conclusão da classe A.

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4 hours ago, kaiser_wilherm said:

A Pan Asia e a Commonwealth, não tem navios para todos os ramos, principalmente encouraçados e porta aviões. 

Peras e maçãs.
 

Pan-Ásia: terá uma árvore de tecnologia completa. Minha teoria é que incluirá a Turquia para legitimar de alguma forma sua existência.
 

Commonwealth: este não tenho certeza se pode ter uma árvore de tecnologia completa. Talvez sejam apenas prêmios entre as cópias dos navios e os designs originais.
 

Brasil: Este não terá uma árvore tecnológica completa. Porque não tem mercado (nem os consumidores nem os dólares como a Ásia) para a Wg se esforçar para ter seus "50" navios no jogo.
 

Pan-America: Esta terá uma árvore tecnológica completa. Podemos trabalhar no desenvolvimento de ramos mistos entre nações ou independentes (que depois convergem no topo IX e X, apenas no caso de ser necessário elaborar quimeras).

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19 minutes ago, COLDOWN said:

Peras e maçãs.
 

Pan-Ásia: terá uma árvore de tecnologia completa. Minha teoria é que incluirá a Turquia para legitimar de alguma forma sua existência.
 

Commonwealth: este não tenho certeza se pode ter uma árvore de tecnologia completa. Talvez sejam apenas prêmios entre as cópias dos navios e os designs originais.
 

Brasil: Este não terá uma árvore tecnológica completa. Porque não tem mercado (nem os consumidores nem os dólares como a Ásia) para a Wg se esforçar para ter seus "50" navios no jogo.
 

Pan-America: Esta terá uma árvore tecnológica completa. Podemos trabalhar no desenvolvimento de ramos mistos entre nações ou independentes (que depois convergem no topo IX e X, apenas no caso de ser necessário elaborar quimeras).

Não acredito que venham a adicionar a Turquia na Pan Asia, tem mais lógica a Turquia fazer parte da Pan Europeia, e o resto da Pan Asia será totalmente invenção da WG, pois historicamente  não existe navios para uma linha completa. A Commonwealth fica em uma situação similar, a maior parte são unidades inglesas, mas pelo menos operaram porta aviões e encouraçados(cruzadores de batalha no caso).

 

Havia possibilidade de uma arvore brasileira, antes da WG criar a Pan América, a vantagem para o Brasil é a menor dependência de navios de papel na criação da árvore, somente as grandes potências navais é que tem como alcançar esse número de navios.

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7 minutes ago, kaiser_wilherm said:

Havia possibilidade de uma arvore brasileira, antes da WG criar a Pan América, a vantagem para o Brasil é a menor dependência de navios de papel na criação da árvore, somente as grandes potências navais é que tem como alcançar esse número de navios.

O projeto Pan-America Tech Tree é anterior ao lançamento do Nueve de Julio. Se houve intenções de criar uma Árvore para o Brasil, esta não passou da fase da ideia ou do pré-projeto.


Agora, quero ajudar a Comunidade Brasileira porque, da mesma forma, gostaria de ter uma Árvore Argentina também. Mas devo dizer, embora possa afetar alguma sensibilidade, que há uma significativa falta de pesquisas. E isso não afeta apenas sua ideia da Árvore Nacional, mas também da Árvore da Pan-América.

Sejamos práticos:
- Quais são as propostas de embarcações para uma árvore brasileira?
- E quais são as características técnicas das embarcações propostas para uma Árvore Brasileira?
Os dois anteriores são questões sobre História. E não sobre sua implementação e balanceamento.

Por exemplo, quero propor a Vickers Design # 188A como uma embarcação brasileira ou pan-americana. Mas antes de procurar o nível de implementação e o tipo de rolagem desta nave, temos que entender as características históricas gerais desta nave (bem como de qualquer outro que possa ser sugerido).
As características do navio são:
- Armamento principal: 12 canhões de 254/50 mm em seis torres duplas.
- Armamento secundário: 12 canhões de 76 milímetros em montagens simples.
- Armadura de cinto: 228,6 milímetros.
- Blindagem da tampa: 38,1 milímetros.
- Dimensões máximas: 143,6 x 23,8 metros.
- Deslocamento padrão: 14.750 toneladas longas.
- Potência máxima do motor: 15.300 cavalos.
- Velocidade máxima: 19 nós.
As características de seu armamento são:
- Diâmetro: 254 milímetros.
- Comprimento do cano: 50 calibres.
- Peso do projétil: 226,8 kg.
- Carga explosiva do projétil: a determinar.
- Velocidade máxima de saída: 914,4 metros por segundo.
- Taxa máxima de tiro: 3,0 tiros por minuto.

