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  1. Navios tartaruga, notável invenção coreana do Séc. 15 Quando pensamos nos grandes avanços náuticos do passado nossa irremediável cabeça ocidental evoca imagens de Cristóvão Colombo, ou das navegações portuguesas. Mas os asiáticos desenvolveram avanços definitivos, como a ‘agulha de marear’ que ajudou os lusitanos na maior epopeia náutica de todos os tempos. A bússola, e tantas outras novidades na arte da construção de navios como os cascos estanques, são invenções dos chineses, que dominaram os mares um século antes dos lusitanos. (...) Hoje vamos comentar outros avanços náuticos daquelas paragens do globo: a invenção dos navios tartaruga pelos coreanos. Um dos grandes nomes que surgem ao pesquisarmos o assunto é o do almirante Yi Sun-shin (1545-1598). Ele travou 23 batalhas contra os invasores japoneses da Coreia, entre 1592 e 1598, e venceu todas sem perder um único navio. Além disso, em 14 dessas batalhas, nenhum navio japonês sobreviveu. Como ele conseguiu, e por que o Japão não soube derrotá-lo mesmo tendo vencido quase todas as batalhas terrestres travadas no mesmo período, é a pergunta que se impõe. A resposta? Os navios tartaruga considerados por alguns como o primeiro couraçado, artifício parido pela necessidade e gênio asiático séculos antes dos ocidentais o ‘inventarem’. Surgimento dos primeiros navios tartaruga As primeiras referências aos ‘modernos’ navios tartaruga datam de 1413 e 1415, nos registros dos Anais da Dinastia Joseon, que mencionam batalhas entre coreanos e piratas japoneses. Mas eles entraram para a história mundial por meio do almirante Yi Sun-shin e suas vitórias contra a invasão japonesa. Segundo consta, o primeiro novo navio tartaruga deste período foi concluído em 12 de abril de 1592. No dia seguinte, começou a invasão japonesa. (...) Características do navio Os navios tartaruga tinham 34,2 m de comprimento, 10,3 m de largura e 6,4 m de altura. Deslocavam entre 100 e 300 toneladas. Na proa ficava uma cabeça de um dragão que servia para intimidar os oponentes. Mas não era apenas isso. Por sua boca podiam ser disparadas balas de canhão, chamas ou nuvens de fumaça de enxofre. Para impedir que fossem invadidos, os navios tinham um teto de ferro, com espinhos do mesmo material escondidos por tapetes de palha. Havia dois decks. No convés inferior ficavam os remadores. Geralmente remos e velas eram usados em combinação, mas na batalha as velas eram baixadas. No andar superior, havia arqueiros e artilheiros. Estes navios, por sua proteção de ferro, mais tarde foram considerados os precursores dos couraçados. Enquanto os navios tartaruga podiam se infiltrar e atacar os inimigos, estes não podiam lhes causar danos. Segundo nossas fontes, nunca houve mais de seis em uso ao mesmo tempo. Depois de mais de 150 anos de paz, acabaram fora de uso. De acordo com o site www.military-history.org, “O fracasso da marinha japonesa contra o navio tartaruga se assemelha à derrota da Armada Espanhola pelos navios de guerra ingleses em 1588. Como os galeões espanhóis, os navios japoneses eram usados como castelos flutuantes, mantendo o maior número possível de soldados para a guerra anfíbia. Seu método preferido de combate era abalroar e embarcar em navios inimigos.” Barcaças costeiras Os navios tartarugas, ou Geobukseon como eram chamados na Coreia, não eram adequados para a navegação em mar aberto; mas essencialmente uma barcaça blindada. Sua velocidade era limitada pelo design “quadrado”, que os fazia lidar mal com ventos fortes. Eram navios projetados para uma finalidade específica: navegar por vias costeiras e interditar a navegação inimiga. Eram armados com cerca de 26 canhões, de calibres variados mas pequenos. Isso lhes dava grande vantagem já que os japoneses ainda não contavam com estas armas. Os barcos coreanos, apesar do desenho ‘quadrado’, eram menores e mais fáceis de manobrar que os grande juncos japoneses. FONTE: https://marsemfim.com.br/navios-tartaruga-notavel-invencao-coreana-sec-15/ (Desculpem a formatação confusa do texto. Tentei ajeitar, mas ainda estou aprendendo a usar as ferramentas daqui do Fórum, e também peço desculpas adiantadamente se alguém já havia postado informações sobre esse assunto, antes)
