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Brooklin82

Árvore tecnológica Panamericana (proposta consolidada)

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(clique na imagem para abrir no tamanho original)

Proposta Consolidada para uma árvore tecnológica no jogo

 

Depois de passar mais de um ano estudando o assunto, juntando desenhos e projetos há muito esquecidos, acho que dá para formar uma proposta e comparar esta com o que já se falou no forum. Por isso que chamo de proposta consolidada. Em linhas gerais, a linha pan-americana seria uma linha que exigiria mais qualidade do jogador, especialmente nos níveis intermediários. Isso refletiria a dificuldade com que as marinhas da América Latina adquiriam novos navios. Geralmente, quando o novo navio era comissionado na frota, ele já era de segunda geração (isso quando não era uma sucata inútil)... e rapidamente perdia a vanguarda tecnológica. Raras foram as exceções em que um navio de primeira geração foi comissionado numa frota latino-americana e permaneceu estrategicamente relevante por vários anos.  Logo, o jogador com um navio latino-americano deveria ser sempre o mais frágil nesse tier, especialmente no caso dos encouraçados e cruzadores.

Num primeiro momento, deixei de fora a proposta de porta-aviões. Parece, sim, que existiram idéias de conversões de navios para a função de porta-aviões, além da aquisição de porta-aviões do final da 2.ª GM. Talvez seja possível cobrir os tiers de 4 a 10. Mas não consegui pesquisar a fundo os projetos e os desenhos. Havendo a possibilidade de pesquisar isso mais a fundo, atualizo a proposta e a imagem.

(Sei que vão perguntar) A imagem no topo é uma edição feita no photoshop  para dar um sabor de 'como seria uma árvore tecnológica completa no jogo'. Não existem esses navios no jogo. A parte borrada é só uma máscara que encobre as linhas as quais eu ainda não terminei o trabalho de equiparar os desenhos que eu encontrei com os navios já existentes no jogo. Na medida que eu for progredindo, eu atualizo a imagem no topo.

 

Links para todos os tópicos que tratam do assunto de navios pan-americanos (os que encontrei; perdão se deixei algum de fora):

Spoiler

 

Nota: minha pesquisa se baseou pesadamente nos livros do Norman Friedman (historiador naval militar). Logo, muito do meu entender sobre os desenhos aqui propostos foi influenciado pela visão daquele historiador.

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Encouraçados da linha pan-americana

Historicamente, só houveram 3 classes comissionadas em marinhas latino-americanas, um que chegou a ser construído, mas foi vendido antes de estar pronto, e um que começou a ser construído, mas nunca foi terminado. Contudo, o desejo de adquirir um encouraçado, mas sem ter verbas em quantidade suficiente para comprar o primeiro projeto que fosse oferecido gerou vários desenhos que permitem uma séria de encouraçados nos níveis inferiores e intermediários. O problema está nos encouraçados dos níveis superiores. O ‘Tratado ABC’, um acordo entre Argentina, Brasil e Chile, pôs fim à corrida de encouraçados na América do Sul. O Tratado Naval de Washington e os subseqüentes, além da penúria fiscal que esses países enfrentaram nos anos 1930 (em especial Brasil e Chile), acabaram com qualquer projeto naval que envolvesse a aquisição de encouraçados. Logo, encouraçados para os tiers 8-10 vão precisar de uma boa dose de imaginação (não que isso falte para os desenvolvedores em São Petersburgo).

Em linha gerais, encouraçados latino-americanos devem ter uma boa velocidade, mas blindagem ruim. O fato é histórico, ao menos para os encouraçados da classe Minas Gerais, Almirante Latorre e Rio de Janeiro (HMS Agincourt). Tanto o Latorre e Agincourt, quando foram adquiridos pela Real Marinha, imediatamente receberam mais blindagem, pois o que possuíam de blindagem era considerado ‘inadequado’ pela Marinha Britânica. Talvez, para compensar a fragilidade no jogo, a seção da casamata (parte do meio do navio, geralmente logo acima da cidadela, com blindagem inferior ao cinturão blindado) pode ter uma recuperação de HP melhor que do resto dos encouraçados. A chance de incêndio deve ser reduzida, mas chance de pane nos motores e no leme deve ser maior, para refletir a dificuldade que era para esses países manter a manutenção desses gigantes em dia.

Outro traço distinto dessa linha é o calibre inferior às outras linhas, mas maior número de peças de artilharia ou maior cadência de tiro, quando a quantidade de canhões for similar a dos outros encouraçados no mesmo tier. A acuidade da mira, bem como o alcance, devem ser medíocres. Parecido com a linha russa/soviética. Boa para curta/média distância, ruim para longas distância. Isso reflete a dificuldade desses países de manter-se em pé de igualdade com equipamentos tecnológicos de ponta (nesse caso, sistemas óticos para telemetria). Na ocasião que o Brasil entrou na 1.ª Guerra Mundial do lado dos Aliados, o governo brasileiro ofereceu o Minas Gerais e o São Paulo para se juntar à ‘Grand Fleet’ que mantinha a marinha alemã encurralada no Mar do Norte. A oferta foi recusada pelos Aliados, pois ambos os navios ainda estavam equipados com a telemetria de uma década atrás e precisariam passar por uma modernização antes de se juntar a essa frota. A modernização do equipamento ótico foi começada no arsenal do Brooklyn (Nova York), mas nunca ficou pronta a tempo para o Minas Gerais e o São Paulo se juntarem à ‘Grand Fleet’.

A última característica é em torno do armamento secundário. Todos os navios da linha deveriam ter uma boa secundária, pois (1) todos os desenhos aqui tomados para construir uma linha são anteriores à 1.ª Guerra Mundial, numa época que armamento secundário tinha grande ênfase. (2) No único estudo para aquisição de um encouraçado após 1920, feito pela Argentina em 1943, as secundárias foram novamente priorizadas. Por outro lado, o armamento AA deve ter menor força, pois as modernizações desse tipo de armamento eram feitos com longos intervalos (isso quando não totalmente desconsiderados). Segundo, tirando um único navio proposto aqui, todos os outros são anteriores a 1920, quando o armamento AA era raquítico, quando não inexistente.

 

Tier 3

Spoiler

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‘São Paulo’ configuração de 1920

Irmão-gêmeo do primeiro encouraçado ‘dreadnought’ de uma nação latino-Americana. Foi por um curto tempo, o encouraçado mais poderoso do mundo junto com o Minas Gerais. Porém, com a conclusão de projetos de encouraçados maiores e de calibre mais pesado, logo se tornou ultrapassado. Em termos de jogo, o São Paulo se assemelharia (no jogo) em muito com o Bellerophon.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 19,3 mil l/ton
Dimensões: 161,5 m x 25,3 m x 8.5 m
Armamento principal: 6x2 EOC 12in/45 Mk VII (305 mm)
Armamento secundário: 22x1 120 mm/50 QF Mk VII (102mm), 2x1 76 mm/50 Armstrong CC
Blindagem: 220 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 21 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (modernização 1920)
HP: 33.900
Alcance: 15 km
AA: 8x2 37/27 Maxim
Ocultamento: 13,7 km
Carga do leme: 16 s
Giro da curva: 560 m
Velocidade máxima: 21 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo

Casco B (modernização 1933)
HP: 36.200
Carga do leme: 12 s
AA: - 8x2 37/27 Maxim, + 4x2 20/60 Madsen
Velocidade máxima: 22,5 nós

Tier 4

Spoiler

Vickers_428.thumb.jpg.3b5dd9790424a20d1c87cfe046e7c4c2.jpg

'Los Andes' - Vickers design 429 (1908) - Argentina

Com o anúncio da construção dos encouraçados brasileiros, o governo argentino imediatamente se lançou a buscar projetos para construção dos seus próprio encouraçados estilo 'dreadnought'. De início, o governo argentino não parecia convencido pela doutrina do 'big guns only', mas, percebendo que o encouraçado brasileiro seguiria esse padrão, resolveu adotá-lo também. Um dos últimos projetos submetidos aos argentinos foi o da Vickers, entre os quais apareciam algumas variações. A primeira variação era praticamente a futura classe Rivadavia. Contudo, entre os outros projetos, aparece um com dimensões menores que o futuro Rivadavia e que parece ser um tier 4 bem interessante. O nome 'Los Andes' foi tomado de um encouraçado de defesa costeira.

Ficha técnica (histórica)
Deslocamento: 25.4 mil l/ton
Dimensões: 172,5 m x 28,7 m x 8,2 m
Blindagem: 279 mm (cinturão)
Armamento principal: 6x2 12in/50
Armamento secundário: 12x1 6in/50 QF
Velocidade máxima: 22,5 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A
HP: 41.200
Alcance: 14,4 km
Armamento secundário: 12x1 6in/50 BL Mk XVI (152 mm), 2x2 102/45 QF Mk XIX
AA: 2x2 102/45 QF Mk XIX, 4x1 40/39 QF Mk II
Ocultamento: 13,9 km
Carga do leme: 18 s
Giro da curva: 570 m
Velocidade máxima: 22,5 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo

Casco B (1920)
HP: 45.320
AA: - 4x1 40/39 QF Mk II, + 2x4 40 mm Vickers 2-pdr Mk VII, 2x4 12,7 mm Mk III
Carga do leme: 12 s
Velocidade máxima: 23,2 nós

Tier 5

Spoiler

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‘Rivadavia’ configuração de 1926

A resposta argentina ao projeto naval brasileiro veio rápido. Prevendo que os estaleiros britânicos estariam muito ocupados com os pedidos domésticos, o governo argentino considerou uma proposta dos estaleiros dos EUA, pois poderiam entregar os encouraçados mais prontamente. Foi o maior dos encouraçados operados por uma nação latino-americana. No jogo, seria semelhante ao Arkansas/Wyoming, mas sem a lerdeza atroz daquele encouraçado e mais algumas melhorias para adequar-se ao tier 5. Possível upgrade do armento principal para 6x2 350mm/50 (a confirmar).