Nesse caso, é muito evidente que pode ser sugerido como um prêmio Tier II. Mas há outros navios que são sugeridos que não atendem aos requisitos para serem implantados em determinados níveis e atributos. E isso ocorre porque as características históricas gerais destes individual e coletivamente não são bem analisadas. Essa é a grande carência que vejo nas propostas de uma Árvore Brasileira, que, reitero, apóio, mas com pesquisas e análises até o fim.

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Iria deixar quieto, mas já que esse tópico ganhou atenção vou me meter aqui também, mas vou ser breve ao contrário da maioria dos meus posts:

O motivo de outras linhas serem completamente feita de blueprints não é motivo para se tornar a norma no jogo.

Argumentação de adicionar uma linha completamente brasileira simplesmente "porque eu quero e sou patriota por pedir isso" soa como uma criança birrenta de quatro anos de idade pedindo sorvete pros pais num dia frio.

Cadê os navios? Projetos? Ofertas de venda de outras marinhas? Conversões? Plano de modernização da MB? etc? Para completar a árvore inteira

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Linha eu não sei, mas o meu único posicionamento contra em relação a Pan America é a predominância de um país apenas, tanto é que apoiei apenas propostas que equilibraram a representação do ABC no jogo. O que quero dizer com isso? Ora, tal como citei em outras oportunidades, o exemplo da linha Pan Asia, em que metade dos navios são chineses. Não quero ver mais navios argentinos do que brasileiros e chilenos; não quero ver mais navios chilenos do que argentinos e brasileiros, assim como os nossos camaradas de região não querem ver mais navios brasileiros do que argentinos e chilenos, eu suponho. Claro, isso em relação a navios de linha, porque será o principal.

Contanto que o eu disse não ocorra, é melhor manter a ideia de ir em frente com a Pan America, até porque é uma ideia muito mais desenvolvida, antiga e mais debatida.

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20 hours ago, COLDOWN said:

O projeto Pan-America Tech Tree é anterior ao lançamento do Nueve de Julio. Se houve intenções de criar uma Árvore para o Brasil, esta não passou da fase da ideia ou do pré-projeto.


Agora, quero ajudar a Comunidade Brasileira porque, da mesma forma, gostaria de ter uma Árvore Argentina também. Mas devo dizer, embora possa afetar alguma sensibilidade, que há uma significativa falta de pesquisas. E isso não afeta apenas sua ideia da Árvore Nacional, mas também da Árvore da Pan-América.

Sejamos práticos:
- Quais são as propostas de embarcações para uma árvore brasileira?
- E quais são as características técnicas das embarcações propostas para uma Árvore Brasileira?
Os dois anteriores são questões sobre História. E não sobre sua implementação e balanceamento.

Por exemplo, quero propor a Vickers Design # 188A como uma embarcação brasileira ou pan-americana. Mas antes de procurar o nível de implementação e o tipo de rolagem desta nave, temos que entender as características históricas gerais desta nave (bem como de qualquer outro que possa ser sugerido).
As características do navio são:
- Armamento principal: 12 canhões de 254/50 mm em seis torres duplas.
- Armamento secundário: 12 canhões de 76 milímetros em montagens simples.
- Armadura de cinto: 228,6 milímetros.
- Blindagem da tampa: 38,1 milímetros.
- Dimensões máximas: 143,6 x 23,8 metros.
- Deslocamento padrão: 14.750 toneladas longas.
- Potência máxima do motor: 15.300 cavalos.
- Velocidade máxima: 19 nós.
As características de seu armamento são:
- Diâmetro: 254 milímetros.
- Comprimento do cano: 50 calibres.
- Peso do projétil: 226,8 kg.
- Carga explosiva do projétil: a determinar.
- Velocidade máxima de saída: 914,4 metros por segundo.
- Taxa máxima de tiro: 3,0 tiros por minuto.

