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IbukiBolinho

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  1. Compreensível xD Também considero super importante que esse conteúdo seja ao máximo caracterizado como deve, com as devidas referências e elementos que fizeram parte da história naval da região, e dessa forma, trazer exatamente isso que você disse, o "sabor latino". Quanto a seus artigos, além das postagens no fórum e no site, acompanhei suas postagens no Secret Projects em relação aos navios argentinos e brasileiros em dois tópicos que tem lá. Como sempre, bastante interessante e informativo. O Tzoli também é outro mestre e ótimo desenhista, que traz vida a esses projetos realmente esquecidos. Ele fez uma temporada de couraçados argentinos; queria que houvessem desenhos tão bons como o dele dos nossos também, haha.
  2. Compreendo e respeito a sua opinião. No entanto, é como o Captain_Benevolent_Fair disse lá no tópico principal de sugestões; isso tudo de embasamento histórico morreu a partir do momento que inventaram o Yukon. Eu também gosto de coisas mais "pé no chão", mas o jogo evoluiu (eu prefiro dizer que regrediu) ao ponto de que agora, se algo fizer sentido históricamente, estará mais para um bônus, e não uma base, propriamente dita. O próprio Manfred Von Richthofen também é um navio totalmente inventado, e bem compreensível já que é apenas o Tier X. Eu li propostas antigas de linhas de porta-aviões alemães no jogo, de quando ainda haviam 6 navios, e sempre o único problema era o tier X, pois todos os outros tinham algum desenho conceito ou projeto. Então para o nosso caso, acho justificável usar desse recurso para fazer um navio de tier X, visto que todos os outros 9 tiers possuem alguma base, e/ou realmente existiram. Eu também estranhei o caso do Lion para o Chile (apesar de ter gostado), mas essa estranheza foi embora quando mostraram o Yukon. Yukon, um couraçado canadense, de um país que nunca usou couraçados e os únicos que demonstrou interesse em ter foram da classe QE, e um navio de um projeto que nunca foi feito. O caso do Yukon é bastante comparável a essa proposta de um Lion chileno, e como um deles está no jogo, acredito que é aplicável novamente. Pois bem, é como eu disse lá no outro tópico: Temos de parar de nos limitar dessa forma. Se o jogo está apostando em loucuras, então, na minha opinião, acredito que é necessário adaptarmos as propostas para esse "meta". Não é justo que outras nações recebam coisas impossíveis, que são apelativas ao público e gerem hype justamente por serem impossíveis enquanto ficamos para trás porque queremos realismo, ao mesmo tempo que "a realidade tende a ser decepcionante". Em resumo: o jogo já tá todo viajado mesmo, e não vai ser a linha pan america sendo 100% fiel históricamente que vai salvar e mudar isso. Bom, é isso para os couraçados, que eu acredito que têm o seu charme na linha Pan America justamente por lembrar a galera aí de fora que a gente teve couraçado e por ser a linha de navios mais originais dentre as classes da árvore Pan America, pois a maior parte dos contratorpedeiros e cruzadores são de segunda mão, ou construídos por encomenda mas que são membros de classes já existentes no jogo. Independente dos resultados, o nosso objetivo é ter a linha, então eu ficarei satisfeito com o que quer que seja, mas alerto que esse perigo de trazer uma linha que será taxada de "clone" é real, vide os comentários na época da introdução da linha Pan Ásia. Nesse contexto, eu só consigo enxergar como salvação alguma mecânica mágica que realmente torne os navios Pan America apelativos ao público em aspectos de gameplay, e nisso sabemos que não temos muita liberdade de opinar, já que a WG mexe nas mecânicas do jogo de um jeito bastante questionável. Não me entenda mal, mas é dessa forma que eu interpreto a situação. A minha preocupação é que se essa linha for mal recebida pelos jogadores fora da América do Sul e Central, é que ela será deixada de lado e praticamente nunca mais veremos mais um grande anúncio de uma nova ramificação nela, por exemplo. Sabemos bem que a WG deixou essa linha de escanteio por muito tempo (ainda está deixando) e o meu receio é que só lembrem de fazer alguma coisa nova quando o jogo estiver nas últimas, praticamente. Eu não quero isso, e por isso acho que talvez seja necessário apelar um pouco, pelo menos na introdução dela para ter mais impacto. Se deu pra fazer 9 navios até agora, não vejo problemas em tirar do nada um tier X só pra finalizar a linha.
  3. Linha eu não sei, mas o meu único posicionamento contra em relação a Pan America é a predominância de um país apenas, tanto é que apoiei apenas propostas que equilibraram a representação do ABC no jogo. O que quero dizer com isso? Ora, tal como citei em outras oportunidades, o exemplo da linha Pan Asia, em que metade dos navios são chineses. Não quero ver mais navios argentinos do que brasileiros e chilenos; não quero ver mais navios chilenos do que argentinos e brasileiros, assim como os nossos camaradas de região não querem ver mais navios brasileiros do que argentinos e chilenos, eu suponho. Claro, isso em relação a navios de linha, porque será o principal. Contanto que o eu disse não ocorra, é melhor manter a ideia de ir em frente com a Pan America, até porque é uma ideia muito mais desenvolvida, antiga e mais debatida.