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 27.9 mil l/ton
Dimensões: 178,3 m x 30 m x 8.5 m
Armamento principal: 6x2 12in/45 Bethlehem (305 mm)
Armamento secundário: 12x1 6in/50 Bethlehem (152 mm), 16x1 102/50 Bethlehem, 4x1 76/52 Mk 10
Blindagem: 305 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 22.5 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A
HP: 42.600
Alcance: 14,9 km
Armamento secundário: 12x1 6in/50 Bethlehem (152 mm), 6x1 102/50 Bthlehem
AA: 6x1 102/50 Bethlehem, 4x1 40/56 Mk 1/2
Ocultamento: 16 km
Carga do leme: 17 s
Giro da curva: 600 m
Velocidade máxima: 22,5 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo

Casco B (1920)
HP: 49.000
AA: - 6x1 102/50 Bethlehem, - 4x1 40/56 Mk 1/2, + 6x1 76.2 mm/50 Mk 22 mod2; + 4x2 40 mm Bofors Mk 1
Carga do leme: 11 s
Velocidade máxima: 23,2 nós
Consumíveis: + caças

Tier 6

Spoiler

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(Almirante) 'Cochrane' configuração de 1932 - Chile

Trata-se, na verdade, do Almirante Latorre. Contudo, o mesmo nome foi utilizado para um cruzador chileno. Para que o cruzador tivesse a opção de manter seu nome, optei por usar o nome do segundo navio da classe Latorre que foi vendido aos britânicos junto com o Almirante Latorre, mas, que nunca ficou pronto e acabou sendo convertido em porta-aviões depois da 1.ª GM. O modelo, bem como as características são, na verdade, do Almirante Latorre. Só o nome foi tomado emprestado. Foi incorporado na marinhe britância com o nome de HMS Canada e participou da batalha da Jutlândia. Ao final da guerra, foi ofertado ao governo chileno - que esperava avidamente pela oferta - e foi comissionado na marinha chilena em 1920, tornando-se o encouraçado com maior calibre sendo operado por uma marinha latino-americana (356 mm contra 305 mm do Rivadavia e do Minas Gerais). No jogo, assemelha-se ao Iron Duke, mas com algumas melhorias para se adequar ao tier 6.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 28 mil l/ton
Dimensões: 190,5 m x 28 m x 8.7 m
Armamento principal: 5x2 14in/45 Armstrong A (356 mm)
Armamento secundário: 12x1 6in/50 ArmstrongTT  (152 mm) (BL Mk XVII), 2x1 76/45 20cwt QF HA Mk I/II
Blindagem: 229 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 22,7 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (configuração 1920)
HP: 45.100
Alcance: 16 km
Armamento secundário: -2x1 76/45 20 cwt QF HA Mk I/II; +4x1 4in/45 QF Mk V (102 mm)
AA: 2x1 40/39 2-pdr QF Mk VIII, 6x1 13.2/76
Ocultamento: 14,4 km
Carga do leme: 18 s
Giro da curva: 620 m
Velocidade máxima: 24 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo/Avião de reconhecimento

Casco B (modernizações de 1930 e 1950)
HP: 49.500
AA: -2x1 40/39 2-pdr QF Mk VIII, - 6x1 13.2/76; + 19x1 20 mm Oerlikon Mk 4
Carga do leme: 14 s

Tier 7

Spoiler

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‘Riachuelo’, Armstrong design 781 (1914) – Brasil

Depois de conseguir se desvencilhar do compromisso de compra do Rio de Janeiro, o governo brasileiro começou a procurar por um projeto que superasse os encouraçados chilenos, armados com artilharia de 14” (356 mm). O governo brasileiro acabou por se interessando por um projeto da Armstrong que oferecia uma artilharia de um calibre maior e ainda em teste para a marinha britânica, mas com a fabricação já autorizada pelo governo britânico, os canhões de 15”/42 (381 mm) e que seriam montados na classe Queen Elizabeth, Renown, Revenge e Admiral (HMS Hood). Seriam a melhor artilharia naval já concebida pelos britânicos. O contrato foi firmado em maio de 1914 e os preparativos para a construção começaram imediatamente. Porém, o início da 1.ª Guerra Mundial fez com que o contrato fosse cancelado e a construção abandonada antes mesmo que a quilha do encouraçado fosse batida. Historiadores navais geralmente concordam que, caso tivesse sido completado, o Riachuelo seria um navio estável, com ótimo layout de blindagem, armado com 8 canhões de 15” de ótima acuidade e poder de fogo. Seria uma classe comparável às classes Queen Elizabeth e Renown. No jogo, teria as características do Warspite.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 30,5 mil l/ton
Dimensões: 188,9 m x 28,6 m x 8,5 m
Armamento principal: 4x2 15in/42 BL Mk I (381 mm)
Armamento secundário: 14x1 6in/50 Mk XI (152 mm), 10x1 4in/50 EOC (102 mm)
Blindagem: 342,9 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 22,5 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A
HP: 47.400
Alcance: 16,5 km
Armamento secundário: - 10x1 4in/50 EOC (102 mm); + 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm)
AA: 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm), 8x1 20 mm Oerlikon Mk V, 6x1 12.7 mm Mk III
Ocultamento: 14,4 km
Carga do leme: 20 s
Giro da curva: 610 m
Velocidade máxima: 23 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo/Avião de reconhecimento

Casco A
HP: 52.100
Alcance: 18,15 km
Armamento secundário: - 10x1 4in/50 EOC (102 mm); + 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm)
AA: - 6x1 12.7 mm Mk III; + 2x8 40 mm Vickers 2-pdr Mk VIII
Carga do leme: 14,2 s
Velocidade máxima: 25 nós

Tier 8

Spoiler

Riachuelo-10x381.thumb.jpg.8ddec0b1caa95cae56e66d066d686783.jpg

‘Aquidabã’, Armstrong design 782 (1913) – Brasil

O desenho é a variação maior do projeto apresentado pela Armstrong ao governo brasileiro para construção do Riachuelo depois que o governo brasileiro conseguiu se desfazer do projeto do Rio de Janeiro. O estaleiro Armstrong apresentou diferentes projetos organizados em dois grupos. Projetos de numeração par possuíam 5 torres duplas de 15in/42 (381 mm), enquanto os de numeração ímpar, 4 torres duplas. O governo acabou optando pelo projeto 781, logo, com 4 torres duplas. Foi o maior projeto de navio oferecido para uma nação brasileira em matéria de deslocamento e o último a ser construído. O contrato para construção foi firmado em maio de 1914, com o assentamento da quilha começando imediatamente. Porém, antes que houvesse o batimento da quilha, a eclosão da 1.ª Guerra Mundial interrompeu o projeto. A construção foi cancelada em setembro 1914. No jogo, seria representado por um navio com layout antigo, mas que passou por uma reconstrução, dando maior blindagem e maior velocidade, com algumas semelhanças com o Ashitaka no tier 7 (mas armamento de menor calibre). O nome foi tomado do um encouraçado de torres (pré-dreadnought) da Armada Imperial Brasileira (na verdade, uma versão reduzida do maior encouraçado de torres da Armada Imperial, o Riachuelo).

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 34,5 mil l/ton
Dimensões: 204,2 m x 29,2 m x 8.5 m
Armamento principal: 5x2 15in/42 BL Mk I (381 mm)
Armamento secundário: 12x1 6in/50 Mk XI (152 mm), 10x1 4in/50 EOC (102 mm)
Blindagem: 342,9 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 25 nós

Ficha técnica (histórica):
Casco A (configuração fictícia em meados dos anos 1920)
HP: 52.200
Alcance: 18 km
Armamento secundário: - 10x1 4in/50 EOC (102 mm); + 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm)
AA: + 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm), 4x2 20 mm Oerlikon Mk V
Ocultamento: 16 km
Carga do leme: 20 s
Giro da curva: 710 m
Velocidade máxima: 25 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo/Avião de reconhecimento

Casco B (modernização fictícia no final dos anos 1930/início dos 1940)
HP: 57.400 mil
AA: - 4x2 20 mm Oerlikon Mk V; + 4x8 40 mm Vickers 2-pdr Mk VIII, + 2x4 12.7 mm Mk III
Carga do leme: 14,5 s
Velocidade máxima: 27 nós

Tier 9

Spoiler

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'Moreno', projeto argentino encouraçado de 35 mil ton (1943) - Argentina

Com a 2.ª Guerra Mundial expandindo já sobre três continentes, o governo argentino (bem como os outros governos sul-americanos) começaram a se preparar caso a guerra chegasse, também, à América do Sul. A corrida naval que começou na Europa em meados dos anos 1930 nunca chegou a tomar grandes proporções, pois a eclosão do conflito inviabilizou vários projetos de expansão naval, mas chegou a gerar alguns frutos, como a classe Bismarck, Richelieu, North Carolina e Littorio. Este último que o governo argentino tomou como base para desenhar um projeto de encouraçado de 35 mil toneladas, armado com 3 torres triplas de 15” (381 mm). O estudo para o projeto, finalizado em 1943, logo foi engavetado, pois o desenrolar da guerra mostrava que os encouraçados estavam reduzidos à função de imensas plataformas flutuantes para baterias AA que escoltavam os novos ‘senhores dos mares’, os porta-aviões (em pouco tempo, perderiam também essa função). No mesmo ano, o governo argentino estipulou a compra de um porta-aviões ‘de esquadra’, o que só se materializou mais de uma década depois. O projeto do encouraçado de 35 mil ton foi esquecido. Contudo, continua sendo o único desenho de um encouraçado para uma nação latino-americana após 1920. No jogo, seria muito semelhante ao encouraçado Roma e perfeitamente adequado ao tier 8. O nome moreno foi tomado do segundo encouraçado da classe Rivadavia.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 40,9 mil l/ton
Dimensões: 228 m x 31 m x ? m
Armamento principal: 3x3 15in/50 OTO 1934 (381 mm)
Armamento secundário: 6x2 6in/55 OTO 1936 (152 mm), 6x2 90 mm/50 OTO 1939
Armamento AA: 6x2 90 mm/50 OTO 1939, 4x4 37 mm/50 Breda
Blindagem: 356 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 30 nós

Casco A
HP: 60.000
Alcance: 18 km
AA: 6x2 90 mm/50 OTO 1939, 4x4 37 mm/50 Breda
Ocultamento: 15 km
Carga do leme: 17 s
Giro da curva: 810 m
Velocidade máxima: 30 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo/Avião de reconhecimento

Casco B
HP: 65.400
Armamento secundário: - 2x2 6in/55 OTO 1936 (152 mm)
AA: + 8x2 20 mm/65 Breda 1936
Carga do leme: 14 s

Tier 10

Spoiler

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'Libertad', Super-encouraçado classe Lion (1950) - Chile

O governo chileno nunca realmente se deu por satisfeito com adquirir só um encouraçado. Ao final da 1.ª Guerra Mundial buscaram várias propostas para aquisição de um segundo encouraçado. Mas dificuldades financeiras e os tratados que impuseram limitações na construção de encouraçados logo acabaram por inviabilizar o projeto naval chileno. No final da 2.ª Guerra Mundial se mostraram interessados em adquirir novamente um encouraçado. Os olhos chilenos logo caíram sobre o HMS Vanguard, que era mais um fardo para o orçamento de uma Grã-Bretanha com economia devastada pela guerra. Os britânicos estavam mais do que interessados em trocar o Vanguard por dólares que serviria para ajudar a saldar a dívida de guerra com os os EUA. O negócio só não foi para frente, pois os EUA interferiram e pediram explicitamente que o governo britânico não vendesse o encouraçado aos chilenos ou outra nação sul-americana. Os EUA não queria ter que lidar com uma corrida naval no cone sul e, depois, ter que estabilizar essas economias sobrecarregadas com gastos militares (...sabemos que austeridade fiscal não é lá o forte dos governos latino-americanos, né?)