Nesse caso, é muito evidente que pode ser sugerido como um prêmio Tier II. Mas há outros navios que são sugeridos que não atendem aos requisitos para serem implantados em determinados níveis e atributos. E isso ocorre porque as características históricas gerais destes individual e coletivamente não são bem analisadas. Essa é a grande carência que vejo nas propostas de uma Árvore Brasileira, que, reitero, apóio, mas com pesquisas e análises até o fim.

Eu não tenho duvidas que o projeto seja anterior ao lançamento do Nueve de Julio, alguns anos inclusive. O que eu quis dizer sobre a possibilidade é porque antes a WG não trabalhava com Tech Tree mistas, nesse período, no começo do jogo, me dediquei a tentar montar uma tech tree brasileira por ser o caminho natural no período, quando veio a Pan Asia abriu a possibilidade de uma tech tree Pan Americana, continuei trabalhando pois sabia que mesmo se a WG fizesse uma arvore mista americana, meu trabalho poderia ser util para saber quais navios e projetos brasileiros poderiam ser usados. 

 

Não vou conseguir lembrar de cabeça de tudo, mas de forma resumida o ramo de cruzadores seria mais ou menos assim:

Tier 1: Bertioga(classe canon, DDE, 8 foram usados pelo Brasil), 3 canhões de 76,2mm

Tier 2: Cruzador Barroso C-1(irmão do Albany)

Tier 3: Cruzador Bahia

Tier 4: não lembro a designação, mas seria um cruzador leve proposto para o Brasil pelo Reino Unido nos anos 20, teria 6 canhões de 152mm em 3x2 e 1x1.

Tier 5: classe Omaha(nos anos 30 o Brasil tentou alugar e depois comprar navios dessa classe, todos os navios da classe)

Tier 6: classe Leander modificado(O programa naval de 1934 previa 2 cruzadores de 8.500 toneladas a serem construidas no Reino Unido, com a guerra buscou-se formas de construir os navios no Brasil, a Classe Leander é apontada como a base desses navios)

Tier 7: Cruzador Tamandaré C-12

Tier 8: classe Cleveland(fez parte da tentativa de aquisição de vários navios de guerra dos EUA em 1943, de acordo com o que pesquisei a transferência dos navios foi aprovada pelo departamento de estado americano, e era vista com bons olhos pelo presidente e pela USNavy, está última pediu que fosse postergada a transferência dos navios pela necessidade deles na luta contra os japoneses, nos EUA a proposta brasileira era vista como uma forma de contra restar a armada argentina, já que nesse período a Argentina mostrava inclinação a favor da Alemanha, não se concretizou posteriormente pela mudança de postura da Argentina em relação a Alemanha nos anos seguintes).

O ramo termina aqui, não encontrei nenhum projeto de cruzador para os tiers 9 e 10. 

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1 hour ago, IbukiBolinho said:

No sé la línea, pero mi única posición frente a Panamericanos es el predominio de un solo país, tanto que apoyé solo propuestas que equilibraran la representación de ABC en el juego. ¿Qué quiero decir con esto? Ahora, como comenté en otras ocasiones, el ejemplo de la línea Pan Asia, en la que la mitad de los barcos son chinos. No quiero ver más barcos argentinos que brasileños y chilenos ; No quiero ver más barcos chilenos que argentinos y brasileños, así como nuestros compañeros de la región no quieren ver más barcos brasileños que argentinos y chilenos, supongo . Eso sí, esto en relación a los forros, porque será el principal.

Mientras no suceda lo que dije, es mejor mantener la idea de seguir adelante con Pan América, sobre todo porque es una idea mucho más desarrollada, antigua y más debatida.

Claro que a diversidade é importante, é riqueza, para jogadores de várias nacionalidades e para o marketing.

Mas isso levanta uma questão prática: como lidar com os navios sugeridos à Wargaming? Com rigor histórico ou com designs inventados?
Por exemplo, sabemos que durante as décadas de 1930 e 1940, a Argentina e o Brasil queriam navios de guerra de 35.000 toneladas e canhões de 381 e 406 milímetros. Mas, no caso do Chile, não parece ser o caso. Que fazemos? Sugerir à Wargaming que formule os encouraçados de alto nível a partir do desenvolvimento tecnológico em que se baseia a documentação histórica argentina e brasileira? Ou sugerimos à Wargaming que invente um encouraçado para o Chile em níveis elevados?
Pessoalmente, sou contra inventar navios para nações que não tiveram um desenvolvimento tecnológico para suportá-los (No Fake Lion, Sorry). Em menor ou maior grau, todas as nações da Pan-América sofrem com isso. Sou a favor de propor navios que sejam apoiados por documentação histórica e, se necessário, associados a elementos de nações menos representadas.

