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Captain_Benevolent_Fair

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  1. Captain_Benevolent_Fair

    Batalha dos Influenciadores

    Bom dia/tarde/noite, sou Captain_Benevolent_Fair, mas costumam me chamar de Ben. Jogo WoWs há 5 anos e sou considerado um ótimo jogador, tendo sido parte do time principal do clã Star Brasil durante a última temporada de Batalhas de Clãs e do último torneio do King of The Seas, onde a STAR chegou mais perto do título do que qualquer outro clã brasileiro em doze iterações do torneio. Possuo amplo conhecimento de todas as classes do jogo, das características e estilos de jogo de cada linha, assim como dos vários mapas e quais combinações de navios são mais funcionais para cada um. Em especial, trabalho muito bem com estratégias para torneios 3x3 como esse. Podem analisar minhas estatísticas neste site: https://na.wows-numbers.com/player/1015056741,Captain_Benevolent_Fair/ . Enfatizo minha alta % de vitórias, que recentemente passou de 60% em contratorpedeiros e encouraçados. Geralmente estou disponível no período da noite, à partir das 18h durante a semana, e nos fins de semana durante a tarde, à partir das 12h.
  2. Olá novamente, senhoras e senhores. Hoje lhes trago um tópico sobre navios Chilenos e Mexicanos que podem ser adicionados ao jogo como forma de introduzir ambas as marinhas, dado o interesse do @Maredraco nessas duas em especial. Selecionei 5 possíveis opções para o Chile, e 2 para o México, todos navios de níveis baixos (II-IV). Também irei abordar outras possibilidades para essas nações em níveis mais altos, que poderiam ser adicionadas sem entrar em conflito com as futuras linhas Pan-Americanas. Espero que gostem. Começaremos pelo Chile: Agora vejamos as opções do México: Esses são todos os navios que pude achar que se encaixariam como Premiums de nível baixo para o Chile e o México. Mas óbviamente existem outras opções nos níveis mais altos, como, por exemplo, os DDs da classe Fletcher que tanto o Chile quanto o México possuiram. Claro que o problema surge em querer adicionar um navio Pan-Americano de nível IX tão cedo antes de sequer termos uma linha planejada. Entretanto, a realidade é que nada impede que tenhamos um DD da classe Fletcher em níveis mais baixos. Na verdade seria bem fácil encaixar um Fletcher no nível VIII, VII, e até no VI. Vejamos um exemplo no nível VI: Por fim, acho importante considerar um último ponto: Todas as opções que dei tinham algum fundamento histórico, eram navios que o Chile e o México tiveram ou poderiam ter tido. Contudo, devo lembrá-lo, caro leitor, que isso não é mais um requisito para a adição de um navio Premium para uma nação. Isso graças ao anúncio do Yukon, navio que não possui nenhum fundamento histórico para ser dado ao Canadá. Uma cópia do Monarch, um encouraçado Britânico que nunca foi construído (e note que o Canadá nunca teve um único encouraçado em toda sua história). Então eu não posso deixar de perguntar: Se uma cópia do Monarch para o Canadá é uma adição aceitável, porque uma cópia de qualquer DD Americano para o México, ou de qualquer DD Britânico para o Chile não seria? Pense nisso, e até mais. Fontes:
  3. Captain_Benevolent_Fair