  4. Como sempre, você sempre aparece com ótimas postagens. Eu não conhecia em detalhes a respeito dos encouraçados peruanos, e isso realmente é bem interessante. Eu sou suspeito a falar, pois gostei das propostas de encouraçados que foram listadas no começo deste tópico, lá na página 1. Por isso, a minha lista fica praticamente igual, com uma alteração ou outra: E sempre lembrando o que o Maredraco disse, "concentrem-se nas propostas, e deixem o balanceamento com a equipe". Eu não quero entrar no mérito do "quantidade de pontos de vida", "precisão", "dano", "blindagem", "penetração" ou coisa do tipo em números, porque uma vez que o jogo é arcade, esses valores podem ser o que os desenvolvedores quiserem que seja. Com meus conhecimentos atuais, eu a faria assim (e dispenso imagens e outros detalhes porque quase todos são navios já abordados na primeira página deste tópico): BB Tier II: Anáhuac (Ex-Marechal Deodoro) [México] Ok, eu sei. Parece uma loucura trazer um encouraçado mais antigo e menos equipado do que o próprio Mikasa, mas eu vejo sentido na parte em que em tiers baixos, isso não deve ser um problema muito grande. E claro, não existem encouraçados de tier II pesquisáveis, então a inclusão desse navio se daria como navio premium, e ficaria mais por conta da questão de representatividade do que qualquer outra coisa. Ele poderia ser distribuído em eventos como foi o caso do Almirante Abreu, ou como navios premium normais mesmo. Se fosse como evento, seria ótimo tê-lo como uma das recompensas do evento de lançamento da linha, ajudando a promovê-la ainda mais. BB Tier III: São Paulo [Brasil] De maneira praticamente igual ao que foi feito lá na primeira página, proponho o São Paulo como navio de linha ao invés do Minas Geraes, para que o Minas possa ser oferecido como um navio premium de tier 4. Armas principais: 12 canhões de 305 mm (6 torres com 2 canhões cada). BB Tier IV: Design 513 [Peru] É, no seu artigo linkado, você sugere que esse projeto seja tier III, mas eu acredito que seja cabível ele no tier 4. São bem menos armas, mas são de calibre maior do que as do São Paulo, tendo consequentemente mais poder de fogo, e acredito que isso o equilibraria para este nível. Não quero dar nomes, porque acredito que isso deve ser feito por gente que entenda melhor sobre a cultura do país para atribuir um bom nome para esse encouraçado. Armas principais: 6 canhões de 356 mm (3 torres com 2 canhões cada). BB Tier V: Rivadavia [Argentina] Concordo com a posição desse navio nesse tier. Armas principais: 12 canhões de 305 mm (6 torres com 2 canhões cada). BB Tier VI: Almirante Latorre [Chile] Novamente, concordo com a posição desse navio aqui. Mas prefiro que seja utilizado o nome Almirante Latorre, pois o outro não chegou a servir no Chile e sequer foi um encouraçado (refiro-me, ao que se tornou o HMS Eagle). Acho que seria bem respeitoso trazer uma unidade real de cada um dos três países do ABC para a linha pesquisável, então só sobra o Almirante Latorre como navio do Chile mesmo. Armas principais: 10 canhões de 356 mm (5 torres com 2 canhões cada). BB Tier VII: Riachuelo (Vickers Design 781) [Brasil] Aqui só quero fazer o adendo que acho zoado se referir a ele como "um Queen Elizabeth brasileiro", como se fosse um clone, pois isso pode confundir muita gente. O projeto realmente lembra bastante, mas vamos dizer então que usaram o QE como base, porque houveram tantas propostas para essa classe de navio, que eu realmente não consigo aceitar uma definição genérica e simplista como "QE br". Talvez, apenas no contexto de simplificar uma conversa, mas que isso que eu disse fique bem claro. Os seus canhões são bons o bastante para colocá-lo no tier 7, eu acredito, e se o problema for velocidade, o jogo pode ignorar isso lindamente e equilibrá-lo da maneira que for mais adequada. Esse navio nesse tier seria bem aceitável, se a WG souber equilibrá-lo. Armas principais: 8 canhões de 381 mm (4 torres com 2 canhões cada). BB Tier VIII: Riachuelo - Variante com canhões de 406 mm (Vickers Design 685A) [Brasil] Na primeira página, foi proposto uma variante do Riachuelo nesse tier também, mas ainda com canhões de 381 mm. Eu acredito que por se tratar de um projeto de 1914 no tier 8, ele precisa de armas melhores pra ser mais competitivo. O Amagi também é um projeto de navio bem antigo, e foi para o tier 8 com muitas modificações ("como se tivesse sido modernizado"), e suas armas sustentam bem a sua posição também. Acredito que talvez o mesmo pudesse ser aplicado aqui, então a variante do Riachuelo com canhões maiores compensaria seus problemas de blindagem ou qualquer outra coisa do tipo que as pessoas possam estranhar por causa da idade do projeto. Armas principais: 10 canhões de 406 mm (5 torres com 2 canhões cada) BB Tier IX: Encouraçado proposto por O.J. Gonzalez em 1943 [Argentina] Esse projeto é baseado no Littorio, de fato. Em relação ao tier 8 proposto, ele tem armas menores, sim. Porém, é um projeto dos anos 40 e portanto, bem mais avançado em várias outras características do que o projeto do tier 8 proposto, então imagino que suas armas de calibre menor estejam longe de ser algum problema. O Littorio é tier 8, então isso significa que poderia ser uma implementação ruim? Eu acredito que não, pois o Jean Bart é da classe Richelieu, e está no tier IX enquanto que o navio líder da classe está no tier VIII. Como dito anteriormente, o jogo sendo arcade, as propriedades de cada navio podem ser alteradas livremente