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1 hour ago, IbukiBolinho said:

Linha eu não sei, mas o meu único posicionamento contra em relação a Pan America é a predominância de um país apenas, tanto é que apoiei apenas propostas que equilibraram a representação do ABC no jogo. O que quero dizer com isso? Ora, tal como citei em outras oportunidades, o exemplo da linha Pan Asia, em que metade dos navios são chineses. Não quero ver mais navios argentinos do que brasileiros e chilenos; não quero ver mais navios chilenos do que argentinos e brasileiros, assim como os nossos camaradas de região não querem ver mais navios brasileiros do que argentinos e chilenos, eu suponho. Claro, isso em relação a navios de linha, porque será o principal.

Contanto que o eu disse não ocorra, é melhor manter a ideia de ir em frente com a Pan America, até porque é uma ideia muito mais desenvolvida, antiga e mais debatida.

Eu diria que somente nos ramos de encouraçados e porta aviões(principalmente nesse) é que podemos ter esse problema.

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6 minutes ago, kaiser_wilherm said:

No tengo ninguna duda de que el proyecto es anterior al lanzamiento de Nueve de Julio, unos años inclusive. Lo que quería decir sobre la posibilidad es porque antes el WG no funcionaba con Tech Tree mixto, en ese período, al comienzo del juego, me dediqué a intentar construir un árbol tecnológico brasileño porque era el camino natural en El período, cuando llegó a Pan Asia, abrió la posibilidad de un árbol tecnológico panamericano, seguí trabajando porque sabía que incluso si WG hiciera un árbol americano mixto, mi trabajo podría ser útil para saber qué barcos y proyectos brasileños podrían usarse . 

 

No podré recordar todo en mi cabeza, pero en pocas palabras, el negocio de los cruceros se vería así:

Nivel 1: Bertioga (clase canon, DDE, 8 fueron utilizados por Brasil), 3 cañones de 76,2 mm

Nivel 2: Crucero Barroso C-1 (hermano de Albany)

Nivel 3: Crucero Bahía

Nivel 4: No recuerdo la designación, pero sería un crucero ligero propuesto a Brasil por el Reino Unido en la década de 1920, tendría 6 cañones de 152 mm en 3x2 y 1x1.

Nivel 5: clase Omaha (en la década de 1930, Brasil intentó alquilar y luego comprar barcos de esa clase, todos los barcos de la clase)

Nivel 6: clase Leander modificada (el programa naval de 1934 preveía la construcción de 2 cruceros de 8.500 toneladas en el Reino Unido, con la guerra buscando formas de construir barcos en Brasil, la clase Leander es designada como base de estos barcos)

Nivel 7: crucero Tamandaré C-12

Nivel 8: Clase Cleveland (fue parte del intento de adquirir varios buques de guerra estadounidenses en 1943, según lo que investigué, la transferencia de barcos fue aprobada por el Departamento de Estado de los EE. UU. Y fue vista con buenos ojos por el presidente y la Marina de los EE. UU. este último solicitó que se pospusiera el traslado de los barcos por su necesidad en la lucha contra los japoneses, en Estados Unidos la propuesta brasileña fue vista como una forma de contrarrestar la armada argentina, ya que en ese período Argentina mostró inclinación a favor de Alemania, no se materializó posteriormente debido al cambio de postura de Argentina en relación a Alemania en los años siguientes).

La rama termina aquí, no encontré ningún proyecto de crucero para los niveles 9 y 10. 

Não vou entrar em detalhes para cada caso, mas o Bertioga, o Omaha, o Tamandaré e o Cleveland são cruzadores de segunda mão. Eles teriam alguma diferença com os já presentes no jogo? Seja para uma Árvore Pan-Americana ou para uma Árvore Brasileira, a empresa não vai levantar um dedo para colocar navios de cópia no jogo (como padrão, como premium sim, huehuehue)

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1 minute ago, kaiser_wilherm said:

Yo diría que solo en las ramas de acorazados y portaaviones (especialmente en este) podemos tener este problema.