    Sugestão de bb premium

    Como o amigo disse, Flandre não tem nada de especial além da AA. (e mesmo assim a AA não é tão melhor que a de um North Carolina, por exemplo). Ashitaka é um bom navio, mas matchmaking tier 7 tem sido bem pior que tier 8, e Ashitaka não se dá bem contra tier 8, especialmente nas mãos de um jogador pouco experiente, então eu só recomendaria o Ashitaka se já tiver dominado muito bem a jogabilidade de encouraçados. Dentre esses dois, Flandre é mais fácil de jogar, mas Ashitaka com certeza é o melhor. Mas se quiser minha recomendação, não pegue nenhum destes. Em vez disso, recomendo as seguintes opções: Para um tier 6, o Warspite é a melhor escolha, pelo seu ótimo poder de fogo com canhões precisos, e boa resistência. Ele compete até contra tier 7 sem problemas, e é considerado por muitos um dos melhores BBs premiums do jogo. Para um tier 7, Nelson se tiver o XP livre é um dos melhores pelos seus canhões com AP e HE ótimas, e por sua equipe de reparos extremamente efetiva, mas tem algumas das vulnerabilidades que mencionei sobre o Ashitaka. Outra opção é o Hood, navio rápido e bem resistente mesmo contra tier 8 quando angulado corretamente, é um ótimo navio para dominar as mecânicas de angulação, mas seus canhões não são tão bons, com performance inferior a do Warspite. Para um tier 8, Lenin, sem sombra de dúvida a melhor opção, com canhões extremamente fortes e blindagem efetiva que o permite enfrentar navios T10 com confiança quando jogado corretamente, além de ser o BB tier 8 mais barato por uma diferença significativa (vale notar que o Lenin também será removido junto com o Nelson). Outras opções incluem o Alabama, que tem ótimos canhões e boa AA, mas é inferior ao Lenin no que diz respeito a resistência; o Roma, que é tão resistente quanto o Lenin e possui ótimo ocultamento, mas cujos canhões são extremamente imprecisos; o Kii, que tem boa AA, velocidade, e poder de fogo, além de ser o único BB com torpedos com 10km de alcance; e o Tirpitz, navio veloz e bem resistente, praticamente imune a cidadelas, com boas secundárias e recarga rápida nos canhões principais, além de também ter torpedos de curto alcance.
  4. Captain_Benevolent_Fair

    Premium Ship Preview - Yukon (LIVE!)

    Juruá never served with Brazil. She was sold to Great Britain almost a month before being launched. Not that Juruá is even the best example I presented, that would be Yukon. And again, let me point out the double-standard here by saying: "Commonwealth has enough warships of its own, built for it, delivered, and serving in its fleets for extended periods, that it doesn't need a ship that never even came close to serving a Commonwealth navy."
  5. Captain_Benevolent_Fair

    Premium Ship Preview - Yukon (LIVE!)

    Oh, what a wonderful standard you have there. Surely that also means Longjiang, Jianwei, Bajie, Wukong, Wujing, Sanzang, Abreu and Juruá also should not be in the game then? After all, they never actually served with the nations they've been put under, though some were intended to at first, which is also more than can be said about Yukon, which wasn't even originally intended to serve with anyone other than the British. I'm fine with anyone applying such a standard regarding Agincourt, so long as it remains consistent with regards to other ships in a similar situation, lest we start seeing some sort of double-standard. In WG's case, that standard was broken years ago, and continues to be broken up more and more as time goes on.
  6. Captain_Benevolent_Fair

    Árvore tecnológica Panamericana (proposta consolidada)

    A esse ponto não há mais essa de que a falta de navios ou projetos de tier alto impedem a formação de linhas completas. A WG tem se afastado cada vez mais de qualquer pretensão de manter os navios do jogo com alguma base histórica. O ápice desse abandono de qualquer padrão foi anunciado como o encouraçado Canadense Yukon, uma cópia de um navio que nunca existiu que irá navegar sob a bandeira de uma nação que nunca teve um único encouraçado em toda a sua história. Ainda que o Monarch tivesse existido, os britânicos com certeza teriam ficado com ele durante a 2ª GM, e o Canadá claramente não tinha interesse em obter um encouraçado após o fim da guerra, visto que nunca sequer consideraram a aquisição do Vanguard, por exemplo. De repente a ideia minha e do Brooklin do Lion Chileno parece mais bem fundamentada (já que ela se baseia na suspeita de que os britânicos quisessem vender o Vanguard para o Chile). Eu costumava ser contra a representação do Brasil e da Argentina separados da árvore Pan-Americana, e pessoalmente ainda prefiro que todos fiquem na mesma árvore, ainda que torne menos evidente a superioridade das Marinhas Argentina e Brasileira. Mas nenhum dos padrões que a WG tinha que impediriam a separação dessas nações do resto da Pan-América são válidos depois do Yukon.
  7. Captain_Benevolent_Fair

    Premium Ship Preview - Yukon (LIVE!)