Seguindo essa lógica (tortuosamente...), a aquisição de um dos Lions pelo Chile resolveria qual encouraçado ter no tier 10. O encouraçado já tomaria como base um (fictício) refit em 1950. Dado o estado avançado da tecnologia... seria de se pensar em ter o consumível de radar e/ou busca hidroacústica.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 40,5 mil l/ton
Dimensões: 225,6 m x 31,7 m x 9,1 m
Armamento principal: 3x3 16in/45 BL Mk III (406 mm)
Armamento secundário: 8 x 2 5,25in/50 QF Mk I (133 mm), 6 x 8 40mm/39 2pdr QF Mk VIII 
Blindagem: 381 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 30 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A
HP: 66.400
Alcance: 20,74 km
Armamento secundário: 8 x 2 5,25in/50 QF Mk I (133 mm)
AA: 8 x 2 5,25in/50 QF Mk I (133 mm), 10 x 8 40 mm/39 2pdr QF Mk VIII, 2x4 40 mm Bofors Mk II, 4x2 40 mm Bofors Mk V, 6x2 20 mm Oerlikon Mk V
Ocultamento: 15,3 km
Carga do leme: 22,2 s
Giro da curva: 830 m
Velocidade máxima: 30 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo/Avião de reconhecimento

 

Encouraçados Premium

Tier 4

Spoiler

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O primeiro encouraçado moderno sul-americano em sua aparência em 1940. Dos dois encouraçados, foi o que recebeu mais modernizações e, a aparência no final de sua vida operacional apresenta um ótimo navio premium para o t4, o qual se converteu em um inferno com aviões digno das piores batalhas do Pacífico no anos 1940. Muitos dos navios no t4 não chegaram a coexistir com avões capazes de carregar torpedos.... mas - sem pânico - O Minas Gerais chegou coberto de armamento AA. Talvez a AA do Minas Gerais em 1940 fosse de qualidade questionável para aquele momento, mas para o t4 é mais que suficiente para abater aviõezinhos de lona pixels com facilidade. É para ser um Texas no t4, mas sem tanto poder de fogo no armamento principal (que continuaria sendo de 12", ou 305 mm)

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 19,3 mil l/ton
Dimensões: 161,5 m x 25,3 m x 8.5 m
Armamento principal: 6x2 EOC 12in/45 Mk VII (305 mm)
Armamento secundário: 22x1 120 mm/50 QF Mk VII (102mm), 2x1 76 mm/50 Armstrong CC
Blindagem: 220 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 21 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (modernização 1933+1940)
HP: 36.200
Alcance: 15 km
AA: 8x2 37/27 Maxim, + 4x2 20/60 Madsen
Ocultamento: 13,7 km
Carga do leme: 12 s
Giro da curva: 560 m
Velocidade máxima: 22 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo

Tier 5

Spoiler

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‘Rio de Janeiro’ configuração de 1918

A ‘espingarda brasileira’. Concebido como o terceiro encouraçado do projeto naval brasileiro de 1908, foi vendido ainda em construção ao Império Otomano, pois o governo brasileiro descobriu que os encouraçados chilenos seriam armados com canhões de 14”, maiores que os de 12” montados na classe Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Acabou sendo tomado pelos britânicos, que receosos que os otomanos se alinhassem com a Alemanha (o que de fato aconteceu no final de 1914), impediram que o navio deixasse a Grã-Bretanha até que o governo otomano desse provas de neutralidade no conflito  ̶  que não aconteceu. Tomado à força, foi incorporado na Marinha Britânica sob o nome de ‘HMS Agincourt’, apelidado de ‘palácio de gin’ pelos marinheiros. Foi imediatamente mandado de volta para o estaleiro para receber blindagem mais grossa. Mesmo com mais blindagem, não era um navio muito bem visto dentro da marinha britânica, que considerava o navio ‘um paiol pronto para explodir, sendo seu imenso volume de fogo sua única opção de defesa’. Participou da batalha da Jutlândia, durante a qual, a cada salvo que dava, os navios em volta achavam que o Agincourt havia detonado, dado a imensa nuvem de fumaça que se formava quando os 14 canhões do navio abriam fogo. Apesar do mal-agouro, o Agincourt não detonou-se e terminou a guerra ileso. Foi ofertado uma segunda vez para o governo brasileiro em 1921. A oferta foi seriamente considerada, mas as condições financeiras do governo brasileiro impediam de aceitar a oferta.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 27,5 mil l/ton
Dimensões: 204,7 m x 27,1 m x 8.2 m
Armamento principal: 7x2 12in/45 Armstrong W (305 mm)
Armamento secundário: 12x1 6in/50 Armstrong RR (152 mm), 10x1 76/50 Armstrong ZZ1
Blindagem: 229 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 22 nós

Casco A (configuração 1918 + possível modernização meados 1920)
HP: 44.200
Alcance: 14 km
Armamento secundário: 10x1 76.2 mm/45 HA Mk IV
AA: + 2x4 40 mm Vickers2-pdr Mk VII, + 4x1 20 mm Oerlikon Mk 4
Ocultamento: 13,3 km
Carga do leme: 12 s
Giro da curva: 670
Velocidade máxima: 24,5 nós

Tier 6

Spoiler

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 'Constituición', Vickers design 757b (1918) - Chile

O último projeto apresentado para um país sul-americano foi o da Vickers 757. Tomei a variante 'B', pois era o maior. O governo chileno, apesar de concordar com a venda do Almirante Latorre e do Almirante Cochrane no início da guerra, estava insatisfeito de poder comprar de volta só um dos encouraçados. Apesar do governo britânico ter sido generoso em ambas as operações, o governo chileno continuava em busca do seu segundo encouraçado para manter-se em pé de igualdade perante os seus vizinhos sul-americanos. Ambos tinham 2 encouraçados em suas marinhas. Com o saldo da operação de venda dos encouraçados, tentou tocar um novo projeto, mas a dificuldade financeira generalizada no início dos anos 1920 impediu que esse projeto se concretizasse. O subseqüente Tratado Naval de Washington impunha limitações à construção de novos encouraçados e estendia as limitações para os estaleiros das nações signatárias. Ou seja, vedava a construção de encouraçados até mesmo para outros países. O projeto apresentado pela Vickers em 1918 é o mais interessante desse grupo, pois trata-se de um cruzador de batalha (o governo chileno insistia sempre na maior velocidade possível). Na descrição do projeto, contudo, não havia especificação do layout do armamento principal. A única certeza é que seriam os novos canhões da BL 15/42 Mk I.  O desenho foi tomado da classe Tiger, última classe de cruzador de batalha antes do início da guerra. Provavelmente, o projeto da Vickers seria fortemente influenciado pelo design dessa classe. Ou, talvez, fosse influenciado pelo design da classe Renown (1916), desenho à direita, última classe completada antes da classe Admiral (Hood).

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 32,3 mil l/ton
Dimensões: 198,1 m x 28,6 m x 8,2 m
Armamento principal: não-especificado
Armamento secundário:
Blindagem: 254 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 28 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A
HP: 49.500
Alcance: 16,5 km
Armamento principal: 4x2 15in/42 BL Mk I (381 mm)
Armamento secundário: 8x1 120 mm/40 QF Mk VIII, 4x4 102 mm/45 QF Mk XIX
AA: 4x4 102 mm/45 QF Mk XIX, 2x8 40 mm Vickers 2-pdr. Mk VIII, 12x1 20 mm Oerlikon Mk IV
Ocultamento: 15 km
Carga do leme: 14 s
Giro da curva: 780 m
Velocidade máxima: 28 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo

Tier 7

Spoiler

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‘Ipiranga’, Armstrong design 685A (1914) - Brasil

O maior calibre já oferecido a uma marinha sul-americana foi de 16” (406 mm), durante o processo de designação de qual projeto seria escolhido para ser construído. Ambos os estaleiros britânicos, Vickers e Armstrong, ofereceram projetos com canhões de 16” e 15”. O governo brasileiro acabou interessando-se por um projeto menor da Armstrong, armado com canhões de 15”. Em matéria de blindagem e deslocamento, o projeto ficaria perto dos números dos projeto escolhido, mas não seria o de maior deslocamento. O maior deslocamento estava entre os projetos-irmãos que levariam à construção do Riachuelo (design 781). Seria  encouraçado com maior velocidade dos projetos apresentados ao governo brasileiro. Em matéria de jogabilidade, teria o mesmo layout de armamento que o Ashitaka, mas com as dimensões do Colorado. Um navio até que pequeno, mas com um pode de fogo devastador. Teria pouco HP para um encouraçados no t7, mas que fosse pego oferecendo o costado para seus 10 canhões de 16", com certeza seria deletado instantaneamente.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 31,3 mil l/ton
Dimensões: 198,1 m x 28,6 m x 8.5 m
Armamento principal: 5x2 16in/40  (406 mm)
Armamento secundário: 14x1 6in/50 (152 mm)
Blindagem: 305 mm (cinturão)
Velocidade máxima: 23 nós


Ficha técnica (no jogo):
Casco A
HP: 53.200 mil
Alcance: 18 km
Armamento secundário: + 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm)
AA: + 5x2 QF 4in Mk XIX (102 mm), 2x8 40 mm Vickers 2-pdr Mk VIII, 4x2 20mm Oerlikon Mk V
Ocultamento: 16 km
Carga do leme: 15 s
Giro da curva: 650 m
Velocidade máxima: 25 nós
Consumíveis: Controle de avaria/Equipe de reparo/Avião de reconhecimento

 

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Cruzadores da linha pan-americana

Em termos de história naval, cruzadores operando em marinhas da América Latina foi maior e mais abundante do que encouraçados. Porém, a aquisição de cruzadores se concentra em dois extremos do período coberto pelo jogo e, se não fosse a modernização da Armada Argentina em meados dos anos 1930, estaríamos em um 'mato-sem-cachorro'  para os níveis intermediários. A primeira 'onda' de aquisições de cruzadores se dá na virada do século, quando Chile e Argentina entravam em uma corrida naval fomentada pela desconfiança mútua que o peso da marinha rival seria usado contra eles em uma futura disputa pelas fronteiras na Patagonia. Vários cruzadores protegidos (e até alguns cruzadores couraçados) foram adquiridos. A corrida naval entre Argentina e Chile acabou em 1902, mas durou pouco. O projeto de expansão naval brasileiro, centralizado pela compra de 3 encouraçados moderno estilo 'dreadnought', reacendeu a corrida. Cruzadores foram cotados para compor a escolta desses gigantes de aço. A estabilização do equilíbrio de encouraçados em 2 por cada nação (o Chile acabaria não conseguindo seu segundo encouraçado, vendido aos britânicos já em guerra com a Alemanha) e o início da 1.ª Guerra Mundial postergou muitos projetos do pré-guerra, os quais acabaram nunca sendo realizados. A penúria de projetos e propostas começa em 1920 e se estende aos anos 1930, quando o governo argentino decide modernizar sua esquadra e adquire 3 cruzadores modernos. A obsolescência dos maiores navios das marinhas sul-americanas fez esses governo reiniciarem um ciclo de projetos juntos a estaleiros britânicos uma vez que a 2.ª Guerra Mundial entra em seus momentos finais. Até a Venezuela, que tinha uma marinha desprovida de unidades capitais, apresenta um ambicioso projeto para a compra de um cruzador com base nas receitas da exportação de petróleo. A compra de novos navios só não foi adiante pela interferência dos EUA, que não desejava uma corrida naval na América do Sul e temia a desestabilização política que se seguiria à ruína financeira deses estados por causa dessa corrida naval. Transferiu dois cruzadores da classe Brooklyn para cada país ABC - sendo representado pelo único navio pan-americano no jogo - e os planos da Venezuela logo naufragaram junto com a presidência de Jiménez e deixaram de ser uma preocupação para os EUA. Mesmo assim, Chile e Peru adquiriram posteriormente cruzadores europeus desenhados no final da guerra ou no imediato período pós-guerra. Um deles - muchíssimas gracias a los peruanos - converteu-se em navio-museu.