Tenemos un problema en el tier X.

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5 minutes ago, COLDOWN said:

Não vou entrar em detalhes para cada caso, mas o Bertioga, o Omaha, o Tamandaré e o Cleveland são cruzadores de segunda mão. Eles teriam alguma diferença com os já presentes no jogo? Seja para uma Árvore Pan-Americana ou para uma Árvore Brasileira, a empresa não vai levantar um dedo para colocar navios de cópia no jogo (como padrão, como premium sim, huehuehue)

Estou ciente disso.

No caso do Bertioga, ele é o único que se encaixa para o tier 1, tentei outros navios, como o Monitor Parnaíba, mas não dava certo. E no lugar dos Omaha eu cheguei a colocar o que eu coloquei no tier 4 e no tier 4 colocar outro projeto do mesmo ano só que com 5 canhões de 152mm, mas para o Tamandaré e o Cleveland não tem mais nada a fazer.

O único ramo que não sofreria com esse problema seria o dos encouraçados. Todos os outros tem navios de segunda mão infelizmente, essa é a limitação de uma tech tree brasileira, mas o maior problema para mim é que faltaria apelo nos niveis altos, não seriam muito interessantes e isso era o que mais me preocupava.

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20 hours ago, COLDOWN said:

Claro que a diversidade é importante, é riqueza, para jogadores de várias nacionalidades e para o marketing.

Mas isso levanta uma questão prática: como lidar com os navios sugeridos à Wargaming? Com rigor histórico ou com designs inventados?
Por exemplo, sabemos que durante as décadas de 1930 e 1940, a Argentina e o Brasil queriam navios de guerra de 35.000 toneladas e canhões de 381 e 406 milímetros. Mas, no caso do Chile, não parece ser o caso. Que fazemos? Sugerir à Wargaming que formule os encouraçados de alto nível a partir do desenvolvimento tecnológico em que se baseia a documentação histórica argentina e brasileira? Ou sugerimos à Wargaming que invente um encouraçado para o Chile em níveis elevados?
Pessoalmente, sou contra inventar navios para nações que não tiveram um desenvolvimento tecnológico para suportá-los (No Fake Lion, Sorry). Em menor ou maior grau, todas as nações da Pan-América sofrem com isso. Sou a favor de propor navios que sejam apoiados por documentação histórica e, se necessário, associados a elementos de nações menos representadas.

Compreendo e respeito a sua opinião. No entanto, é como o Captain_Benevolent_Fair disse lá no tópico principal de sugestões; isso tudo de embasamento histórico morreu a partir do momento que inventaram o Yukon. Eu também gosto de coisas mais "pé no chão", mas o jogo evoluiu (eu prefiro dizer que regrediu) ao ponto de que agora, se algo fizer sentido históricamente, estará mais para um bônus, e não uma base, propriamente dita. O próprio Manfred Von Richthofen também é um navio totalmente inventado, e bem compreensível já que é apenas o Tier X. Eu li propostas antigas de linhas de porta-aviões alemães no jogo, de quando ainda haviam 6 navios, e sempre o único problema era o tier X, pois todos os outros tinham algum desenho conceito ou projeto. Então para o nosso caso, acho justificável usar desse recurso para fazer um navio de tier X, visto que todos os outros 9 tiers possuem alguma base, e/ou realmente existiram.

Eu também estranhei o caso do Lion para o Chile (apesar de ter gostado), mas essa estranheza foi embora quando mostraram o Yukon. Yukon, um couraçado canadense, de um país que nunca usou couraçados e os únicos que demonstrou interesse em ter foram da classe QE, e um navio de um projeto que nunca foi feito. O caso do Yukon é bastante comparável a essa proposta de um Lion chileno, e como um deles está no jogo, acredito que é aplicável novamente.

Pois bem, é como eu disse lá no outro tópico: Temos de parar de nos limitar dessa forma. Se o jogo está apostando em loucuras, então, na minha opinião, acredito que é necessário adaptarmos as propostas para esse "meta". Não é justo que outras nações recebam coisas impossíveis, que são apelativas ao público e gerem hype justamente por serem impossíveis enquanto ficamos para trás porque queremos realismo, ao mesmo tempo que "a realidade tende a ser decepcionante". Em resumo: o jogo já tá todo viajado mesmo, e não vai ser a linha pan america sendo 100% fiel históricamente que vai salvar e mudar isso.

