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kaiser_wilherm

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  1. Eu usei o termo split, mas o que eu fiz foi criar dois ramos de encouraçados independentes, que vão do tier 3 ao 8. Se fossemos usar a maioria dos desenhos de encouraçados existentes apenas do Brasil dá para fazer mais um ramo do tier 3 ao 6 de boa e ainda sobra desenhos, mas não teriam nada de diferente das duas apresentadas. Eu decidi não colocar nenhum navio, projeto ou mesmo requisito de navio que não tenha sido proposto por alguma marinha latino americana, esse é o resultado, até a presente data não existe nada que possa ser colocado nos tiers 9 e 10, se eu fosse preencher para a primeira o tier 9 seria o Moreno(Gonzalez) com canhões de 16 polegadas, reforço na blindagem e reforço na defesa AA e e o tier 10 seria uma versão do anterior com 12 canhões e blindagem de 400mm, para a segunda linha no tier 9 eu usaria uma versão do tier 8 só que usando 6 canhões de 431mm ou 457mm e blindagem de 340mm e o tier 10 teria 9 canhões de 457mm e blindagem de 370mm. Mas isso é pura e simplesmente o mundo da imaginação, se for ser historicamente correto a linha acaba no tier 8, só os cruzadores e destroyers que chegam no tier 10.(possivelmente os porta aviões também).
  2. O problema dos tiers altos, notadamente os tier 9 e 10, é a falta completa de projetos ou mesmo desenhos de encouraçados que se encaixem neles. O split visa justamente organizar a lógica de evolução dos navios para tentar dar uma pista de como os níveis mais altos poderiam ser.
  3. Eu estive pensando e estudando um pouco essa questão do equilíbrio dos encouraçados e a ideia do COLDOWN de subdividir em 2 ramas me chamou a atenção e realmente seria possível. No caso a diferença seria que uma seria mais bem blindada que a outra, só que a menos blindada teria na maioria dos níveis os canhões de maior calibre, mesmo que geralmente em menor numero. Dessa forma e usando apenas desenhos conhecidos elas ficariam assim: Melhor blindados: 3. São Paulo 4. Los Andes 5.Rivadavia 6.Riachuelo 7. Aquidabã 8.Moreno(Gonzalez) Menos Blindados 3.Design 513(Independencia) 4.(não achei um navio para encaixar aqui, mas acho que um projeto antecessor ao Latore chileno caiba aqui) 5.Latore(Cochrane) 6.Design 653(Rio de Janeiro Original, 12 canhões de 356mm, 305mm de blindagem, 22 nós de velocidade) 7.Design 684A(O Nagato brasileiro) 8.(Não conheço nenhum projeto, mas acho que cabe aqui algum navio que responda os critérios dos programas navais brasileiros dos anos 1924-1926) Estou aberto a sugestões e melhoramentos. OBS: Não coloquei os niveis 9 e 10 pois não achei projeto nenhum que se enquadre neles, acho que só no mundo da imaginação para achar eles.
  4. Até o momento não conheço nenhum projeto de encouraçado para a Marinha do Brasil nos anos 20, mas teve sim programas navais que visavam a aquisição de encouraçados foram ao todo 3 programas navais e em todos eles o pedido era para encouraçados de 35 mil toneladas e canhões de 16 polegadas, os números variavam o primeiro pedia apenas 1 navio, o plano de programa naval(programa naval de 1924) era completar o plano naval de 1906 e foi elaborado pelo Almirante Alexandrino Faria de Alencar, um detalhe nesse programa previa a compra de um porta aviões(chamado de porta aeroplanos no programa), ele deslocaria 10 mil toneladas e seria convertido de um navio mercante. Os demais 2 programas vão pedir respectivamente 4 e 2 encouraçados, sendo que o último foi elaborado pela Missão Naval Americana no Brasil. Esse são os dados que tenho sobre a intenção de complementar ou mesmo substituir os Minas Gerais, mas desconheço projetos de navios, só conheço alguns projetos de cruzadores dessa período sendo que 1 deles é pesado e os outros 2 são leves(design 835, se não me falha a memória e os leves são design 1010 e 1013).