pelos desenvolvedores. Um navio parecido com o Littorio, pode sim funcionar no tier 9 se for adaptado para isso. A "justificativa histórica" poderia ser que, óbviamente, ele seria construído bem depois dos Littorio, e portanto, o projeto já estaria maduro e teria evoluído de alguma forma, o que o torna mais capaz do que um Littorio. Sim, é uma desculpa esfarrapada, porque o que importa de verdade, é os desenvolvedores programarem um navio de tier 9, que usa um modelo 3D de navio de tier 8, e não há nenhum absurdo nisso, quando lembramos do Jean Bart. Armas principais: 9 canhões de 381 mm (3 torres com 3 canhões cada) BB Tier X: Variante do Lion [Chile] Lá na primeira página, o malabarismo mental para justificar esse navio aqui foi grande, mas eu admito que eu me encantei, e acho a ideia muito boa. Mais uma vez, sim, o Lion é um navio de tier 9, mas aqui eu até proponho que seja talvez uma variante do Lion ou o próprio Lion só que mais modernizado e com mais recursos, talvez. Fato é que a gente não tem navios para serem colocados nesse tier, mas... Isso nunca vai ser argumento enquanto casos como o Kremlin, o Hindenburg e Roon, o Venezia e vários outros navios existirem no jogo. Para o tier X, a WG pode simplesmente inventar alguma coisa só pra preencher espaço, e acho que estaria de bom tamanho, pois conseguimos fazer um esforço legal e trazer navios de verdade e navios projeto que realmente existiram, do tier 2 a 10. Neste caso, para evitar o problema de "ain, navio clone (visualmente)", eu até mesmo proponho que seja feita uma das variantes do projeto do Lion (o ilustrador Tzoli desenhou vários deles!), justamente para se diferenciar do Lion já existente no jogo em relação ao seu modelo 3D. Até mesmo para inventar um navio, temos um problema na linha pan america, pois a forma como os navios eram obtidos por aqui envolvia a construção em outro país, então precisamos achar algum "construtor" para o último nível. Acredito que essa história de "o desejo do Chile de comprar o último encouraçado britânico" seja conveniente, e já temos um caso bastante parecido tendo acontecido - refiro-me ao yukon, que é um Monarch, de tier diferente e para o Canadá; um país que nunca operou encouraçados, com um navio que nunca existiu, numa "compra" que nunca foi proposta. Um Lion de tier 10, com várias modificações e com a bandeira chilena, não me parece nem um pouco absurdo, enquanto o Yukon existir... Como podem ver, a lista ficou bem parecida com o que foi proposto lá na primeira página, mas troquei de lugar alguns navios, incluí um ou outro também, e acima de tudo, coloquei a minha opinião sobre isso em cada navio, sua posição e coisas do tipo. O mais legal, é que quatro navios dessa nossa lista realmente existiram, o que já é quatro vezes maior do que navios que existiram e estão presentes na linha de encouraçados soviéticos, sendo mais uma vez, argumento a favor de uma linha com muitos navios de papel, de certa forma. Um argumento interessante para o caso do Tier 10, do tier 9 e do tier 7, de serem navios que estão "um tier mais alto do que poderiam ser", é que isso pode ser uma feature interessante e convidativa para outros jogadores. Os gringos tem certo preconceito com navios de modelo 3D iguais ou muito parecidos com outros, então a questão do tier já seria o primeiro sinal para indicar "esses aqui são diferentes!" (e de fato são). O encouraçado de Gonzalez não é um Littorio, o TX não é um Lion e o Riachuelo não é um QE (ao menos, não os navios que já estão no jogo, eles são diferentes, porque no fim, o que importa é a gameplay, e isso se resolve no código, na programação, e não na modelagem 3D). Esse seria o recado transmitido através dessa diferença de tiers Possíveis problemas e suas possíveis justificativas para que não sejam problemas: Como pode ser visto, não há uma consistência no que se diz respeito a progressão dos calibres das armas principais. Do São Paulo para o navio do Peru, as armas evoluem de 305 mm para 356 mm, mas voltam para 305 mm no navio argentino, e do tier 7 para o tier 8, as armas saem dos 381 mm para 406 mm, mas voltam a 381 mm no tier 9. Compreendo que isso é algo que a WG quer evitar de fazer, mas temos de entender que, como foi proposto lá no início, a ideia é que a linha Pan America fosse "difícil de jogar para representar a forma difícil com a qual a aquisição de navios na região era feita", e lidar com essas inconsistências entre tiers é uma das formas de implementar esse conceito. Além disso, características assim estão presentes em muitas linhas do jogo, e isso nunca foi um problema grande. O Fuso, por exemplo, é um navio de tier 6, com mais alcance do que o Amagi, de tier 8, se não estou enganado. E calibre das armas não é tudo, quando existem muitas outras características a serem levadas em conta, então acredito que essa variação e "vai e vem" de calibres, não será um problema. Brasil, Chile e Argentina ainda predominam. É difícil fazer nessa linha algo a respeito disso, mas ainda foi possível incluir o México e o Peru, totalizando cinco países representados. A título de curiosidade, a Pan Asia também tem apenas cinco países representados, então acredito que já seja um número minimamente satisfatório. E nada impede de outros navios de outros tipos virem como premiuns, e com bandeiras de outros países para representá-los. A minha proposta que visa trazer os encouraçados primeiro, é justamente pensando na questão da corrida dos dreadnoughts, então é natural que haja a predominância dos países do "ABC" também. E isso é bem menos pior do que a linha pesquisável "européia", de um país só, se formos pensar bem.. O Brasil aparece com três navios enquanto Chile e Argentina aparecem com dois. É verdade, mas eu acho válido, por alguns motivos: 1) Em todas as linhas de cruzadores propostas, o Brasil não tem muitos navios, e quem predomina acaba sendo a Argentina, então há um certo ganha e perde entre os países e entre classes de navios diferentes, o que eu diria que é equilibrado. 