Bom, é isso para os couraçados, que eu acredito que têm o seu charme na linha Pan America justamente por lembrar a galera aí de fora que a gente teve couraçado e por ser a linha de navios mais originais dentre as classes da árvore Pan America, pois a maior parte dos contratorpedeiros e cruzadores são de segunda mão, ou construídos por encomenda mas que são membros de classes já existentes no jogo. Independente dos resultados, o nosso objetivo é ter a linha, então eu ficarei satisfeito com o que quer que seja, mas alerto que esse perigo de trazer uma linha que será taxada de "clone" é real, vide os comentários na época da introdução da linha Pan Ásia. Nesse contexto, eu só consigo enxergar como salvação alguma mecânica mágica que realmente torne os navios Pan America apelativos ao público em aspectos de gameplay, e nisso sabemos que não temos muita liberdade de opinar, já que a WG mexe nas mecânicas do jogo de um jeito bastante questionável. Não me entenda mal, mas é dessa forma que eu interpreto a situação.

A minha preocupação é que se essa linha for mal recebida pelos jogadores fora da América do Sul e Central, é que ela será deixada de lado e praticamente nunca mais veremos mais um grande anúncio de uma nova ramificação nela, por exemplo. Sabemos bem que a WG deixou essa linha de escanteio por muito tempo (ainda está deixando) e o meu receio é que só lembrem de fazer alguma coisa nova quando o jogo estiver nas últimas, praticamente. Eu não quero isso, e por isso acho que talvez seja necessário apelar um pouco, pelo menos na introdução dela para ter mais impacto. Se deu pra fazer 9 navios até agora, não vejo problemas em tirar do nada um tier X só pra finalizar a linha.

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2 hours ago, IbukiBolinho said:

Entiendo y respeto tu opinión. Sin embargo, es como Captain_Benevolent_Fair dijo allí en el tema de sugerencia principal; toda esta base histórica murió desde el momento en que inventaron el Yukón. También me gustan más las cosas "con los pies en la tierra", pero el juego ha evolucionado (prefiero decir que ha retrocedido) hasta el punto de que ahora, si algo tiene sentido históricamente, será más un bono, no una base, en sí mismo. . El propio Manfred Von Richthofen también es un barco completamente inventado, y bastante comprensible ya que es solo el Nivel X. Leí viejas propuestas para líneas de portaaviones alemanes en el juego, de cuando todavía había 6 barcos, y siempre el único problema era el tier X, ya que todos los demás tenían algún concepto o diseño de proyecto. Entonces, para nuestro caso, creo que está justificado usar esta función para hacer un barco de nivel X,

También encontré extraño el caso de Lion para Chile (aunque me gustó), pero esa extrañeza desapareció cuando mostraron el Yukón. Yukon, un acorazado canadiense, de un país que nunca usó acorazados y los únicos que mostró interés en tener fueron los de la clase QE, y un barco de un proyecto que nunca se hizo. El caso del Yukón es bastante comparable a esta propuesta para un León chileno, y como uno de ellos está en el juego, creo que vuelve a aplicarse.

Bueno, es como dije en el otro tema: Tenemos que dejar de limitarnos de esa manera. Si el juego es apostar por la locura, entonces, en mi opinión, creo que es necesario adecuar las propuestas para este "gol". No es justo que otras naciones reciban cosas imposibles, que atraen al público y generan exageración precisamente porque son imposibles mientras nos quedamos atrás porque queremos realismo, mientras que "la realidad tiende a decepcionar". En resumen: el juego ya está completamente viajado, y no será la línea panamericana, siendo 100% fiel históricamente eso salvará y cambiará eso.

Bueno, eso es todo para los acorazados , que creo que tienen su encanto en la línea Panamericana precisamente porque le recuerda a la gente de afuera que teníamos acorazados y por ser la línea de barcos más original entre las clases de árboles de Panamerica., ya que la mayoría de los destructores y cruceros son de segunda mano o se construyen bajo pedido, pero son miembros de clases que ya existen en el juego. Independientemente de los resultados, nuestro objetivo es tener la línea, por lo que estaré satisfecho con lo que sea, pero advierto que este peligro de traer una línea que será catalogada como un "clon" es real, ver los comentarios en el momento de la introducción de la línea Pan Asia. En este contexto, solo puedo ver como salvación algunas mecánicas mágicas que realmente hacen que los barcos de Pan America sean atractivos para el público en aspectos de juego, y en eso sabemos que no tenemos mucha libertad para expresar nuestra opinión, ya que el GT cambia el la mecánica del juego de una manera bastante cuestionable. No me malinterpretes, pero así es como interpreto la situación.