    What makes me sad is seeing first hand how hard it is to convince WG to give a copy of Agincourt to Brazil and/or the Ottoman Empire, with official excuses going far and wide from "The ship never served with these nations, so it isn't worth giving it to them." to "We need to wait until a full battleship line can be released for these nations, to ensure there isn't a lack of ships to put on said line", only to then see them announce Yukon as a blatant cash grab premium, and not only that, but also put in the effort to make the ship gameplay unique. We asked for a copy of Agincourt, just a straight copy, but since it's not as lucrative, it's not happening. Still, I am happy for those feeling represented by the big boy battleships, and looking on the "bright" side, any ship can now be copied and given to a small nation without any regards for whether or not any of the parties involved would've wanted it to be that way (not even stuff like Bajie had done this, because those LNY ships aren't actually attached to any specific nation, just Pan-Asia as a whole). so I guess it's only a matter of time before Pan-Asian battleships are released.
  8. Olá, senhoras e senhores. Como havia dito que faria no meu último tópico, estou lhes trazendo hoje o primeiro dos dois tópicos que decidi criar a respeito dos navios Pan-Americanos. Especificamente, este tópico terá como foco meus argumentos à favor da adição do encouraçado brasileiro Nível V, o Rio de Janeiro, como uma cópia do Agincourt (assim como possívelmente uma cópia adicional para o Império Otomano). Mas também terá a intenção de apontar a existência de outros navios de nações Pan-Americanas ainda não representadas, os quais poderiam ser facilmente adicionados ao jogo como cópias de navios já existentes. Então vamos começar. O Caso à Favor do Rio de Janeiro e do Sultân Osmân-I Evvel: Pois bem, agora que eu apresentei um caso à favor do Rio de Janeiro, permita-me dizer algo contra, e em sequência entrar na segunda parte deste tópico: Agradeço à todos pela atenção, e espero que tenham gostado da leitura.
  9. Captain_Benevolent_Fair

    FLINT: IN - JOGÁVEL

    A parte da divisão é a que mais influência. Qualquer navio vai ter uma performance superior em divisão, tanto pela vantagem em comunicação quanto pelo suporte que um navio pode dar ao outro. A performance solo do navio é muito mais importante para que o navio possa ser devidamente balanceado. Claro que a diferença em performance do navio quando jogado solo ou em divisão varia de navio para navio. No caso do Flint, a diferença é noite e dia, de tal forma que sua dependência em uma divisão chega a ser ridícula quando comparada a de qualquer outro cruzador do nível, mas mesmo assim, a presença de uma divisão é suficiente apenas para que a performance do navio se iguale a de outros cruzadores quando estes não estão em divisão. De fato, se me permite fazer uma comparação, bem antes de você jogar com o Flint, você jogou com o Hawkins, o CA britânico de nível V que é considerado um dos, senão o pior cruzador do nível (eu não sei quando você jogou com o Hawkins, mas imagino que já faça alguns meses, pois você chegou a jogar batalhas de clã conosco na temporada passada e estava utilizando o Goliath). Assim como no caso do Flint, você jogou 4 partidas solo com o Hawkins, e tendo menos experiência com a jogabilidade de cruzadores do que você tinha quando jogou com o Flint. E mesmo assim, suas estatísticas no Hawkins são superiores as do Flint jogando solo. Se mesmo com a inexperiência que você abertamente admite ter, sua performance no pior cruzador do nível V supera a sua performance no pior cruzador do nível VII, o que isso diz sobre o Flint?
  10. Captain_Benevolent_Fair

    fui localizado no inicio da partida,sem porta-avioes.

    Meu querido, isso é uma habilidade de comandante que pode ser colocada em qualquer DD ou cruzador, e informa a direção aonde se encontra o inimigo mais próximo de quem estiver usando essa habilidade.
  11. Captain_Benevolent_Fair

    T6 Juruá and T2 Alte Abreu

    Yes, the model is slightly different. Juruá was ordered by Brazil in 1938, but was requisitioned by the British in 1939, and was renamed to Handy and later Harvester. Props to WG for implementing those differences, small as they may be, although in order to have the same performance as Gallant they kept all 4 main battery turrets, when in reality Juruá was meant to be more focused on ASW and thus had one of her turrets removed.
  12. Captain_Benevolent_Fair

    T6 Juruá and T2 Alte Abreu

    Almirante Abreu was an event ship mostly given to the Brazilian Community as the first BR ship in the game, though I believe CCs have gotten access to them. Juruá was recently announced on the Dev Blog, but the ways by which it will be given away are still unknown as far as I'm aware. Abreu and Juruá are copies of Albany and Gallant, respectively.
  13. Captain_Benevolent_Fair

    wows sempre se superando!