2) Mesmo tendo os encouraçados menos poderosos, o Brasil foi o país que chegou mais perto de ter mais encouraçados dentre os três países, pois o caso do Rio de Janeiro e do Riachuelo são muito bem documentados e relatados nesse evento que foi a corrida dos dreadnoughts sul americana (e o Riachuelo inclusive, quase foi construído de fato!), logo, há um certo sentido histórico ter mais navios desse país. 3) Não tem porque o público argentino ou chileno reclamar disso, pois os navios de tier X e IX são desses países. Dessa forma, ainda há um "trocadilho" nos últimos três navios da linha, representando o que foi na vida real - O Chile com o encouraçado mais forte, seguido pela Argentina e por último o Brasil, que apesar de ser o primeiro país da região a obter um dreadnought, terminou como o país com o encouraçado menos poderoso dentre os três. Eu vejo isso como algo bastante equilibrado.
  5. Este é um dos tópicos que eu mais gosto de todo o fórum, e acho que é nele mesmo que vou expor um pouco do meu pensamento a respeito da linha Pan-America. Muitos navios, projetos e até mesmo conceitos de navios foram apresentados, abrangendo meio que todas as linhas (exceto porta-aviões). Dessa forma, há bastante conteúdo interessante que foi sugerido até o momento. Porém, sabemos que a linha (quando vier) será composta apenas por uma classe (ao menos eu nunca vi a WG implementar várias linhas de uma vez), ou seja, ela começará com contratorpedeiros ou cruzadores ou encouraçados. Claro, não é como se ela obrigatoriamente tivesse que ser somente de uma classe, pois as outras podem sim vir em algum momento, mas ela irá começar por uma. A pergunta é: Quem deveria ser a primeira? Eu vejo muita gente defendendo que ela se inicie pelos contratorpedeiros, mas eu me oponho a isso e explicarei o motivo: Todas as linhas Pan do jogo começaram (e até o momento, contam somente com) contratorpedeiros. Tudo bem, na Pan Asia talvez realmente não tinha muita opção, mas na Pan Europa, havia uma boa variedade de navios e ainda assim os DDs foram escolhidos. Eu acredito que essa abordagem não é interessante, pois assim uma nova linha pan fica manjada e não tão atraente, e inclusive já vi outras pessoas pensarem o mesmo. A Pan Europa só é bem popular por ser relativamente fácil de jogar e possuir um navio que é imune a aviões, coisa que muito jogador de DD odeia, e acabou aderindo a esse meio. Ou seja, a menos que a linha Pan America tenha um truque extremamente interessante, há a chance de passar batida. Preconceito. Não gosto desse tipo de argumento, mas é um fato - Os gringos não sabem de nada a respeito das marinhas da nossa região. E não é como se não tivesse coisa, afinal, houve uma corrida armamentista na América do Sul entre Chile, Argentina e Brasil para adquirir encouraçados e outros meios. O Brasil, inclusive, foi o terceiro país no mundo a adquirir um encouraçado dreadnought, coisa que deu o que falar na época por... bem, ser o Brasil que de nada tinha a ver com os "grandes" da época, então foi algo bem fora da curva. Seguindo essa linha de pensamento, começar por DDs seria uma perda de oportunidade gigantesca, pois essa é a introdução de uma nova árvore no jogo, e isso é algo para chamar atenção e fazer festa, mas dado o motivo anterior, será que dá pra contar que haverá interesse dos gringos nisso? Sinceramente, eu não boto fé nisso. Se esse jogo ainda se importa com "questões históricas" como diz por aí, ele não pode, de forma alguma, perder a oportunidade de fazer algo bem legal, e a introdução dessa nova linha tem que chegar mostrando um pouco de cultura a essas pessoas com referências a esse contexto histórico e ao mesmo tempo gerar hype. Assim é bom para todos. Bom para os latino americanos, que ganham uma linha. Bom para os gringos, que ao invés de pensar "afs, mais uma linha de pobre", podem pensar "hm, é uma linha interessante", e bom para a empresa, que terá esse conteúdo bem aceito. Já sabem onde quero chegar. Direto ao ponto - A linha tem deveria começar por BBs. Não tem forma melhor de inaugurar uma árvore pan-america senão representando um evento real que foi a corrida pelos dreadnoughts. Além de ser uma ótima referência e a empresa poder citar esse acontecimento em suas páginas de notícias, conteúdo histórico e etc (o que gera muito mais conteúdo em texto, vídeos ou o que for), é uma forma ótima de chamar atenção para a linha, pois uma linha de BB é uma linha de BB. DDs são difíceis de jogar para muitas pessoas, BBs são mais simples. BBs são imponentes, tanto na vida real, como no jogo. A simples existência de uma linha deles é mais atraente do que uma linha de DDs. Uma linha de BBs pan-america se diferenciaria das outras linhas pans só pela classe de navios com a qual ela começou. Além disso, pode ser mais atraente para os gringos que não olharão torto como olhariam para os DDs, pois não se adquire BBs tão facilmente quanto se adquirem DDs. O simples fato de ser essa classe, seria um diferencial, e