  5. O Lion é uma ideia minha mesmo de qual poderia ser a resposta do Chile se o encouraçado Argentino de 37 mil toneladas tivesse sido construído, de forma real podemos dizer que não haveria projetos realmente viáveis para os níveis 9 e 10 nos encouraçados. Na Marinha do Brasil tudo girava em torno dos encouraçados, os destroyers e cruzadores deveriam proteger os encouraçados dos homólogos inimigos(nesse caso, os estudos a Argentina que era a inimiga), a confusão nos desenhos é um reflexo das correntes de pensamento dentro do Almirantado Brasileiro, que tem de um lado Marquês de Leão e Julio de Noronha que defendem navios menores com canhões menores em uma esquadra homogênea e do outro lado temos Alexandrino de Alencar e o Almirante Bacellar que defendem navios maiores sendo comparáveis e mesmo superiores aos equivalentes dos outros países tendo os maiores canhões possíveis, nessa linha tudo é maior até os cruzadores, destroyers e submarinos. A organização de uma frota de batalha no Brasil na época era 1 encouraçado ao centro, 1 cruzador scout a frente e 5 destroyers sendo 4 nos lados e 1 atrás, o scout faz o reconhecimento e lidera os destroyeres na função de proteger o encouraçado. Houve poucas modernizações nos navios brasileiros e as mais profundas foram nos encouraçados e cruzadores nos anos 20 e apenas no Minas gerais nos anos 30 de resto foram apenas adaptações para as necessidades da guerra, como colocação de calhas de profundidade, sonar, e metralhadoras anti aéreas de 20mm. Alguns links com informações sobre os navios: https://www.marinha.mil.br/dphdm/sites/www.marinha.mil.br.dphdm/files/Cruzador Bahia IV.pdf https://www.marinha.mil.br/dphdm/sites/www.marinha.mil.br.dphdm/files/Sao_Paulo_II-Encouracado.pdf Modernização do encouraçado Minas Gerais 1937: https://www.naval.com.br/ngb/M/M064/M064-Mod1930-37.htm (esse site Navios de Guerra Brasileiros é talvez a melhor fonte no Brasil sobre os navios que serviram na Marinha, tirando os sites da própria Marinha).
  6. Para encouraçado de tier 10 poderia ser usado a primeira variante de 1944 do Lion, aumentando a espessura do cinturam de blindagem(que é de 254mm para uns 356mm em média como mas versões anteriores), o deslocamento com carga máxima passa das 60 mil toneladas. Olha aqui todas as variantes do Lion: https://www.secretprojects.co.uk/threads/royal-navy-lion-class-battleship-series-1938-1945.32456/ (devemos nos lembrar que o Chile iria querer um navio superior ao argentino e que nessa época o Brasil já tinha se convencido de que os porta aviões tinham substituído os encouraçados).
  7. E sobre o diferencial da linha em relação as outras, principalmente os cruzadores e encouraçados, eu penso que talvez o melhor para os cruzadores seja seguir a lógica do Bahia, que era um Scout Cruiser, ou seja os cruzadores seriam unidades de apoio aos destroyers e não especificamente dos encouraçados, eles teriam uma detecção menor que os demais mas seriam mais vulneráveis e teriam uma maior cadência de tiro para afundar os destroyers inimigos, seriam quase que líderes de flotilhas basicamente(só que maiores). E no caso dos encouraçados, (estou me baseando nos projetos brasileiros) teriam uma defesa contra torpedos mais fraca(pior que a dos alemães) e uma cadência de tiro um pouco mais alta nos níveis mais altos (6 ou 7 em diante), sendo navios de média distância e fraca defesa anti aérea (tirando os níveis mais baixos em que todos tem uma defesa AA ruim), eu penso que poderiam ter uma munição AP baseada na munição APC que é uma munição real e que o único ganho seria uma redução na chance de ricochete e um ligeiro aumento na capacidade de penetração, foi a resposta as blindagens de aço com face endurecida que estava equipando os navios no período(principalmente o aço Krupp). Essa é uma sugestão minha, o que acham.