A jogabilidade dos cruzadores giraria em torno do fato da maioria esmagadora dos cruzadores adquiridos ou planejados terem sido cruzadores leves (152 mm de artilharia principal). O calibre de 152 mm acompanharia a linha até o tier 10. O fato de serem, na sua maioria, cruzadores de dimensões menores e mais frágeis, também seria refletido no jogo por um ótimo ocultamento e pouca blindagem. Ocultamento seria igual ou melhor que dos cruzadores japoneses e com a capacidade de usar ofensivamente seus torpedos (alcance dos torpedos superior ao raio de ocultamento), usando torpedos com bom dano alfa, mas em menor número. Blindagem seria similar a dos cruzadores leves britânicos. Consumível de equipe de reparo (recuperação de HP) talvez seja necessário a partir do t6 ou t7 (o 'Nueve de Julio' já o tem no t7).

 

Tier 1

Spoiler

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'Durango', 1942 (México)

Avisos, corvetas e outros navios combatentes de pequeno porte são abundantes entre os países da América Latina. Optei por tomar um que fosse aproximadamente contemporâneo dos outros navios no tier 1 e que fosse de uma nação não representada na árvore tecnológica pan-americana. A opção recaiu sobre o Durango. Seu comissionamento na marinha mexicana é de 1936 e foi projetado como um navio para múltiplas tarefas. Entre outras funções, podia servir de transporte de tropas e até de cavalos. O navio serviu na marinha mexicana até 2001, passando por diversas modernizações. Após 2001, foi preservado como um navio-museu no memorial de Masatlan (outro motivo para seu modelo ser incluído no jogo). O deslocamento do navio seria similar a do 'Black Swan', superior a do 'Orlan', do 'Hashidate' e do 'Chengan'. Tal como ocorreu com o o 'Chengan', será necessário fazer uma alteração no modelo e trocar o armamento principal de 2x1 para 2x2, para que assim o navio tenha condições de enfrentar outros navios no t1 em pé de igualdade.

Ficha técnica (histórica) em 1942:
Deslocamento: 1,6 mil ton
Dimensões: 86 m x 12,2 m x 3 m
Armamento principal: 2x1 4in/45 Vickers Mk LA (102 mm)
Armamento secundário: 2x1 57/40 Hotchkiss, 2x2 25/60 Hotchkiss
Armamento AA: 3x1 20/70 Mk 4
Blindagem: indisponível
Velocidade máxima: 20 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1942)
HP: 7,4 mil
Alcance: 8,75 km
AA: 2x2 25/60 Hotchkiss, 3x1 20/70 Mk 4
Ocultamento: 7 km
Carga do leme: 2,9 s
Giro da curva: 550 m
Velocidade máxima: 20 nós
Consumíveis: Controle de avaria

Tier 2

Spoiler

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(Ministro) 'Zenteno' (1896), Chile

O cruzador Zenteno foi o primeiro de uma série de 4 cruzadores encomendados pela Armada Imperial do Brasil em meados dos anos 1880 para escoltar seus novos encouraçados Riachuelo e Aquidabã. Contudo, o fim da monarquia em 1889 e a crise política e econômica que se seguiu fez com que o governo brasileiro conseguisse adquirir somente 1 deles. O primeiro dos cruzadores já foi posto à venda ainda na rampa de lançamento, sendo adquirido pela marinha do Chile. Os outros dois foram comprados pelo governo dos EUA. Um dos irmãos-gêmeos já está no jogo, o USS Albany (t2), o último da série de 4 navios. O USS Albany, USS New Orleans e o Almirante Barroso (C-1) todos têm a mesma aparência; já o Zenteno possui o armamento todo padronizado em 8x1 6in/45 QF (152 mm). No jogo, os outros três possuem 2 canhões de 6" a menos e, no lugar destes, 4x1 120 mm. O comprimento do canhão de 6" também difere do 'Albany'. O simples fato dessa classe ter servido em duas marinhas sul-americanas e de já existir no jogo, faz do Zenteno o perfeito cruzador tier 2. Seria um cruzador com um poder de fogo alto, mas ainda inferior ao 'Jurien' e ao 'Weymouth'. Talvez, o casco A pudesse ter a configuração de 6x1 6" (convertendo-se, assim, no 'Almirante Barroso') e o casco B, com 8x1 6" no 'Ministro Zenteno' histórico.

Ficha técnica (histórica) em 1896:
Deslocamento: 3,4 mil ton
Dimensões: 100,6 m x 13,3 m x 5,2 m
Armamento principal: 8x1 6in/45 QF Mk I
Armamento secundário: 10x1 57/40 Hotchkiss, 4x1 37/20 Hotchkiss
Blindagem: 32 mm (deck), 89 (encostas), 102 (reduto)
Velocidade máxima: 20,2 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1896)
HP: 15,5 mil
Armamento principal: 6x1 6in/45 QF Mk I
Armamento secundário: 4x1 120/50
Alcance: 9,2 km
Ocultamento: 8,8 km
Carga do leme: 8 s
Giro da curva: 550 m
Velocidade máxima: 20 nós
Consumíveis: Controle de avaria

Casco B (fictício, 1902)
HP: 16,7 mil
Armamento principal: + 2x1 6in/45 QF Mk I
Armamento secundário: - 4x1 120/50
Alcance: + 10%
Carga do leme: 6,5 s
Velocidade máxima: 20 nós
Consumíveis: idem

Tier 3

Spoiler

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'Bahia' (1910) - Brasil

Percebendo o quão obsoleto havia se tornado a marinha brasileira após 20 anos de descuido, um ambicioso projeto de renovação na marinha foi lançado em 1908. s figuras mais conhecidas desse projeto são os encouraçados 'Minas Gerais' e 'São Paulo'. Contudo, o projeto incluía cruzadores e contra-torpedeiros para operaram em conjunto com os novos encouraçados. Os cruzadores planejados - e adquiridos em 1910 - foram os gêneros 'Bahia' e 'Rio Grande do Sul'. Na época de seu comissionamento, eram os dois cruzadores mais rápidos do mundo. Seria o menor cruzador no t3, mas com uma poderosa bateria de 10x1 120 mm. O casco B do navio refletiria a aparência do cruzador após a modernização de 1926, que adicionou mais uma chaminé ao perfil do navio.

Ficha técnica (histórica) em 1910:
Deslocamento: 3,1 mil ton
Dimensões: 115,8 m x 11,9 m x 4,4 m
Armamento principal: 10x1 120/50 Armstrong CC
Armamento secundário: 6x1 47/40 Hotchkiss, 2x1 450 mm TT
Blindagem: 19 mm (deck), 31 (encostas), 76 (reduto)
Velocidade máxima: 26,5 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1910)
HP: 15,1 mil
Armamento principal: 10x1 120/50 Armstrong CC
Armamento secundário: 2x1 450 mm TT
Armamento AA: 4x1 76/40 EOC
Alcance: 10 km
Ocultamento: 8,1 km
Carga do leme: 6,5 s
Giro da curva: 550 m
Velocidade máxima: 26,5 nós
Consumíveis: Controle de avaria

Casco B (1926)
HP: 16,5 mil
Armamento secundário: - 2x1 450 TT; + 2x2 533 TT
Armamento AA: - 4x1 76/40 EOC; + 7x1 20/70 Mk 4 (refit 1942)
Alcance: + 10%
Carga do leme: 4,5 s
Velocidade máxima: 28 nós
Consumíveis: idem

Tier 4

Spoiler

(esquema do projeto a ser adicionado)

Vickers design 673 (1913) 'Guanabara' - Brasil

Com o desejo do governo brasileiro de rever o último encouraçado do seu projeto, descartando o 'Rio de Janeiro' e iniciando planos para um terceiro com dimensões maiores, surgiram, também, projetos para cruzadores que formariam a escolta desse encouraçado. Com o cancelamento da construção do encouraçado 'Riachuelo' em setembro de 1914, também foram engavetados todos os projetos de cruzadores para a marinha brasileira ligados a esse projeto.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 4,7 mil ton
Dimensões: 131 m x 14,2 m x 4,5 m
Armamento principal: 10x1 6in/50 BL Mk XI (152)
Armamento secundário: 4x1 47/50 3-pdr QF Vickers
Blindagem: 19 mm (deck), 51 (encostas), 102 (reduto)
Velocidade máxima: 28 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1913)
HP: 18,3 mil
Armamento principal: 10x1 120/50 Armstrong CC
Armamento secundário: 2x2 533 mm TT
Armamento AA: 2x1 76/45  HA Mk IV
Alcance: 12,4 km
Ocultamento: 9,6 km
Carga do leme: 6 s
Giro da curva: 540 m
Velocidade máxima: 29 nós
Consumíveis: Controle de avaria/busca hidroacústica

Casco B (refit fictício 1924)
HP: 20,2 mil
Armamento secundário: idem
Armamento AA: - 2x1 76/45  HA Mk IV; + 40mm 2-pdr Vickers Mk VIII, 4x4 12,7 mm Mk II
Alcance: + 10%
Carga do leme: 4,3 s
Velocidade máxima: 30 nós
Consumíveis: idem

Tier 5

Spoiler

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Vickers-Armstrong design 1094 (1937) - CL 'Chacabuco'

 

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 6.1 mil ton (presumido)
Dimensões: 152 m x 15,8 m x 8,5 m
Armamento principal: 3x2 6in/50 (152 mm) Mk XXI
Armamento secundário: 2x3  533mm TT 
Armamento AA: 6x1 76mm HA, 2x2 40mm Bofors
Blindagem: (desconhecido; similar às classes Emerald/Leander) 76 mm (cinturão), 25 mm (deck)
Velocidade máxima: 30 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1937)
HP: 21,5 mil
Armamento principal: 3x2 6in/50 (152 mm) Mk XXI
Armamento secundário: tbd
Armamento AA: tbd
Alcance: 12 km
Ocultamento: 10 km
Carga do leme: 10,5 s
Giro da curva: 570 m
Velocidade máxima: 30 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, avião de reconhecimento/equipe de reparo

Casco B (refit fictício 1942)
HP: 23,650 mil
Armamento secundário:tbd
Armamento AA: tbd
Carga do leme: 6,7 s
Velocidade máxima: idem
Consumíveis: idem

Tier 6

Spoiler

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'La Argentina' (1939)

Durante o final dos anos 1920 e início dos 1930, as principais marinhas da América do Sul se interessaram por adquirir cruzadores modernos para suas frotas. Porém, a penúria econômica que se instalou após 1929, e a pressão do governo britânico para que seus estaleiros não vendessem cruzadores pesados (assunto controverso na época e matéria de uma série de novos tratados navais em negociação) fez com que os projetos fossem engavetados na maioria dos casos. O governo argentino, contudo, conseguiu adquirir 2 cruzadores pesados juntos aos italianos e, dos projetos oferecidos pelos estaleiros britânicos, frutificou um projeto na forma de um cruzador leve. 'La Argentina' tomou como base o projeto da classe Arethusa (no jogo, temos uma versão após um fictício refit no t6, o Huanghe, ainda com torres duplas), mas já com torres triplas. Trata-se de um dos protótipos para uma das melhores torres triplas de 6" já desenvolvida pelos britânicos: a 6in/50 Mk XXIII (bateria principal do 'Fiji', 'Edinburgh', 'Belfast' e 'Neptune'). 'La Argentina' serviu como cruzador e como navio-escola. Exclusivamente como navio-escola, até 1961, quando passou para reserva.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 6,5 mil ton
Dimensões: 155,4 m x 17,2 m x 5 m
Armamento principal: 3x3 6in/50 (152 mm) Vickers-Armstrong W
Armamento secundário:  4x1 4in/45 (102 mm) Vickers-Armstrong P,  2x3 533 TT
Armamento AA: 4x1 4in/45 (102 mm) Vickers-Armstrong , 6x2 25/70 Vickers, 12x1 7,7/87
Blindagem: 76 mm (cinturão), 51 mm (deck), 76 (reduto)
Velocidade máxima: 30 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1939)
HP: 24 mil
Armamento principal: 3x3 6in/50 (152 mm) Mk XXII
Armamento secundário: 2x1 4in/45 (102 mm) QF Mk XIX,  4x3 533 TT
Armamento AA: 2x1 4in/45 (102 mm) QF Mk XIX, 2x8 40 mm Vickers 2-pdr Mk VII, 6x2 20 mm Oerlikon Mk IV, 2x4 12,7 mm Mk III
Alcance: 12 km
Ocultamento: 9,5 km
Carga do leme: 11 s
Giro da curva: 570 m
Velocidade máxima: 30 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, avião de reconhecimento