o gameplay não precisa sofrer uma pressão tão grande para ser "ultra mega competitivo" como eu imagino que ocorreria com DDs. Temos a vantagem de podermos ter essa opção; nós temos navios, projetos, conceitos e história para essa linha. É um desperdício não aproveitar isso logo na inauguração da árvore. Não é como a Pan Asia que realmente não tinha muitas opções para isso, ou coisa do tipo. A WG pode também se aproveitar do conteúdo histórico real para promover os navios da linha. Imagine um vídeo falando sobre eles "O Brasil adquiriu o Minas Geraes, o que forçou a Argentina a responder com Rivadavia... o Chile por sua vez encomendou o Latorre..." etc, etc, e etc. Críticas E eu sei também que muita gente se opõe a essa minha proposta, por isso, já separei algumas respostas que são mais comuns quando tocam nesse assunto: "Mas uma árvore nunca foi introduzida antes com BBs. Sempre foram DDs e Cruzadores" - É exatamente por isso que acho que é a oportunidade perfeita. Se não houve antes, é uma ótima sacada fazer agora. "Mas não tem BB para todos os níveis. Teria que preencher com muitos projetos ou até mesmo navios inventados" - Essa merece uma resposta mais longa: Então que tenha. Na primeira página deste tópico, foi apresentada uma linha de BBs que eu simplesmente achei perfeita e bem distribuída. Aquilo já seria bastante interessante. E convenhamos, todos estamos cientes de todas as maluquices de navios de papel e navios inventados pela WG que ela coloca no jogo; é INCONCEBÍVEL nos limitarmos a algo tão bobo quanto isso na atual situação do jogo, inconcebível! Mesmo que a ideia de um Lion para o Chile seja louca por ser um navio de papel numa compra que nunca sequer foi cogitada (ou seja, é um navio inventado nessa linha), é inconcebível não aceitá-lo enquanto a WG está inserindo um Monarch com bandeira canadense no jogo, sendo que o Canada nunca teve encouraçados, e o Monarch nunca existiu. Não devemos ficar nos limitando com coisas bobas assim. Olhem para a linha soviética, por exemplo - Somente o Gangut existiu e somente o Soyuz foi um projeto que realmente foi pra frente (apesar de ser cancelado, teve boa parte do casco construido), uma linha 80% papel, então eu não acho de forma alguma que seja um problema ter 40% ou 50% da linha composta por projetos/navios inventados enquanto coisas assim existem. Não preciso nem comentar a respeito do Roon e do Hindenburg, que são navios quase que completamente inventados pela WG. "Mas isso faria com que somente Brasil, Chile e Argentina estivessem na linha" - De fato, isso é um pequeno problema, ao menos, da forma como a linha foi sugerida aqui no fórum. Mas tenho certeza que é possível pegar planos e montar ao menos mais dois navios para países que não são esses três citados. Digo, alguém falou de um projeto de torre com arranjo de canhões de forma exótica com a bandeira do Peru, não? Enfim, isso pode ser refinado, e podem ser adicionados mais dois países, pelo menos (com navios de papel, especialidade da WG). Tirando isso, nada impede de adicionarem um cruzador ou contratorpedeiro premium de tier intermediário junto com a linha, e esse também teria de ser de bandeira diferente do "ABC". "Mas a linha de BBs só começa a partir do Tier 3/tier 4, como começar uma linha assim?" - Aqui penso em duas sugestões: O jeito difícil para o jogador, que é juntar muito exp a partir de seu navio tier 1 e ir direto para o encouraçado tier 3 (como é feito com os porta-aviões, que upam de dois em dois níveis), ou o jeito difícil para a WG, que precisaria incluir um cruzador ou contratorpedeiro de tier 2 e 3, apenas para contornar essa limitação do jogo, o que exigiria que fizessem mais navios e resultaria na implementação de uma "linha mista", com dois cruzadores/contratorpedeiros, e o resto sendo de encouraçados de tier 4 a 10. Pessoalmente, eu gosto dessa opção, pois traz mais opções de navios que podem não ser do ABC para serem representados e deixa em aberto que um dia ela será terminada. Isso não é problema quando lembramos que até um tempo atrás (e como faz tempo hein kk) a linha de contratorpedeiros canhoneiros japonesa ia somente até o Akizuki e não era concluída. Uma linha incompleta de uma classe, não é problema. "Alguns desses projetos são muito velhos e não se darão bem nos tiers altos em que foram classificados" - O Amagi é tão velho quanto e se dá bem. Fato é que a WG pega muito navio e colocam coisas como armamento AA, redução de dano em certas partes ou isso e aquilo de acordo com a necessidade para balancear o jogo. Quase nenhum navio no jogo é fiel ao original em seus mínimos detalhes. O Kii, por exemplo, tem ótima AA sendo que o seu projeto original listava só quatro ou seis canhões AA. Como o Maredraco disse, "deixem o balanceamento com a empresa". Em resumo Eu acho difícil que isso seja aceito, mas esse meu post acrescenta na discussão aquele negócio: Não devemos ficar nos limitando enquanto o jogo faz várias loucuras. Vale pra qualquer classe que vier primeiro para o jogo. Se tiver de ser papel, que seja. Se tiver de ser inventada, que seja. Nenhuma linha nova sofreu limitações desse tipo, ou limitações porque "o navio de verdade tinha problema x ou y" então não tem pra que nós mesmos nos auto-sabotarmos desse jeito. Encouraçados trariam uma boa visibilidade para essa nova árvore e representariam muito bem a história real por trás desses navios na américa do sul. Seria uma adição de conteúdo diferente ao jogo e não "mais uma linha de