    Saiba que de forma alguma me ofendi, apenas fiquei curioso. Para testar o que você relatou, abri uma sala de treinamento com o Parseval, e coloquei 12 GKs como cobaias para testar o dano das bombas e dos torpedos. Você pode ver o replay desse teste se quiser: 20210124_003632_PGSA108-Parseval_00_CO_ocean.wowsreplay Não achei absolutamente nada de errado no dano das bombas nem dos torpedos. O dano máximo de bomba do Parseval é de 7800, e você pode observar no replay que em nenhum ataque que resultou em ao menos uma cidadela meu dano foi inferior a esse valor. Da mesma forma, em ataques com duas cidadelas, meu dano nunca foi inferior a 15600. Nas mais raras ocasiões em que meus ataques resultaram em três cidadelas, o dano foi sempre de exatos 23400. Devo apontar que não existem melhorias nem habilidades de comandante capazes de reduzir o dano das bombas ou dos torpedos, apenas de aumentar esse dano. No meu caso, meu comandante tinha 11 pontos, nenhum dos quais foi usado em uma habilidade que alterasse de qualquer forma os armamentos do navio, apenas a velocidade e resistência dos aviões em sí. O mesmo vale para todas as minhas melhorias exceto uma, que aumenta em 5% a velocidade dos meus torpedos, mas não altera em nada o dano de nenhum armamento. Você pode ver minha build atual aqui: http://prntscr.com/xj66o8 Vale também apontar que atualmente existe um bug no jogo no qual quando você afunda um navio com uma salva ou ataque aéreo com multiplos acertos, o jogo só mostra o dano causado pelo último acerto, o que afundou o navio, mas o dano total da salva/ataque ainda é contabilizado corretamente. Há também casos onde uma bomba, assim como um tiro de um navio normal, não causa o dano máximo listado. Quando a bomba penetra o navio mas acaba saindo antes de explodir, ela causa um dano igual a 10% do seu dano máximo (780 no caso do Parseval), o mesmo acontece se ela penetrar e explodir dentro de uma das torres principais do navio atingido. Quando a bomba penetra e explode em uma área do navio que não a cidadela, ela causa 1/3 de seu dano máximo (2600 para o Parseval), porém esse valor esta sujeito a uma redução se a área do navio atingida estiver saturada. Mas o dano máximo só pode ser obtido quando a bomba penetra e explode dentro da cidadela do navio, e esse dano máximo de cidadela não está sujeito a nenhuma redução. Portanto, se você estiver de fato recebendo acertos na cidadela com as bombas do Parseval, e esses acertos não estiverem causando o dano apropriado, sugiro que compartilhe quaisquer replays ou imagens que comprovem que isso está realmente acontecendo, pois com certeza não é o que deveria acontecer. Mas analise bem suas evidências, pois seria um eufemismo de minha parte dizer que não pude comprovar suas alegações após um teste extensivo. Agradeço a atenção.
  14. Captain_Benevolent_Fair

    wows sempre se superando!

    Exatamente como que o dano dos CVs foi nerfado? Eles agora tem mais habilidades que *aumentam* o dano, além de terem mais habilidades de resistência e velocidade para os aviões. O Manfred recebeu alguns nerfs mais do que merecidos na precisão das bombas, tornando-as menos consistentes e deixando-as mais equilibradas em relação as do Hakuryu. O Parseval não recebeu esses nerfs, e tem sido meu navio de escolha quando canso de tentar me divertir na ranqueada e quero uma vitória fácil.
  15. Captain_Benevolent_Fair

    Árvore Pan-Americana (conceito de implementação no jogo)

    Agradeço aos crticismos, mas quero reforçar que meu propósito jamais foi apresentar os navios com todos os seus detalhes históricos, até porque você e o Brooklin já fizeram isso muito bem no passado, e eu não tenho pretenção nenhuma de querer me igualar. Meu único propósito é complementar as linhas apresentadas no passado com ideias de como implementá-las no jogo de forma que providenciem uma jogabilidade diferenciada mas equilibrada ao mesmo tempo que garanta que todas as nações, grandes ou pequenas, sejam bem representadas. Para esse propósito, minhas propostas irão frequentemente bater de frente com fatores históricos, pois estão mais alinhadas com as mecânicas do jogo do que com a realidade sobre os navios apresentados. O formato que eu escolhi para apresentar meu trabalho reflete isso, deixando de lado vários detalhes históricos sobre os navios de fora em favor de manter o foco nas estatísticas dos navios no jogo e como elas se relacionam com as estatísticas de navios já existentes. A ideia é que os desenvolvedores possam ter de um lado todos os detalhes sobre os navios apresentados em tópicos com foco nos fatos reais sobre os navios, e do outro ideias de como podem moldar esses navios no jogo. Agradeço a atenção.
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