  2. Na live do EU no dia 02/12/21, foi anunciado, junto com a nova linha de destroyers italianos, o encouraçado brasileiro "Atlântico" de Tier VIII. Atlântico é o 4° navio da nação Pan-America e o 3° navio brasileiro no jogo e o 1° encouraçado da Pan-America e 1° encouraçado brasileiro no jogo, sendo os outros navios o Juruá e o Almirante Abreu, e nesse artigo quero trazer algumas curiosidades, fatos e referencias que esse navio possui. I- O nome e origem Bom, vamos começar com o nome "Atlantico". Esse nome nunca foi usado na marinha brasileira até o ano de 2018, quando o Brasil comprou da Inglaterra o HMS Ocean e o rebatizou de NAM Atlântico (A140). Outra referencia que pode ser notada é a origem desse encouraçado e o atual navio almirante da Marinha do Brasil, onde ambos são de origem Inglesa. E o fato que ambos os navios carregam armamentos de origem Americana. II- A Camuflagem Para o segundo fato eu trago a camuflagem, que pode parecer aleatória, mas não é. A camuflagem escolhida para esse encouraçado é referencia a camuflagem que foi pintada no encouraçado brasileiro São Paulo III- O Motivo de Armamentos Ingleses e Americanos Durante os anos de 1890-1918/19, a Marinha do Brasil buscava muitos projetos e parcerias com o Reino Unido, tanto apos o plano naval de 1905 que aprovou a construção de encouraçados e cruzadores, o Brasil buscou a Inglaterra e encomendou os futuros encouraçados São Paulo, Minas Geraes, Rio de Janeiro, os cruzadores de patrulha Bahia e Rio Grande do Sul e os Destroyers da classe Pará. Contudo, após 1919, o Brasil se viu politicamente, economicamente e militarmente sob a esfera de influencia dos EUA, tanto que a maioria dos armamentos e navios adquiridos pelo brasil durante e após a 2° Guerra são americanos. IV- De onde a WG se inspirou? Como você provavelmente notou, o design e a escolha dos armamentos secundarios é um tanto quanto...exotica. Bom, eu estou aqui para dar luz a essa escuridão e confusão. Pelas minhas interpretações, a WG se inspirou em 2 designs de 2 encouraçados que quase fizeram parte da Marinha Brasileira, um é o aclamado pela comunidade brasileira, o Rio de Janeiro, e outro, não tão conhecido, o encouraçado Riachuelo. O modelo que a WG escolheu para o Atlântico é o Design 782 do Riachuelo, que foi encomendado a Inglaterra pelo Brasil em 1913-1914, e a Armstrong and Vickers fez alguns designs para o que seria o Riachuelo, um dos designs favoritos foi o Design 782, com 10(5x2) canhões de 15 polegadas (381mm). Já a escolha do armamento secundario pode ser relacionado a um dos designs do nosso querido Rio de Janeiro (HMS Agincourt/Sultan Osman I Evvel), mais especificamente, Design 686, apelidado de Monstro de Bacellar, devido ao uso inotordoxo de canhões de 9.4 polegadas em torres como bateria principal. Abaixo eu trago para vocês os designs que falo. Caso se interessem nesses designs e queiram ver mais, eu tirei esses desenhos do livro "Warships for Export - Armstrong Warships" de Peter Brook Muito Obrigado pela sua atenção, e até uma proxima God Bless the King and God be with you James I, King of Great Britain
  3. Eu já venho percebendo isso já um tempo, mas essa deixou-me muito decepcionado, foi a mudança no status de desconto na Arv.Tec. A história começa assim, estou desbloqueando uma linha de encouraçado alemã, e estou na classe Gneisenau, faltando pouco XP para desbloquear o Bismarck, que custa 11 000 000, mais com o desconto do Clã, o valor vai para 5 500 000. O que notei dessa vez e posso provar foi a alteração do status desse desconto de "Permanente" para " termina em 2 dias", como assim? Agora que estou chegando perto, vcs estão querendo dificultar? Poxa, serio, fico sem palavras com isso, pode dizer "falha no sistema", ou algum outro argumento, mais esse, a sorte é que tratando de jogo Naval, esse é o melhor, se não, eu parava de jogar. (Um elogio em meio a uma crítica) As outras observações, mais que não posso comprovar, e os tais XP Livre que não contabiliza, afff. Teve uma vez que joguei, se não mim engano, consiguir em uma batalha: auxiliar na captura, conseguir destruir um navio, acertei diversas projeteis , e isso, sem camuflagem e bandeira, ou com aquelas que não afetavam muito o recebimento do XP, e supondo ganhei, 1000 XP Livre, quando eu colocava camuflagem de possibilitava +250% de XP Livre, e bandeira ´´Papa Papa`` 300%, e tinha os mesmos exitos ou parecidos na batalha, ganhava, 200 de XP Livre na partida. Como assim? Deveria ser 550% a mais, 6500 de XP Livre, se o calculo não estiver errado. Eu acho que é muita desonestidade, espero que o problema exposto, seja resolvido, obrigado! Abaixo, esta as imagens em relação ao primeiro problema. Que não é o Bismarck, mais essa alteração no status se encontra em toda linha de encouraçado.
  4. O encouraçado Großer Kurfürst, assim como o Friedrich der Große, deveriam ter torpedos, assim como o Gneisenau e o Tirpitz, pois no Z Plan, a classe H, como o H39, H41, H42, H43, H44 tinham torpedos, de 533mm. Nada mais justo do que os grandes BB alemães hi tier terem, já que ambos são baseados na classe H.
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