DDs", afinal, já há DDs demais no jogo. Não estou sugerindo que seja uma "árvore somente de BBs", mas sim que a árvore pan-america se inicie por eles, que os BBs venham primeiro e o resto vê depois, afinal, ela precisa começar com alguma linha. Os DDs podem vir depois, quando o hype de uma árvore nova passar. Trazer DDs primeiro para trazer BBs depois gera o problema do "Soon tm". Por exemplo, já fazem dois anos que os DDs suecos vieram e nada mais foi inserido na linha européia. Eu não sei quanto a vocês, mas eu não quero esperar mais alguns anos depois da linha pan-america aparecer sabe-se lá quando para poder jogar de Minas Geraes, de Riachuelo ou com o que for, e sabemos que esses navios não podem ser premiuns, senão não terá conteúdo pra linha. Só para frisar: Não nos limitemos a motivos bobos como "mas é navio papel" ou coisa do tipo. Isso é inconcebível no atual estado do jogo.
  6. IbukiBolinho

    Nerfaram Smolensk ??

    Smolensk com 19 km de alcance? Já acho 16 bastante irritante. Um navio que tem fumaça, sonar, torpedo, alta taxa de disparos PE e uma blindagem meme que faz ele tomar dano diminuído de encouraçado... Desculpe, mas acho que é bem merecido, e daí pra mais.
  7. IbukiBolinho

    Árvore Pan-Americana (conceito de implementação no jogo)

    Seria o ideal e o que todos queremos, mas sabemos que não vai acontecer. E não é por falta de competência, já que a WG conseguiu fazer uma árvore gigante para a insignificante marinha soviética da WW2, mas por falta de interesse mesmo. Já vi o tópico da sua assinatura, e gostei bastante. _____________________________________________________________________ Quero destacar essa parte que achei realmente muito interessante e bem relevante: "Seria interessante simular a corrida armamentista naval entre Argentina, Brasil e Chile com um evento onde os jogadores pudessem escolher qual nação querem representar, gerem pontos para essa nação e com esses pontos possam adquirir a versão desse navio dessa nação de graça (ou com um grande desconto, como ocorreu com o Cossack). Os jogadores representando a nação campeã receberiam uma camuflagem nacional para sua versão do navio. Então, por exemplo, se um jogador escolhesse representar o Brasil, ele geraria pontos para o Brasil jogando normalmente, e poderia adquirir o Barroso '51 independente de o Brasil ser a nação vencedora da competição ou não. Mas se o Brasil for a nação vencedora, todos que jogaram pelo Brasil receberiam uma camuflagem especial para o Barroso '51, com temática nacional do Brasil." Eventos que incluam navios pan-americanos e que sejam grandes, desse porte, é justamente do que precisamos.
  8. IbukiBolinho

    ST 0.10.0, addition of Jurua

    Táca-lhe pau, Vladimus! Disse tudo. As I said before: "Tin foil hat moment" - Jurua sounds like an excuse to not give us the Rio de Janeiro u_u Outro corno reagiu com boring.
  9. IbukiBolinho

    ST 0.10.0, addition of Jurua

    Actually looks like an excuse to not put Agincourt as the "Rio de Janeiro". "Wou, this unique battleship can't stay with the brazillians, instead let's give them a DD that already exists in the game, but with another name and flag". _______________________________________________________________________________________________________________ In my topic published in the brazilian side of the fórum, where I showed my paper scale model of the T2 Almirante Abreu, I said some things about what I was expecting to see in WoWs about brazilian ships. I said that I would like a premium ship of the tier 6 or higher, and Juruá is exactly what I was looking for. But this is the same about the Almirante Abreu: it's a ship that didn't operate in the Marinha do Brasil. That ship was requested by the british when the war started. I was expecting something more "real", a ship that really existed and served in my country's navy, or, a paper ship like the battleship Riachuelo. My criticism still is: the game content is not matching with the game marketing campaign in Brasil. WG is investing a lot in publicity, almost a flood of publicity with youtubers, but I don't see it reflecting in the game. And... that camo is literally the ship version of Blanka, but we like Blanka because he has good reputation as a "brazilian" character, but a ship that suddenly appeared not. Boitatá is my favorite mistic character of my culture, but that camo is strange... And the Boitatá is a fire snake, no just an giant "anaconda". The good thing? Well, it's a ship with the brazilian flag and in the tier 6. Abreu is cool, but T2 is... meh. I like the tier 6, and I think is the most fun tier to play. Even with the negative things that I said, I liked that ship. We (brazilians) are bad represented in this game (proportionally to the marketing done by WG in our country), so.. "if we are in the hell, we should enjoy it, and hug the devil" (Uma expressão que adoro, kk). And no, we didn't just "bought used ships", we built some destroyers too. Even with blueprints of american or british destroyers, but with changes in the armament, what is enought to turn that ships not a "clone" (as if you guys care, having 3 Fletcher class with the flag of US; ship clones should be the last of your worries, kk). And once again: Thank you for the hard work, Maredraco. I was very upset early today, but the Juruá anouncement has calmed me down a little, rsrs. I'm sure that without you, we wouldn't even receive "clone ships". Quem reagiu com "boring" é corno. 2 cornos e contando.