Mi preocupación es que si esta línea es mal recibida por jugadores fuera de Sudamérica y Centroamérica, quedará fuera y prácticamente nunca veremos otro gran anuncio de una nueva sucursal en ella, por ejemplo. Sabemos bien que el WG dejó esa línea de esquina hace mucho tiempo (todavía se está yendo) y mi miedo es que solo se acuerden de hacer algo nuevo cuando el partido esté en el último, prácticamente. No quiero eso, por lo que creo que puede ser necesario apelar un poco, al menos en la introducción para tener más impacto. Si fue posible hacer 9 barcos hasta ahora, no tengo ningún problema en sacar un nivel X de la nada solo para terminar la línea.

Obrigado por compartilhar sua posição sobre este assunto.

Não acho que devemos nos preocupar com a recepção de navios latinos. Sua implementação e equilíbrio, bem como a forma como é anunciado, é algo exclusivo da Wg. Além disso, por se tratar de um projeto a ser desenvolvido em última instância, o Latin será associado a uma nova geração de usuários e às novidades que se aplicam no jogo (estou parafraseando o que você indica no seu terceiro parágrafo). Quem sabe se algum de nós ainda estará aqui até lá hue hue hue

No entanto, mantenho meu posicionamento de que é importante para a empresa considerar nossas sugestões técnicas e históricas para seu projeto, já que são elas que dão sabor ao estilo latino (por exemplo: que os porta-aviõeso Independencia, Minas Geraes e Veinticinco de Mayo são premium e no ramo padrão são usados navios modificados, como os cargueiros alemães requisitados pelo Brasil ou os cruzadores Brown convertidos da Argentina óu que os navios de cruzeiro mencionados não permaneçam como meros navios premium nível 5, mas permitem o uso de seus equipamientos em combinação com outros navios, seja o cruzador argentino do 9 3x3 190/52 ou como armamento secundário de algum sugerido encouraçado quimera).


Estou trabalhando em um novo artigo para o Reporte de Batalla: A Brazilian Battleship Line (expandindo meu artigo anterior, mas, devo admitir, sem muitos detalhes que levariam semanas para analisar). Neste, sugiro quais navios projetados, parcialmente construídos ou atribuídos podem ser aplicados para cada nível (Vickers No. 188A como II premium, Armstrong No. 494A como III padrão, Armstrong  No. 640 ou Armstrong  No. 644 como IV padrão, etc.). Estou preso em +8 níveis, então qualquer sugestão é bem-vinda e no post será apreciada.

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44 minutes ago, COLDOWN said:

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Não acho que devemos nos preocupar com a recepção de navios latinos. Sua implementação e equilíbrio, bem como a forma como é anunciado, é algo exclusivo da Wg. Além disso, por se tratar de um projeto a ser desenvolvido em última instância, o Latin será associado a uma nova geração de usuários e às novidades que se aplicam no jogo (estou parafraseando o que você indica no seu terceiro parágrafo). Quem sabe se algum de nós ainda estará aqui até lá hue hue hue

No entanto, mantenho meu posicionamento de que é importante para a empresa considerar nossas sugestões técnicas e históricas para seu projeto, já que são elas que dão sabor ao estilo latino (por exemplo: que os porta-aviõeso Independencia, Minas Geraes e Veinticinco de Mayo são premium e no ramo padrão são usados navios modificados, como os cargueiros alemães requisitados pelo Brasil ou os cruzadores Brown convertidos da Argentina óu que os navios de cruzeiro mencionados não permaneçam como meros navios premium nível 5, mas permitem o uso de seus equipamientos em combinação com outros navios, seja o cruzador argentino do 9 3x3 190/52 ou como armamento secundário de algum sugerido encouraçado quimera).