  8. Posso estar errado, mas acho que o Super-Rivadavia como deveria competir ou mesmo superar o 3 encouraçado brasileiro ele deva levar canhões de 356mm em pelo menos 6 torres duplas, o porque disso é que com os Rivadavia originais o Brasil cancelou o terceiro navio da classe Minas Gerais e pediu um mais poderoso para superar os Rivadavia e o projeto final escolhido em 1910 tinha 12 canhões de 356mm em 6 torres, 200 metros de comprimento, 23 nós de velocidade e uma blindagem de 305mm(é claro que agora sabemos que esse navio não foi encomendado(era o fim do mandato do ministro da marinha e o que assumiu quis um que tivesse canhões do mesmo calibre dos Minas Gerais)). Eu estou tentando achar algum projeto de encouraçado brasileiro pós 1914, mas até o momento só achei dados dos programas navais em que o pedido era de navios com 35 mil toneladas e canhões de 16 polegadas, nada mais, isso deixa muito difícil elaborar ao menos um projeto para atender pois fica muito genérico, tirando esse pedido nos programas de 1924 há 1926 só volta a ter pedidos de encouraçados em 1944 e seriam 2 da classe Nevada e apenas como apoio para os porta aviões da classe Independence(também 2 unidades).
  9. Eu encontrei esse link com algumas informações: http://fortalezas.org/midias/arquivos/3675.pdf Na parte sofre a recusa do Rio de Janeiro, tem alguns detalhes técnicos e comparativos com outros navios da época.(também trás a existência de um encouraçado argentino de 34 mil toneladas), tenho alguns sites da marinha com informação bem detalhada de alguns navios o que é muito bom, pena não ter do Minas Geraes seria muito útil para confirmar todas as mudanças feitas na modernização de 1937(não escrevi o nome errado, essa era a grafia da época). Se quiserem posso postar os porta aviões que a marinha do Brasil estudou antes da aquisição do NAel Minas Gerais em 1956(spoiler foram apenas 2, infelizmente).
  10. Outro detalhe é que foi esse encouraçado (design 439) o que foi encomendado como parte do plano naval de 1904, em um total de 3 unidades e que foram cancelados em 1906 após o lançamento do HMS Dreadnought, sendo substituídos pelos conhecidos Minas Gerais e São Paulo de 1910. Podemos dizer que a corrida das armas navais entre Brasil, Argentina e Chile começou com esse design.
  11. Eu tava olhando o tópico e vi que tem um que quer mais detalhes sobre um desenho de um encouraçado brasileiro anterior aos Minas Gerais, o design 439A, Do design 439A em si eu não tenho nada mas tenho do design 439 original, esse é o nome da Armstrong na Vickers era chamado de design 188(era o mesmo projeto literalmente). olhe a tabela IV(a tabela III tem os cruzadores brasileiros). Sobre os cruzadores os projetos para o Brasil seguiam sempre a padronização do armamento principal(o cruzador protegido Barroso é o único que foge disso), diferindo dos projetos Argentinos e Chilenos.
  12. Respondendo sobre os cruzadores brasileiros, em operação o Brasil nunca teve nenhum cruzador com canhões maiores que 152mm, só em desenhos é que teve. De todos esses seriam capazes de entrar no jogo(não estarei colocando os dados, pois não tenho um copilado deles, é tudo de cabeça): Cruzador Protegido República, Cruzador Protegido Barroso, Cruzadores Blindados(Armoured Cruisers)(nunca construídos): Design 172 e 172A Design 405 e 406 Esses desenhos fizeram parte do plano naval de 1904, porem os 3 Armoured Cruisers foram removidos depois, antes do Plano Naval de 1906 do Almirante Alexandrino de Alencar que tirando os cruzadores de escolta aumentou o deslocamento de todos os demais navios. No caso dos Armoured Cruisers tirando o design 172A todos os outros tem 12 canhões de 7.5 inch e o 172A 8 canhões de 10 inch
  13. A modernização dos anos 40, visava tornar o navio apto há executar missões anti submarinas, sendo mais destacado a instalação de sonar e calhas para o lançamento de bombas de profundidade, nessa modernização houve a instalação de 6 armas madsen de 20mm, substituídas depois por 7 armas oerlikon de 20mm. O trecho de vídeo que eu postei faz parte do documentário "Sentinela dos Mares".
  14. Não tenho um documento escrito, mas acho que esse vídeo que tenho(um trecho apenas) seja o suficiente:
  15. Acabei de perceber uma coisa, o número de canhões de 20mm do casco B do Bahia está errado, ele tinha 7 armas e não 8 como está colocado.
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