  10. Valeu, o2uk :D Opa, eae Maredraco. Fico contente em saber disso. E essa preocupação citada é muito importante também, concordo plenamente (de dar atenção a América Latina e não um país ou outro apenas), afinal, a introdução da linha européia no jogo teve justamente esse problema da predominância de navios e projetos de um único país na maior parte da linha. Mas eu falo de Brasil porque é o contexto em que estamos inseridos, mas entendo bem a preocupação sim :v Ainda que eu tenha um certo "bias" para que algum novo navio pan-america que seja brasileiro seja de tier médio/alto, já que embora o país não tenha tradições navais tão fortes como outros países do mundo, é bastante areia pra esse caminhão que é a America Latina, rsrs. Reconheço que o planejamento deve ser respeitado, mas é frustrante ver que esse planejamento, por vezes, contém coisas bastante questionáveis, e não falo isso apenas em relação a linha pan america. Digo, a Regia Marina foi uma das maiores marinhas da época e o jogo a negligenciou bastante, mas ao mesmo tempo, adicionou coisas como, premiuns que ninguém pediu de linhas que já estão muito bem servidas e até mesmo navios nas tech-trees desses países que já estão muito bem servidos. Dessa forma, por mais que seja necessário ser paciente, é inevitável pensar que "o tempo gasto nessas coisas poderia ter sido utilizado para investir em linhas que realmente precisam de conteúdo", e temo que esse mesmo pensamento volte não apenas para minha cabeça, como também para a cabeça de muitos jogadores em 2021. Eu realmente fico pensando que loucuras a WG está pensando em fazer nesse próximo ano... . Acho bastante interessante essa colaboração com outro CM, e em um ano dá pra ter bastante coisa (em geral, não mais apenas nesse contexto de coisa latino americana), então estou bem otimista em relação a algum progresso de mais navios em 2021 para a linha (embora eu só vibrarei de fato, se for algum nosso, desculpe-me :x ). Talvez mais algum premium, mas desta vez, para comprar (?)
  11. Eu realmente fiquei muito contente no dia que vi no DevBlog que um navio brasileiro estava para ser adicionado ao jogo. Assim que o vi, fui correndo para escrever positivamente no post do Hapa lá no Develop's Corner. A imagem de revelação mostrava uma camuflagem com as cores da bandeira do Brasil, e como tudo o que é brasileiro no exterior, deve ser bem chamativo desse jeito. Bom, eu acho que eu gosto disso, não sei kk, mas na primeira transmissão do Maredraco jogando com esse navio, a camuflagem foi levemente alterada e ficou muito mais bonita. A parte ruim da coisa, é que o navio foi disponibilizado inicialmente apenas via concurso ao qual dez jogadores aleatórios que conseguiram cumprir um determinado requisito foram contemplados. Mas tudo bem, eu acho, porque a pior parte foi, na verdade, de que esse navio seria cedido para contas novas livremente usando o tal código "estrondo". É um tanto quanto decepcionante ser um jogador que joga mais regularmente, entende razoavelmente as mecânicas, funções, moedas, estratégias, etc e etc, e não poder ter esse navio, mas que jogadores novos o terão facilmente. Bom, eu disse a mim mesmo que teria esse navio custe o que custasse, então dei um jeitinho brasileiro na coisa: Eu fiz o meu próprio, pois se não posso ter o navio no jogo, eu o terei aqui na minha estante e poderei apreciá-lo quando eu quiser. Nada mais brasileiro do que uma coxinha. É claro que isso é apenas uma forma a mais de apreciar a coisa. Só tem graça porque é um navio nosso e está no World of Warships. Eu poderia fazer todos os navios que eu quisesse, mas se não tem relação com alguma mídia que eu gosto, se não estiver presente, não será a mesma coisa e não terá a mesma graça. Eu apoio que mais navios brasileiros entrem para o jogo. Pode até mesmo ser como no esquema dos navios italianos, que vieram uns cinco premiuns antes de alguma linha pesquisável, porque eu compraria eles, especialmente destróieres ou cruzadores de tier VI ou mais, que ao contrário do que muita gente por aí afirma, tem unidades que poderiam muito bem estar nesses tiers. Para cada navio brasileiro adicionado nesse jogo, eu vou fazer questão de ter, seja in-game ou seja por algum modelo em escala como este. Com esse navio que é o Almirante Abreu e o evento da bandeira do cruzeiro, eu percebo que pouco a pouco os brasileiros enfim estão começando a ter sua devida atenção. Tal como eu disse no post do Hapa, eu realmente tinha (e ainda tenho um pouco) desgosto de ver tanto investimento em propaganda do jogo em canais de youtube brasileiros que sequer tem a ver com o tema "guerra", e nenhum conteúdo nosso no jogo em si. Espero que continuem a investir mais em nós com conteúdo in game, mas sem nos deixar de lado em relação a outras comunidades "pan" do jogo. Por mais que muitos brasileiros tenham bem recebido a chegada do Abreu (eu incluso), ele é só um T2. Mesmo outros países inseridos nessas árvores pan, seja pelas linhas pesquisáveis ou premiuns, possuem navios em tiers bem mais atraentes (que eu pessoalmente considero ser o VI ou mais) e é isso o que não apenas eu, mas como muitos jogadores brasileiros querem também. Sendo bem sincero, esse é o meu receio: De que a WG pense que "ah ta, agora já tem um navio br pra esse público aí, então que se dane tudo, vamos voltar a fazer um monte de navios pra todo mundo menos pra pan america". Vamos aos fatos: A pan asia está a receber um novo premium (o Akizuki chinês). A européia não apenas recebeu navios poderosíssimos em sua linha pesquisável como também possui premiuns/especiais no Arsenal e por exp livre. A comunidade das nações está recebendo um destróier de altíssimo nível (Vampire II). Enquanto isso, a pan america está esquecida. Espero realmente que neste ano de 2021 tenhamos grandes novidades e conteúdos para essa linha. Todas as pans já ganharam algo, e nós, sequer podemos dizer que "ficamos a ver navios", porque quase não há navios, rs. Há de se atentar a esse ponto. No mais, continue com o ótimo trabalho, Maredraco. Com certeza isso só está sendo possível por sua causa que está dando voz à nossa comunidade. E, bom, apesar dessa minha reclamação, apreciem a arte da coisa. É um belo navio feito de papel, não?