Casco B (refit fictício 1949)
HP: 28,5 mil
Armamento secundário: - 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L; + 4x2 4in/45 (102 mm) QF Mk XIX
Armamento AA:  - 6x2 20 mm Oerlikon Mk IV, - 2x4 - 12,7 mm Mk III; + 4x4 40 mm Bofors Mk V, + 8x1 20 mm Oerlikon Mk IV
Alcance: + 10%
Carga do leme: 7 s
Velocidade máxima: idem
Consumíveis: idem

Tier 7

Spoiler

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Vickers design 758a (1919) 'Esmeralda' - Chile

Provavelmente o último projeto para cruzador oferecido a uma nação sul-americana. na verdade, o projeto foi, primeiramente, apresentado ao governo chileno e, não havendo interesse, o mesmo projeto foi apresentado ao chileno. Trata-se de um cruzador leve de desenho moderno, já equipado com torres duplas (a primeira classe de cruzadores lever equipados com torres na marinha britânica só seriam construídos no anos 1930) e boa capacidade de torpedos.. O nome foi tomado de um cruzador couraçado chileno.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 7 mil ton
Dimensões: 160 m x 15,7 m x 4,7 m
Armamento principal: 4x2 6in/50 (152 mm) Mk XXI
Armamento secundário:  2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L,  4x3 533 TT
Armamento AA: 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L, 2x1 40/39 Mk II
Blindagem: (desconhecido; similar às classes Emerald/Leander) 76 mm (cinturão), 25 mm (deck)
Velocidade máxima: 29 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1919)
HP: 25,2 mil
Armamento principal: 4x2 6in/50 (152 mm) Mk XXI
Armamento secundário: 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L,  4x3 533 TT
Armamento AA: 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L, 2x1 40/39 Mk II
Alcance: 14 km
Ocultamento: 10 km
Carga do leme: 11 s
Giro da curva: 640 m
Velocidade máxima: 30 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, avião de reconhecimento/equipe de reparo

Casco B (refit fictício 1930)
HP: 29,3 mil
Armamento secundário: - 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L; + + 4x2 4in/45 (102 mm) QF Mk XIX
Armamento AA: - 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L, - 2x1 40/39 Mk II; + 4x2 4in/45 (102 mm) QF Mk XIX, + 2x4 40 mm Bofors Mk II, + 8x1 20mm Oerlikon Mk IV
Alcance: + 10%
Carga do leme: 7 s
Velocidade máxima: idem
Consumíveis: idem

Tier 8

Spoiler

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(Almirante) 'Latorre' (1947, 1971)

Nos anos 1950, as principais marinhas da América do Sul estavam cotando ambiciosos projetos de modernização e ampliação naval junto a estaleiros britânicos. Entretanto, os EUA não via com bons olhos esse movimento e temia ter que remediar governos à beira da falência por conta de gastos muito além das capacidades por manterem um projeto naval ambicioso. Para refrear as nações sul-americanas, os EUA transferiu seus 6 cruzadores da classe Brooklyn, extinguindo boa parte do interesse dessas marinhas por novos navios. A partilha favoreceu os países ABC...e deixou de fora um outro país que, apesar da modesta economia, vinha crescendo e, logo, passou a ter condições para pleitar navios maiores em sua marinha: o Peru. A aquisição dois navios da classe Crown Colony nos anos 1960 e, na década seguinte, de mais dois cruzadores da classe De Ruyter dava uma boa posição ao Peru frente às outras marinhas. O governo chileno não tardou em buscar mais cruzadores para sua marinha, e acabou optando por um cruzador sueco do final dos anos 1940. A essa altura da evolução tecnológica os cruzadores de artilharia, porém, lentamente tornavam-se obsoletos. Seu uso estava mais restrito à cobertura aérea e varredura por radar.

Ficha técnica (histórica-1971):
Deslocamento: 7,6 mil ton
Dimensões: 174 m x 16,7 m x 5,7 m
Armamento principal: 1x3 6in/53 (152 mm) M42, 2x2 6in/53 (152 mm) M4
Armamento secundário:  2x3 533 TT
Armamento AA: 4x1 57/60 M50, 11x1 40/70 M48
Blindagem: 80 mm (cinturão), 30 mm (deck), 50 mm (deck sobre cidadela)
Velocidade máxima: 33 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1947)
HP: 25,6 mil
Armamento principal: 3x3 6in/50 (152 mm) Mk XXII
Armamento secundário: 2x3 533 TT
Armamento AA: 10x2 40/60 M36, 7x1 20/66 M40
Alcance: 15,7 km
Ocultamento: 11 km
Carga do leme: 12 s
Giro da curva: 800 m
Velocidade máxima: 33 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, radar, equipe de reparo

Casco B (refit fictício 1951)
HP: 28,6 mil
Armamento secundário: - 2x1 4in/45 (102 mm) Vickers Mk L; + 4x2 4in/45 (102 mm) QF Mk XIX
Armamento AA:  - 10x2 40/60 M36, - 7x1 20/66 M40; + 4x1 57/60 M50,  + 11x1 40/70 M48
Alcance: + 10%
Carga do leme: 8 s
Velocidade máxima: idem
Consumíveis: idem

Tier 9

Spoiler

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Vickers-Armstrong design 1224 33/202 (1952) 'Falcón' - Venezuela

Com o orçamento nacional garantindo pela produção de petróleo, o governo da Venezuela também se lançou em um ambicioso projeto de expansão naval nos anos 1950 e cotou vários projetos junto aos estaleiros britânicos para a aquisição de uma frota de porta-aviões, cruzadores e contra-torpedeiros modernos. Por interferência dos EUA, somente os projetos para contra-torpedeiros conseguiram avançar a tempo do golpe de Estado que derrubou o então presidente Jiménez. Junto com o ditador defenestrado, naufragaram os projetos de aquisição de cruzadores leves e pesados pela Venezuela. Apesar de carregar somente três torres triplas, estas seriam as novíssimas torres Mk XXVI armada com os canhões de uso dual QF 6-inch Mark N5. A classe de cruzadores Tiger usavam a versão montada em torres duplas. A cadência de fogo é de impressionantes 20 tiros por minuto (1 a cada 3 segundos). O projeto acabou se demorando, pois a torre, de tão moderna, continuava sob sigilo do governo britânico e só poderia ser exportada a partir de 1962. A Vickers-Armstrong tentou convencer o governo venezuelano de montar as versões duplas, que já existiam no estoque e podia ser exportadas. O projeto foi rejeitado em finais de 1955, com a Vickers-Armstrong apresentando uma contra-proposta de um cruzador de míssil. A aprovação desse outro projeto aconteceu um pouco antes do golpe de Estado que retirou Jiménez do poder (1957) e suspendeu qualquer projeto naval. O nome 'Falcón' foi tomado de contra-torpedeiros adquiridos pela Venezuela em 1973.

 

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 8 mil ton
Dimensões: 174 m x 16,7 m x 5,7 m
Armamento principal: 3x3 QF 6in/50 Mk XXVI N5
Armamento secundário:  6x1 4in (102 mm) Mk N, 2x4 533 TT
Armamento AA: 3x3 QF 6in/50 Mk XXIV N5, 6x1 4in/62 (102 mm) Mk N, 3x2 40/70 Bofors Mk V
Blindagem: 76 mm (cinturão), 25 mm (deck)
Velocidade máxima: desconhecido

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1955)
HP: 27 mil
Armamento principal: 3x3 QF 6in/50 Mk XXVI N5
Armamento secundário: 6x1 4in (102 mm) Mk N, 2x4 533 TT
Armamento AA: 3x3 QF 6in/50 Mk XXIV N5, 6x1 4in/62 (102 mm) Mk N, 3x2 40/70 Bofors Mk V
Alcance: 15,7 km
Ocultamento: 11 km
Carga do leme: 12 s
Giro da curva: 660 m
Velocidade máxima: 33,5 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, radar, equipe de reparo

Casco B (refit fictício 1959)
HP: 430 mil
Armamento secundário: idem
Armamento AA: -3x2 40/70 Bofors Mk V; + 3x2 40 mm STAAG
Alcance: + 10%
Carga do leme: 8 s
Velocidade máxima: idem
Consumíveis: idem

Tier 10

Spoiler

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Vickers-Armstrong design 1124A (1950) 'San Martín' - Argentina

Durante os anos 1950, tendo um governo forte centrado na figura de Perón, o governo argentino se lançou a um projeto de expansão naval que tinha como objetivo superar as forças das marinhas brasileiras e chilenas somadas. O governo argentino se voltou aos estaleiros britânicos com um pedido do que poderia ter sido o maior cruzador latino-americano. Muito influenciado pelo projeto britânico do Neptune (design Y), seria o único cruzador, construído ou projetado, a ultrapassar o limite de 10 mil toneladas com folga. O projeto acabou sendo abandonado depois que os EUA transferiu dois cruzadores da classe Brooklyn para cada um dos países do ABC. Agora, se o governo Argentino desejasse equiparar-se à soma das duas marinhas rivais, teria que adquirir mais 2 cruzadores leves e manter 4 cruzadores em sua esquadra, tornando tudo muito caro para uma marinha que já mantinha dois porta-aviões operacionais. Os projetos sul-americanos, de certa forma, competiam com projetos britânicos de modernização da frota (a classe Sverdlov dos soviéticos em meados dos anos 1950 tirou o sono de muita gente no Almirantado britânico) utilizando estaleiros e produção de armamentos que poderiam ser destinados à modernização da marinha britânica. Ademais, a exigência dos estaleiros britânicos de serem pagos em dólar - e não libras esterlinas da dívida de guerra britânica com vários países - para reequilibrar o saldo da dívida de guerra com os EUA, terminou por inviabilizar o projeto.