Estou trabalhando em um novo artigo para o Reporte de Batalla: A Brazilian Battleship Line (expandindo meu artigo anterior, mas, devo admitir, sem muitos detalhes que levariam semanas para analisar). Neste, sugiro quais navios projetados, parcialmente construídos ou atribuídos podem ser aplicados para cada nível (Vickers No. 188A como II premium, Armstrong No. 494A como III padrão, Armstrong  No. 640 ou Armstrong  No. 644 como IV padrão, etc.). Estou preso em +8 níveis, então qualquer sugestão é bem-vinda e no post será apreciada.

Eu também fiquei preso nesse nível, a única possibilidade que eu pude imaginar(literalmente), foi se caso o programa de 1926(o da missão naval americana) tivesse um projeto de encouraçado que usasse 9 canhões de 406mm de 50 cal(as torres Mk2), teria que ser uma versão modernizada de um navio fictício feito para atender os requisitos para os encouraçados do programa de 1926, mas mesmo assim não seria um tier 10 no máximo, pode-se virar um tier 9.(dos programas dos anos 20 o de 1926 foi o que teve mais chances de sair do papel).

Mas de projetos reais, desconheço qualquer navio que poderia ficar acima do nível 8. Pelos dados que tenho qualquer projeto de encouraçado para o Brasil teria que ser anterior a 1943, nesse ano os almirantes brasileiros estavam plenamente convencidos de que os porta aviões eram superiores aos encouraçados, qualquer aquisição de encouraçados visaria apenas a proteção dos porta aviões.

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1 hour ago, COLDOWN said:

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Não acho que devemos nos preocupar com a recepção de navios latinos. Sua implementação e equilíbrio, bem como a forma como é anunciado, é algo exclusivo da Wg. Além disso, por se tratar de um projeto a ser desenvolvido em última instância, o Latin será associado a uma nova geração de usuários e às novidades que se aplicam no jogo (estou parafraseando o que você indica no seu terceiro parágrafo). Quem sabe se algum de nós ainda estará aqui até lá hue hue hue

No entanto, mantenho meu posicionamento de que é importante para a empresa considerar nossas sugestões técnicas e históricas para seu projeto, já que são elas que dão sabor ao estilo latino (por exemplo: que os porta-aviõeso Independencia, Minas Geraes e Veinticinco de Mayo são premium e no ramo padrão são usados navios modificados, como os cargueiros alemães requisitados pelo Brasil ou os cruzadores Brown convertidos da Argentina óu que os navios de cruzeiro mencionados não permaneçam como meros navios premium nível 5, mas permitem o uso de seus equipamientos em combinação com outros navios, seja o cruzador argentino do 9 3x3 190/52 ou como armamento secundário de algum sugerido encouraçado quimera).


Estou trabalhando em um novo artigo para o Reporte de Batalla: A Brazilian Battleship Line (expandindo meu artigo anterior, mas, devo admitir, sem muitos detalhes que levariam semanas para analisar). Neste, sugiro quais navios projetados, parcialmente construídos ou atribuídos podem ser aplicados para cada nível (Vickers No. 188A como II premium, Armstrong No. 494A como III padrão, Armstrong  No. 640 ou Armstrong  No. 644 como IV padrão, etc.). Estou preso em +8 níveis, então qualquer sugestão é bem-vinda e no post será apreciada.

Compreensível xD Também considero super importante que esse conteúdo seja ao máximo caracterizado como deve, com as devidas referências e elementos que fizeram parte da história naval da região, e dessa forma, trazer exatamente isso que você disse, o "sabor latino".

Quanto a seus artigos, além das postagens no fórum e no site, acompanhei suas postagens no Secret Projects em relação aos navios argentinos e brasileiros em dois tópicos que tem lá. Como sempre, bastante interessante e informativo. O Tzoli também é outro mestre e ótimo desenhista, que traz vida a esses projetos realmente esquecidos. Ele fez uma temporada de couraçados argentinos; queria que houvessem desenhos tão bons como o dele dos nossos também, haha.

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meus amigos, a resposta sobre a árvore é, a linha européia possui quantos navios? e a linha asiática? e a linha russa, quantos navios realmente existiram ou não passaram de projetos da própria WG?

Não é necessário ter todas as linhas, se tiver DD suficiente, faça os DD, se tiver encouraçado, faça até onde der... não há problema nisso, quem já jogou navyfield2 sabe. Outra coisa, não temos mais todos os cvs no jogo, o que impede a WG de pular um navio ou outro?

Edited by ThrawnAdmiral
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