  12. Olha, eu acho que informação sempre é importante e achei o tópico interessante, mas acredito que isso é algo implícito que todo mundo aqui que teve aulas de português na escola já sabe. Digo, na maior parte das vezes que vi alguém se referindo a um navio assim, era por influência de jogos como Kancolle e Azur Lane, e não necessariamente porque o sujeito fica copiando coisa de gringo (este segundo eu acho muito vergonhoso).
  13. IbukiBolinho

    wows pode chagar ao fim em 2021

    8,8 mil batalhas e você ainda não entendeu como funciona o sistema de ocultamento? Tópicos com um título apocalíptico assim geralmente pipocam por aí no lado americano do fórum por motivos bem hiperbólicos e bem bestas, mas eu estava esperando um pouco mais quando li o título. Se este jogo estiver próximo do fim, com toda a certeza, não é por causa disso. Curvatura da Terra realmente não cola mais até porque é engraçado precisar chegar muito mais perto de um navio utilizando um avião para poder enxergá-lo, sendo que na vida real é bem o contrário, mas isso é uma mecânica do jogo para servir como um fator a mais a ser considerado e enfrentado pelo jogador. Navios que precisam estar ocultos para não serem simplesmente deletados sem fazer nada e navios que possuem mecanismos e função de justamente detectar outros navios, etc e etc. Se todo mundo estivesse detectado o tempo todo e todos pudessem atirar em quem bem quisessem, nem mesmo você poderia jogar mais tranquilamente, pois muitos navios já estariam mirando e atirando em você de distâncias que talvez nem você poderia revidar e nem fazer nada a respeito.
  14. Pessoalmente, eu não acho que questões históricas importem a essa altura do campeonato. No máximo pode-se pegar a origem desse equipamento como você descreve e por funções de equilíbrio/gameplay, implementá-los em tiers altos (VIII ou mais) que é mais ou menos o que é feito com os radares. "Ah, mas tal navio de tier 8 não teve esse equipamento na vida real", com todo o respeito, eu não ligo, até porque esse jogo dá umas aloupradas de vez em quando que nunca se justificam pela questão histórica. Um consumível como esse implementado em contratorpedeiros seria um ótimo chamativo para os gringos (que na maior parte das vezes depreciam os sul americanos) e é algo bem diferente para o jogo, o que é muito bom. Por mim, todo contratorpedeiro pan america da linha a partir do tier V poderia ter isso, e que se dane a "precisão histórica" da coisa. Tenho a mesma opinião em relação a árvore de cruzadores e encouraçados pan america, que entendo e aprecio os esforços dos foristas em preferirem e pesquisarem por projetos reais e únicos para ocupar os últimos tiers, que são bem difíceis de definir, mas eu realmente não me importo se a WG inventar um navio como foi feito com o Roon, Kremlin, Hindemburg, GK e vários outros, da mesma forma que digo que não vejo problema algum em colocar um consumível desses em navios "nada a ver" com ele (se comparados a vida real). Meu ponto é: Não tem motivo para nos prendermos a limitações como essa quando claramente o jogo deu os seus próprios 'migués' por diversas vezes.
  15. IbukiBolinho

    O Brasil entrou no jogo

    Quanto mais navios brasileiros, melhor. Mas pessoalmente, eu realmente gostaria que a linha pan americana, quando vier, começasse com encouraçados. Não me levem a mal, mas é a que mais tem informações no tópico que discute a proposta de uma árvore pan américa, tem mais navios "genuínos" não sendo transferências do pós guerra (coisa que um monte de gringo chato fica reclamando nas árvores pan, como foi o caso da pan asia) e uma terceira linha pan composta por DDs daria muito o ar de "mais do mesmo de uma linha do tipo". Que venha Rio de Janeiro, Minas Geraes e principalmente aquele que eu mais gostaria de ver como ficaria no jogo: O Riachuelo e suas variações.
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