Ficha técnica (histórica - 1950):
Deslocamento: desconhecido (15,3 mil ton tal como o 'Neptune design Y')
Dimensões: desconhecido (199,6 m x 23,2 m x 7,6 m tal como o 'Neptune design Y')
Armamento principal: 4x3 QF 6in/50 Mk XXIV N5
Armamento secundário:  6×2 4.7in/50 (120 mm) Bofors
Armamento AA: 4×2 40mm Bofors Mk 5, 6×2 20mm Oerlikon
Blindagem: 81 mm (cinturão), 50 mm (deck)
Velocidade máxima: desconhecido

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1950)
HP: 52,750 mil
Armamento principal: 4x3 QF 6in/50 Mk XXIV N5
Armamento secundário:  6×2 4.7in/50 (120 mm) Bofors
Armamento AA: 4×2 40mm Bofors Mk 5, 6×2 20mm Oerlikon
Alcance: 16,9 km
Ocultamento: 12,8 km
Carga do leme: 10 s
Giro da curva: 710 m
Velocidade máxima: 33,5 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, radar, equipe de reparo

 

Cruzadores Premium

Tier 5

Spoiler

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(Almirante) 'Brown', 1931 - Argentina

Em meados dos anos 1920, o governo argentino constatou que sua marinha, apesar de numericamente superior que seus rivais sul-americanos, tornava-se obsoleta a cada ano que passava. Desenhou-se um projeto de modernização que girava em torno da aquisição de 3 cruzadores pesados. Apesar da dificuldade de consegui-los (o terceiro nunca foi encomendado e, no seu lugar, ficou o cruzador leve 'La Argentina'), os dois cruzadores conseguiram afastar qualquer possibilidade de seus rivais alcançarem o nível da marinha argentina e manteve a frota argentina tecnologicamente relevante pelas duas próximas décadas. O projeto, inicialmente cotado junto aos britânicos, sofreu pressões do governo britânico para ser reduzido para cruzadores levees, pois o governo britânico tentava dar peso aos novos tratado navais do final dos anos 1920 que objetivavam controlar o número de cruzadores pesados entre as principais marinhas do mundo e a aquisição de cruzadores pesados pela Argentina poderia abrir um péssimo precedente. Ademais, os britânicos exigiam pagamento em libras esterlinas (após 1929, muito difícil), enquanto os italianos aceitavam pagamento em commodities. Os estaleiros Odero-Terni-Orlando ganharam o projeto e produziram dois cruzadores fortemente influenciados pelos cruzadores da classe Trento, mas com armamento e dimensões um pouco reduzidas. no jogo, seria muito parecido com o 'Trento', porém com armamento menor e sem a opção de gerador de fumaça.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 6,8 mil ton
Dimensões: 162,5 m x 17,8 m x 4,7 m
Armamento principal: 3x2 190/52 OTO 
Armamento secundário:  6x1 102/45 OTO,  2x3 533 TT
Armamento AA: 6x1 40/39 Vickers-Terni 1917
Blindagem: 70 mm (cinturão), 25 mm (deck), 65 (reduto)
Velocidade máxima: 32 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1931)
HP: 28,750 mil
Armamento principal: 3x2 190/52 OTO 
Armamento secundário: 6x1 102/45 OTO,  2x3 533 TT
Armamento AA: 6x1 40/39 Vickers-Terni 1917
Alcance: 15 km
Ocultamento: 13 km
Carga do leme: 9 s
Giro da curva: 620 m
Velocidade máxima: 32 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, avião de reconhecimento

Tier 7

Spoiler

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(Coronel) 'Bolognesi', 1943, 1960 - Peru

Apesar de não ter participado das corridas navais da América do Sul na primeira metade do séc. XX, O Peru rapidamente ganhou notoriedade ao adquirir 2 cruzadores leves da marinha britânica (HMS Ceylon e HMS Newfoundland, ambos da classe Crown Colony), já modernizados. A marinha peruana foi reforçada subseqüentemente ao adquirir mais dois cruzadores leves holandeses. Ambos os cruzadores serviram na marinha peruana até início dos anos 1980. No jogo, seria uma versão do 'Fiji' sem torpedos e com armamento AA mais moderno.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 8,5 mil ton
Dimensões: 164 m x 18,9 m x 6,3 m
Armamento principal: 3x3 6in/50 Mk XXII
Armamento secundário:  4x2 4in/45 (102 mm) Mk XIX 
Armamento AA: 4x2 4in/45 (102 mm) Mk XIX, 5x2 40/60 Bofors Mk V, 8x1 40/60 Mk VII
Blindagem: 89 mm (cinturão), 51 mm (deck)
Velocidade máxima: 31,5 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1931)
HP: 31,4 mil
Armamento principal: 3x3 6in/50 Mk XXII
Armamento secundário:  4x2 4in/45 (102 mm) Mk XIX 
Armamento AA: 4x2 4in/45 (102 mm) Mk XIX, 5x2 40/60 Bofors Mk V, 8x1 40/60 Mk VII
Alcance: 15,3 km
Ocultamento: 11,5 km
Carga do leme: 12 s
Giro da curva: 590 m
Velocidade máxima: 32,5 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, avião de reconhecimento/gerador de fumaça/radar

Tier 7

Spoiler

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Desenho de navio anti-aéreo 'Patagonia' (1938) - Argentina

Talvez o projeto mais controverso e mais difícil de enquadrar na árvore tecnológica pan-americana. Um esboço feito em 1938 de um cruzador AA armado com nada menos que 7 torres duplas de 100 mm e 4 mil ton de deslocamento. Não há muita informação a respeito (exceto a velocidade máxima: 35 nós). A opção pelo calibre de 100 mm sugere que o armamento seria italiano (100/47 OTO 1928, talvez?). Para ter-se uma idéia, o menor cruzador AA no jogo, o 'Atlanta' (e o 'Flint, por extensão), tem o deslocamento de 8 mil ton. Para um destróier, ainda ultrapassa em mill ton os maiores construídos e presentes no jogo ('Z-52' tem 3,1 mil ton). O primeiro problema já está aí: muito grande para ser um destróier e muito pequeno para ser um cruzador nos tier 7+. 

Ficha técnica (histórica, 1938):
Deslocamento: 4 mil ton
Dimensões: desconhecido (135 m x 12,7 m x 4 m ?)
Armamento principal: 7x2 100 mm (100/47 OTO 1928 ?)
Armamento secundário: indisponível
Armamento AA: 6x1 20 mm (20/65 Breda 1935 ?)
Blindagem: desconhecido
Velocidade máxima: 35 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1947)
HP: 21 mil
Armamento principal: 7x2 100/47 OTO 1928
Armamento secundário: indisponível
Armamento AA: 6x1 20/65 Breda 1935
Alcance: 11 km
Ocultamento: 8 km
Carga do leme: 8 s
Giro da curva: 480 m
Velocidade máxima: 35 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, equipe de reparo

Tier 8

Spoiler

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(Almirante) 'Grau', 1953, 1973 - Peru

Uma década depois de ter adquirido dois cruzadores leves para sua marinha, o governo peruano conseguiu comprar mais dois cruzadores usados, dessa vez, dois da classe De Ruyter, ambos modernizados nos anos 1960. A trasnferência para a marinha peruana se deu em 1973.O 'Almirante Grau' foi o último cruzador leve em serviço no mundo e foi descomissionado em 2017. Ao sair de serviço, foi anunciado que o cruzador seria preservado como navio-museu.

Ficha técnica (histórica):
Deslocamento: 9,5 mil ton
Dimensões: 182,4 m x 17,3 m x 6,7 m
Armamento principal: 4x2 6in/53 Bofors M42
Armamento secundário: indisponível
Armamento AA: 4x2 57/60 Bofors M50, 8x1 40/70 Bofors M58
Blindagem: 75 mm (cinturão), 30 mm (deck)
Velocidade máxima: 32 nós

Ficha técnica (no jogo):
Casco A (1960)
HP: 36,2 mil
Armamento principal: 4x2 6in/53 Bofors M42
Armamento secundário: indisponível
Armamento AA: 4x2 57/60 Bofors M50, 8x1 40/70 Bofors M58
Alcance: 16 km
Ocultamento: 11 km
Carga do leme: 9 s
Giro da curva: 680 m
Velocidade máxima: 32 nós
Consumíveis: Controle de avaria, busca hidroacústica/fogo defensivo AA, radar

 

 

 

Edited by Brooklin82
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Reservado - contra-torpedeiros (destróier)

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Reservado - contra-torpedeiro (torpedeiro)

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Reservado - porta-aviões

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Os dados que falta do design 685 são estes,

Blindagem: 254mm

Velocidade: 23 nós

Tem uma variante chamada design 685A cuja única mudança é a blindagem que passa a ser de 305mm.

 

Eu estou procurando desenhos de navios brasileiros pós 1914, mas ao que parece apesar da existência de programas navais nesse período, a crise fiscal impediu que desenhos fossem feitos, mas é possível estabelecer como possivelmente seriam.(detalhe no de 1924 tem menção a um porta aviões, nesse caso seria uma conversão de um navio mercante, também menciona um encouraçado de 35 mil toneladas e possivelmente com canhões de  16pol).

 

Deixa eu postar os links aqui para quem quiser dar uma olhada:

https://www.revistanavigator.com.br/navig30/dossie/N30_dossie3.pdf

http://www.arquivonacional.gov.br/images/virtuemart/product/CM_12.pdf

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19 hours ago, kaiser_wilherm said:

em uma variante chamada design 685A cuja única mudança é a blindagem que passa a ser de 305mm.

Obrigado por me lembrar do 685a. Acho mais adequado ao tier 7 ter 305 mm de cinturão blindado.

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17 hours ago, MaxVladimus said:

E para comandante lendário, precisamos dele:

Don Frederico

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LOL

Isso com certeza pode virar um mod

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bom trabalho de concentrar as discussões sobre as linha PanAm e estou com uma boa expectativa para as outras linhas (apesar de já ter visto postagens sobre), mas encontrei o problema conceitual dela, se especula que seria uma linha com blindagem fraca e HP abaixo dos demais BBs do mesmo Tier, como esses BBs aguentarão de pé na partida por tempo suficiente para ter um impacto mínimo na partida??? porque a descrição dela me parece que a grosso modo seria só uma linha Francesa só que sem o apelativo do Speed Booster. Blindagem fraca significaria ter chapas de 32mm por toda parte que somado ao HP abaixo da média e precisão questionável resultaria em uma linha pouquíssima influente no Meta, então a segunda questão, porém não menos importante, qual seria o atrativo/"gimmick" dela??? por mais que eu goste de ter uma linha com navios BRs ela tem que ter algum diferencial não só pra ser efetiva mas para existir...

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@xavier_556

A blindagem fraca e abaixo dos navios do mesmo tier se dá pelo fato das marinhas sul-americanas terem sempre os navios mais velhos e desatualizados. Grã-Bretanha, EUA, Japão e França, todos tinham navios antigos em suas marinhas (HMS Revenge, USS Arkansas, IJN Ise e MN Bretagne são todos pré-guerra), mas, dentro do seus limites, atualizados no máximo possível para acompanhar as inovações da guerra no mar. A única vez que encouraçados sul-americanos foram cotados para operar com os Aliados, os navios precisariam, primeiro, passar por uma modernização. Na 2.ª GM, nem mesmo a modernização de 1940 deixou o Minas Gerais em estado apresentável para participar dos bombardeios da invasão no sul da Itália (cenário naval razoavelmente estabilizado depois que a marinha italiana foi neutralizada no final de 1942). No caso dos argentinos e dos chilenos, ainda que o estado geral de conservação fosse melhor, modernizações também eram ocasionais e limitadas por orçamentos bem apertados.  Ou seja (resposta curta) a pouca blindagem e o HP inferior se dá pelo fato de serem navios de gerações anteriores com blindagem inferior e deslocamento inferior (já que, por mais que caldeiras e maquinário fosse modernizado, o espaço dentro desses navios é limitado, limitando o quanto de blindagem pode ser adicionada posteriormente).

Serão encouraçado difíceis de se jogar. Contra-indicado para novatos, 'derpitzes' e aquele jogador de Iowa/Yamato que fica na 'linha da batata' (linhas A ou J). Como as características da linha só entram em ação no tier 6 em diante, se um jogador que não é muito fã/hábil com encouraçados quiser ter em seu porto os encouraçados sul-americanos, ele só precisa chegar até o t6. Ele vai ter todos lá, Minas Gerais, Rivadavia e Latorre (e até o Rio de Janeiro, se quiser). 

Onde entra o 'gimmick'?

1. Os navios são, em sua maioria, 'de alma britânica'. Logo, as características britânicas vão se apresentar aqui de alguma forma. O 'super-heal' estaria presente, mas de outra forma. Ao invés de de recuperar 75% da 'avaria leve' (soft damage), como na linha britânica, seria só 60% (ainda 10% a mais do que o resto das outras linhas). O percentual de recuperação de HP seria igual à britânica (0,6%), pois, tal como a linha britânica, o HP dos encouraçados está na parte inferior do espectro. O tempo de atuação do consumível seria estendido em 2 segundos (30 s no total). Isso dá uma possibilidade de recuperar 18% do HP por carga. O tempo de cooldown do consumível seria também menor, 40 s (tal como o Gascogne). Nos tier 9 e 10, o percentual de recuperação seria de 1% do HP (contra 2% dos britânicos) e 65% de recuperação das avarias leves. O consumível teria, então, a capacidade de recuperar 30% do HP perdido por carga. A seção da cidadela ainda só poderia ter 10% do seu HP perdido em avarias recuperado pelo consumível. Premia-se, assim, o jogador que consegue administrar bem a perda do HP, intercalando com momentos de retração para recuperar o HP do navio e momentos ofensivos. É parecido com o estilo de jogo da linha britânica, mas um pouco mais 'hardcore', com menos HP para administrar e com AA raquítica para se defender de ataques aéreos. 

2. Ocultamento britânico. Talvez, até melhor do que os britânicos.

3. Velocidade superior aos britânicos. baseado nos pedidos brasileiros e chilenos por projetos com navios com mais velocidade do que blindagem (tanto que até um projeto de cruzador de batalha foi apresentado ao Chile em 1918), o que acaba sendo um traço que lembra os franceses, mas é meramente incidental. A velocidade seria melhor do que a britânica, mas ainda não tão boa quanto a dos franceses.

4. Armamento principal de menor calibre compensado por cadência de tiro mais rápido e por boa balística a alcance médio (12-9 km).

5. Secundárias fortes, por que todos nós gostamos de fogos de artifício - lol!  ... brincadeira; seria o outro diferencial da linha em relação aos britânicos, com secundária mais forte. Serviria de dissuasão contra DDs (exceto os torpedeiros invisíveis) e cruzadores tentando afundar o encouraçado no yolo. Mas, contra outros encouraçados, pouco eficaz, pois a proximidade do encouraçado inimigo provavelmente significaria o fim próximo para um encouraçado pan-americano. Numa briga de faca com um encouraçado alemão, por ex., o encouraçado pan-americano sempre levaria a pior, pois carece do HP para agüentar a chuva de bala do armamento principal e das secundárias por tanto tempo como um encouraçado alemão. 

6. Armamento AA raquítico. A presença de porta-aviões na batalha será uma dor de cabeça para esses encouraçados. Ao menos, pelo ótimo ocultamento, esses encouraçados vão conseguir ficar entre os cruzadores para buscar cobertura AA.

 

E já dá para imaginar para quem será um pesadelo esse tipo de navio... cruzadores vão se borrar de susto se pegos de surpresa por esses encouraçados. De longe, não são tão perigosos para cruzadores, mas de perto... melhor ter gerador de fumaça pronto para usar ou saber rezar. Contra outros encouraçados, essa linha será sempre o 'menor cachorro na briga'. Mas pode dar um susto se pegar um encouraçado já meio abatido e oferecendo o costado a um alcance médio.

 

(vou ter que colocar isso na descrição da linha lá no início do tópico, além de umas mudanças na árvore que eu acho interessantes)

Edited by Brooklin82
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Hola, comentaré en español.

Rivadavia en el Nivel V ¡Tiene usted toda mi atención!

Sobre la clase RivadaviaA Navypedia le pase información http://www.navypedia.org/ships/argentina/arg_bb_rivadavia.htm

Armamento principal (basado en el Contrato inicial): Velocidad de salida 914,4 m/s (+30 m/s comparado a lo existente en el juego). Se puede especular con cañones 350/50 ofrecidos por Alemania. Los cañones son 305/50 (/49,5 reales y no /45).

Armamento secundario (basado en el Contrato inicial): Velocidad de salida 914,4 m/s (+60 m/s comparado a lo existente en el juego). 

Armamento antiaéreo: No estoy de acuerdo, pero no es tan relevante ahora.

Velocidad (basado en datos reales): 22,56 stock y 23,2 elite.

Puntos de Vida (basados en el desplazamiento real en unidades de toneladas métricas): 44.300 stock (28.388 tm) y 48.800 elite (32.158 tm).

Aeronaves: Aumento del rango de tiro. 1930: 3 x Fairey IIIF (cazas o exploradores).

Rango de Tiro (de implementación, Konig con 16,5 km es una referencia): 14,5 stock - 16,0 elite - 17,5 con explorador.

Saludos

Edited by COLDOWN
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No sé porqué todos piensan que los brasileños hablan español... és muy difícil hablar portuñol como un experto - hahahaha!

Me hace mucho gusto que participe de la discución; eres muy bienvenido. Sobre las caracteristicas de la clase Rivadavia, tomé lo que Navypedia presenta. Si conoces sitios que presentan información mas detallada, por favor, compartelo con nosotoros.

 

2 hours ago, COLDOWN said:

Se puede especular con cañones 350/50 ofrecidos por Alemania. Los cañones son 305/50 (/49,5 reales y no /45)

Pregunta: las barbetas y, por extensión, la quilla soportaria cañones de 350/50? No es mala idea tener esos cañones como un upgrade del casco B.

2 hours ago, COLDOWN said:

Armamento antiaéreo: No estoy de acuerdo, pero no es tan relevante ahora.

Rivadavia empieza ya en el casco 'stock' con la configuración de 1926, cuando ya tenia armamiento AA. Ademas, el tier 4 se convertió en un infierno de aviones se c@gand* sus bombas sobre tudo y todos. Pienso que algun armameiento AA deberia tener. 

2 hours ago, COLDOWN said:

Velocidad

Possible.

2 hours ago, COLDOWN said:

Puntos de Vida

También piensé lo mismo... pero no sé como la WG calculo la conversión del desplaziamento en puntos de HP. Lo sabes?

 

2 hours ago, COLDOWN said:

Aeronaves: Aumento del rango de tiro. 1930: 3 x Fairey IIIF (cazas o exploradores).

Si. Pero no sé si WG esta de acuerdo. Iron Duke tiene una catapulta, pero no tiene exploradores o cazas. Pienso que deberia tener cazas por lo minimo.

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Edição no post inicial. 'Trocando figurinhas' com  um colega de jogo que também havia estudado uma proposta de encouraçados para uma futura linha pan-americana, acho que temos uma saída viável para os tiers 9 e 10. Foi-me trazido ao meu conhecimento o explícito interesse dos governo chileno em adquirir o HMS Vanguard nos anos 1950 dos britânicos. A venda só não ocorreu pela pronta intervenção dos EUA no negócio, pedindo que a Grã-Bretanha não vendesse o encouraçado, pois os EUA não queria ter que lidar com uma corrida armamentista no cone sul da América, arruinando as economias locais. (Obrigado @Captain_Benevolent_Fair)

...sabendo que o Vanguard só existiu por que a Grã-Bretanha cancelou o projeto dos super-encouraçados da classe Lion, por que não o interesse chileno em adquirir super-encouraçados da classe Lion nos anos 50? O navio, em termos de jogo, começaria já no casco B. O casco B do Lion na linha britânica seria o casco A na linha pan-americana, mas sem a opção de canhões de 16.5". Isso no tier 10.

No tier 9, entra o antigo tier 8, o projeto argentino de 1943, reforçado com cadência de tiro mais rápida e com a capacidade de recuperação de HP também melhorada.

No lugar deste, entra a versão de 5x2 15" do Riachuelo - design 782 - (antes no t7), com as características bem modernizadas após uma reconstrução fictícia ao estilo do Amagi japonês no t8 (a aparência histórica do Amagi, ou como ele se apresentaria no início dos anos 1920 caso tivesse sido terminado, é, no jogo, do Ashitaka). Bem ou mal, o projeto da Armstrong 782 tinha quase que o deslocamento máximo permitido de um encouraçado do Tratado de Washington (35 mil ton).

No tier 7 entra o Riachuelo, que deixa de ser premium. Características também vão ser alteradas para equiparar este melhor ao seu novo nível.

E no lugar do Riachuelo entra um outro projeto que eu achei super interessante nas minhas pesquisas: o único cruzador de batalha oferecido a uma nação sul-americana. Trata-se do projeto da Vickers 757b de 1918 para o Chile. 

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1 hour ago, Brooklin82 said:

No sé porqué todos piensan que los brasileños hablan español... és muy difícil hablar portuñol como un experto - hahahaha!

Me hace mucho gusto que participe de la discución; eres muy bienvenido. Sobre las caracteristicas de la clase Rivadavia, tomé lo que Navypedia presenta. Si conoces sitios que presentan información mas detallada, por favor, compartelo con nosotoros.

 

Pregunta: las barbetas y, por extensión, la quilla soportaria cañones de 350/50? No es mala idea tener esos cañones como un upgrade del casco B.

Rivadavia empieza ya en el casco 'stock' con la configuración de 1926, cuando ya tenia armamiento AA. Ademas, el tier 4 se convertió en un infierno de aviones se c@gand* sus bombas sobre tudo y todos. Pienso que algun armameiento AA deberia tener. 

Possible.

También piensé lo mismo... pero no sé como la WG calculo la conversión del desplaziamento en puntos de HP. Lo sabes?

 

Si. Pero no sé si WG esta de acuerdo. Iron Duke tiene una catapulta, pero no tiene exploradores o cazas. Pienso que deberia tener cazas por lo minimo.

F! Había respondido casi a todo pero mi PC crasheó. Haré una síntesis.

 

Idiomas: Usemos Español y Portugués. Inglés no.

Información: Tengo todos los libros fundamentales de buques argentinos. Y en digital muchisimos de autores del exterior (Blackman, Gardinier, Friedman, etc.).

 

Rivadavia 350/50: Requerirán refuerzos estructurales. Para los laterales supongo 350/45 para que giren hacia el lado opuesto.

Rivadavia casco inicial: Se puede usar todo el armamento terciario (102mm) junto con cañones antiaéreos de fabricación argentina disponibles en la época (75mm, 8mm, etc.) 

Rivadavia casco final: Se quita todo el armamento terciario (102mm) y se reemplaza por el armamento antiaéreo de fabricación argentina disponibles en la época (13mm, 11mm, 8mm etc.) junto con cañones antiaéreos disponibles en la época (40mm, 20mm, etc.) .

Rivadavia Aeronaves: Pueden suplir la falta de armamento antiaéreo.

Rivadavia espíritu: Es Brawler, el mal armamento antiaéreo lo debe caracterizar.

 

Puntos de Vida: En palabras de @FRO5TY  "Te puedo dar las formulas que te dejan a ~100hp de diferencia de lo que ellos ponen en el juego, pero si me preguntas cómo decidieron esos valores, no tengo ni idea. Creo que simplemente fue un caso de intentar de abstraer la durabilidad de un buque (algo que es muy subjetivo) basándose en una sola variable, y eligieron desplazamiento y clase para determinarlo. No me parece una mala manera, ya que también es el caso de que las armas tienen un trato similar. En la vida real, la cantidad de disparos que un acorazado podía recibir de un destructor creo que era mayor a la munición que un destructor llevaba, pero en el juego por balance se puede lograr."

 

Saludos

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58 minutes ago, Brooklin82 said:

... sabiendo que Vanguard solo existía porque Gran Bretaña canceló el proyecto de súper acorazados de la clase León, por qué no el interés chileno en adquirir súper acorazados de la clase León en la década de 1950. juego, comenzaría en el casco B. El casco B de Lion en la línea británica sería el casco A en la línea panamericana, pero sin la opción de cañones de 16.5 ". Eso en el nivel 10. 

Según una web de Chile los estudios para la clase Lion dieron resultados desastrosos porque este buque requería de una cubierta de 12 pulgadas para hacer frente al bombardeo de aeronaves.

Los chilenos y británicos estudiaron la posibilidad de modernizar al Latorre aumentando el espesor de cubierta levemente y agregando un poderoso armamento antiaéreo (102/62mm, como los destructores Williams) pero en esos años (1953-5) el buque estaba muy mal estructuralmente y no podía disparar sin sufrir daños graves, por lo que se desechó tal proyecto de modernización.

Mis ubicaciones del Latorre por nivel:

  • V Premium: Santiago/Valparaíso (Latorre de 1911) con secundarias de 120mm.
  • V Premium: Cochrane (Latorre de 1914).
  • V Stock: Latorre de 1914-20.
  • V Elite: Latorre de 1930s o 1940s.
  • VI Stock : Latorre de 1940s.
  • VI Elite: Latorre de 1950s, con la modernizacion británica.

El blindaje del Latorre es realmente malo. Pero se puede jugar con la velocidad teórica, que en la realidad era bastante mala en cualquier momento.

Saludos

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Eu gosto do seu compêndio. Mas não acho necessário tornar mais difícil para a linha do que necessário. Embora seja verdade que as marinhas latinas ficaram para trás em tecnologia, os navios no jogo são atribuídos a um nível de acordo com suas capacidades. Por exemplo, no nível 10, temos navios com 20 anos de diferença. A parte histórica não deve perder de vista a parte principal desta linha. Eles devem ser interessantes para todos os jogadores do mundo.

A linha diz:
3.Minas Gerais
4. Rio de janeiro
5. Rivadavia
6. Cochrane
7. Creek
8. Aquidaba
9. Moreno
10. Liberdade

Com a primeira parte, eu concordo, mas no meio eu acho que todos estão 1 nível acima do seu lugar natural.

Riachuelo:: aproximadamente igual a uma Queen-Elizabeth. Seria 6.
Aquidaba: É um superdreadnought. Coloque-o no nível 8, com uma velocidade tão baixa que será uma presa fácil para barcos de torpedo e quase qualquer coisa que queira "focusearlor". Eu vejo isso como 7.
Moreno: O Projeto de Gonzales . É mais ou menos um Littorio. Eles já estão no nível 8 do jogo.
Liberdade: É um "Lion", que é o nível 9 já no jogo.

Meu conceito seria dar a esses caras um nível a menos. Algo mais adequado. E para torná-los interessantes, coloque o SAP secundário. Mas esses não são tão abrangentes quanto os alemães. A camada 10 colocaria algo conceitual.
 

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9 hours ago, Talleyrand said:

Com a primeira parte, eu concordo, mas no meio eu acho que todos estão 1 nível acima do seu lugar natural.

Riachuelo:: aproximadamente igual a uma Queen-Elizabeth. Seria 6.
Aquidaba: É um superdreadnought. Coloque-o no nível 8, com uma velocidade tão baixa que será uma presa fácil para barcos de torpedo e quase qualquer coisa que queira "focusearlor". Eu vejo isso como 7.
Moreno: O Projeto de Gonzales . É mais ou menos um Littorio. Eles já estão no nível 8 do jogo.
Liberdade: É um "Lion", que é o nível 9 já no jogo.

Meu conceito seria dar a esses caras um nível a menos. Algo mais adequado. E para torná-los interessantes, coloque o SAP secundário. Mas esses não são tão abrangentes quanto os alemães. A camada 10 colocaria algo conceitual.
 

Eu compreendo sua preocupação com esse conceito. Entretanto acredito que seja perfeitamente viável manter esses navios nos níveis apresentados utilizando as "gimmicks" corretas. No caso, a ideia que eu apresentei ao @Brooklin82 foi:

Riachuelo: Em termos de poder de fogo, é, de fato, igual ao Warspite/QE, mas é perfeitamente válido apontar que os canhões do Warspite são bons o bastante até mesmo para o nível 8, Vanguard servindo como prova disso (e vale apontar que os canhões do Warspite têm uma performance superior aos do Hood). A armadura e o HP também se encaixam no nível 7, ainda que não fosse o navio mais resistente, estaria longe de ser o menos resistente. E a velocidade ainda supera o pobre Colorado.

Aquidaba: Nesse caso, seria necessário aplicar um "sekrit dokuments" e dar uns 3 ou 4 nós a mais para o navio, o bastante para que seja uma proposta razoável, mas mantendo-o como o mais lento do nível (métodos similares de balanceamento foram utilizados nos encouraçados Normandie e Lyon, tendo sido adicionados 8 e 6 nós de velocidade, respectivamente). A armadura ainda resistiria apesar de não ser a mais ideal, e o HP, apesar de baixo, ainda superaria o Odin e ficaria próximo do Monarch. Os canhões teriam performance similar ao Vanguard, com uma recarga um pouco mais lenta de 28 segundos para compensar pela torre adicional.  Por fim, um ótimo ocultamento e cura permitiriam que o navio se mantivesse competitivo.

Moreno: Se comparado com o Roma, essa versão no nível 9 óbviamente seria melhorada, no caso os principais fatores a serem alterados seriam os canhões (o Roma tem canhões extremamente imprecisos com uma recarga padrão de 30 segundos, mas nesse caso o Moreno teria canhões bem precisos para compensar pelo calibre baixo, assim como uma recarga de 26 segundos, similar ao que o Jean Bart recebeu sobre o Richelieu). O HP seria o mais baixo do nível (por uma diferença bem pequena, diga-se de passagem), mas seria compensado por um ótimo ocultamento (remanescente do próprio Roma) e uma cura superior ao padrão dos encouraçados (capaz de reparar 0.6%/s ao invés de 0.5%/s e com um cooldown de 40 segundos, ao invés do padrão de 80 segundos, tornando o HP em potencial do Moreno similar ao do Georgia e do Alsace).

Liberdade: Para este, considerei dar a melhor dispersão entre encouraçados do nível 10, que supera navios como Thunderer e Slava(WIP), assim como uma recarga de 24 segundos, igual a do République. Dessa forma, o navio se encaixaria entre os encouraçados com longo alcance a precisão, com suas próprias vantagens e desvantagens, visto que os projéteis seriam mais lentos que os franceses e soviéticos, e não teriam a capacidade de dar overmatch em 30mm como o République e o Thunderer conseguem. E para compensar pelo HP baixo, novamente dei um ótimo ocultamento, ligeiramente melhor que o do Conqueror/Thunderer, e uma cura britânica padrão como a do Thunderer, mas novamente com cooldown de 40 segundos. Adicionalmente, uma carga a mais dessa cura (totalizando 5 utilizações, ao invés do padrão de 4) permite que o HP que a cura pode recuperar chegue a ser superior ao que o République e o Thunderer conseguem recuperar, mas o HP em potencial total ainda é inferior ao do République com uma diferença de ~20k. Por fim, vale notar que essa versão do Lion não teria a cidadela aumentada que o Lion britânico possui atualmente, mas sim a cidadela original que o Lion tinha quando foi introduzido ao jogo, ou seja, é bem mais difícil acertar a cidadela dessa versão Pan-Americana do Lion.

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Acho que a presença do Rio de Janeiro na linha, vai dar encrenca principalmente com os jogadores ingleses.

Para pelo menos diminuir isso, acho que seria bom colocar no lugar o design 690, que o design inicial do Rio de Janeiro, que é o design 690B.

E no caso do Minas Gerais não sei se ele não ficaria muito overpower com a modernização de 1940 no tier 3.

 

Um pedido especial, coloca o design 686 como premiun nível 6. 

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O Riachuelo usava uma versão diferente do canhão de 15 polegadas, sendo essa versão mais longa com 45 calibres em vez dos 42 calibres originais.

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On 6/22/2020 at 9:28 AM, kaiser_wilherm said:

Acho que a presença do Rio de Janeiro na linha, vai dar encrenca principalmente com os jogadores ingleses.

Não sei por que daria problema... Tallin (ex- KMS Lützow), Taranto (ex- SMS Straßburg), Huanghe (ex-HMS Aurora), Hsienyang (ex-USS Rodman), Shengyang (ex-IJN Namikaze) e tantos outros não deram. Diga-se de passagem, a linha pan-asiática só tem 2 navios que foram projetados para uma nação asiática (Jianwei e Loyang). Todos os outros, premium ou não, foram navios que serviram em outras marinhas e foram adquiridos (ou transferidos como reparação de guerra, como o Shenyang e o Chengan). Ademais, a chances do HMS Agincourt aparecer como premium na linha britânica é baixíssima. E, até onde pude medir o descontentamento dos jogadores ingleses, é a falta do HMS Renown e do HMS Revenge que mais dói para eles. 

 

On 6/22/2020 at 9:28 AM, kaiser_wilherm said:

Um pedido especial, coloca o design 686 como premiun nível 6. 

Deixa a ideia do almirante Bacellar quieta lá no arquivo. Secundárias de 3x2 de 9.2" não vão rolar no jogo.

On 6/22/2020 at 9:30 AM, kaiser_wilherm said:

sendo essa versão mais longa com 45 calibres em vez dos 42 calibres originais.

15"/42 BL Mk I. A mesma artilharia do Warspite, Queen Elizabeth e Vanguard no jogo. O Hood tinha a versão Mk II, que girava um pouco mais rápido dentro da sua barbeta e tinha melhor elevação.

riachuelo-add-wi-3-1970.png

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16 hours ago, COLDOWN said:

los estudios para la clase Lion dieron resultados desastrosos porque este buque requería de una cubierta de 12 pulgadas para hacer frente al bombardeo de aeronaves.

eso es exactamente una de las caracteristicas de los acorazados panamericanos: fargilidad frente un ataque aéreo. El Lion chileno va tener toda el armamiento AA (que no és malo), pero sigue siendo muy frágil caso aviones llegen hasta el buque. 

Edited by Brooklin82

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A questão do Rio de Janeiro é que ele nunca serviu com a Marinha do Brasil, apenas com a Royal Navy, é nesse ponto que fica a discussão.

 

No caso do design 686, a Wargaming também dizia que não teria navios com canhões maiores que os do Yamato, agora tem, é tudo questão de interesse e com certeza o design 686 chama bastante atenção e sem falar que pelo baixo número o impacto delas não seria muito grande.

Da uma olhada aqui também:

http://www.navweaps.com/Weapons/WNSpain_15-45_mkB.php

 

Pelo que já li a respeito as armas principais do Riachuelo eram denominadas 15/45 Mark B e com o cancelamento do navio, elas ficaram paradas até serem vendidas para a Espanha onde foram usadas como armas de defesa costeira.

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