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kaiser_wilherm

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  1. kaiser_wilherm

    Não concordo com os navios ficarem invisíveis

    Mas se quer um jogo bem realista e que simula a realidade, olhe as opções apresentadas nesse site: https://www.naval.com.br/blog/2021/03/25/a-evolucao-dos-jogos-de-guerra-naval-de-tabuleiro-com-miniaturas/ É isso que os militares usam para elaborar cenários de confronto, estratégias, e analisar combates históricos e como eles poderiam ter sido diferentes.
  2. kaiser_wilherm

    Não concordo com os navios ficarem invisíveis

    Trapaça seria saber aonde todos os inimigos estão a todo momento, isso sim seria trapaça. O sistema de ocultação/detecção é importante, isso é algo real, no período dos navios no jogo todos os sistemas de mira eram visuais, o que limitava o alcance em que se podia ver um inimigo, pelo que me lembro o Yamato poderia detectar um inimigo a uns 27 Km de distância, sendo que seus canhões tinham um alcance de 42Km, isso ocorre por causa da curvatura da terra, mesmo hoje com os modernos radares, a curvatura limita o alcance de detecção de navios a uns 25Km.(essa diferença de deve a altura em que os radares são colocados, na altura do Yamato acredito que poderia detectar um navio a uns 40Km). Se tem uma ideia melhor para representar a curvatura da terra, sinta-se a vontade para apresentar, pois nas game engines você pode ver um inimigo a 100Km se não limitar o alcance de visão.
  3. kaiser_wilherm

    Não concordo com os navios ficarem invisíveis

    Então, o World of WarShips não é um simulador de combate naval, mas se quer tanto algo assim, então é só a WG criar um modo de jogo em que todos estão visíveis, mas sem indicação visual(os símbolos, nomes e pontos de vida não podem aparecer) e o uso de camuflagens que dificultam a identificação visual. E teria que ser você que indicasse o alvo para as secundárias, caso contrário elas não atirariam. Pelo tanto de batalhas que tem, já deveria saber a proposta do jogo e já deveria ter noção de como usar a ocultação a seu favor, mesmo se estiver jogando de encouraçado contra um contratorpedeiro.
  4. Eu também fiquei preso nesse nível, a única possibilidade que eu pude imaginar(literalmente), foi se caso o programa de 1926(o da missão naval americana) tivesse um projeto de encouraçado que usasse 9 canhões de 406mm de 50 cal(as torres Mk2), teria que ser uma versão modernizada de um navio fictício feito para atender os requisitos para os encouraçados do programa de 1926, mas mesmo assim não seria um tier 10 no máximo, pode-se virar um tier 9.(dos programas dos anos 20 o de 1926 foi o que teve mais chances de sair do papel). Mas de projetos reais, desconheço qualquer navio que poderia ficar acima do nível 8. Pelos dados que tenho qualquer projeto de encouraçado para o Brasil teria que ser anterior a 1943, nesse ano os almirantes brasileiros estavam plenamente convencidos de que os porta aviões eram superiores aos encouraçados, qualquer aquisição de encouraçados visaria apenas a proteção dos porta aviões.
  5. Estou ciente disso. No caso do Bertioga, ele é o único que se encaixa para o tier 1, tentei outros navios, como o Monitor Parnaíba, mas não dava certo. E no lugar dos Omaha eu cheguei a colocar o que eu coloquei no tier 4 e no tier 4 colocar outro projeto do mesmo ano só que com 5 canhões de 152mm, mas para o Tamandaré e o Cleveland não tem mais nada a fazer. O único ramo que não sofreria com esse problema seria o dos encouraçados. Todos os outros tem navios de segunda mão infelizmente, essa é a limitação de uma tech tree brasileira, mas o maior problema para mim é que faltaria apelo nos niveis altos, não seriam muito interessantes e isso era o que mais me preocupava.
  6. Eu diria que somente nos ramos de encouraçados e porta aviões(principalmente nesse) é que podemos ter esse problema.
  7. Eu não tenho duvidas que o projeto seja anterior ao lançamento do Nueve de Julio, alguns anos inclusive. O que eu quis dizer sobre a possibilidade é porque antes a WG não trabalhava com Tech Tree mistas, nesse período, no começo do jogo, me dediquei a tentar montar uma tech tree brasileira por ser o caminho natural no período, quando veio a Pan Asia abriu a possibilidade de uma tech tree Pan Americana, continuei trabalhando pois sabia que mesmo se a WG fizesse uma arvore mista americana, meu trabalho poderia ser util para saber quais navios e projetos brasileiros poderiam ser usados. Não vou conseguir lembrar de cabeça de tudo, mas de forma resumida o ramo de cruzadores seria mais ou menos assim: Tier 1: Bertioga(classe canon, DDE, 8 foram usados pelo Brasil), 3 canhões de 76,2mm Tier 2: Cruzador Barroso C-1(irmão do Albany) Tier 3: Cruzador Bahia Tier 4: não lembro a designação, mas seria um cruzador leve proposto para o Brasil pelo Reino Unido nos anos 20, teria 6 canhões de 152mm em 3x2 e 1x1. Tier 5: classe Omaha(nos anos 30 o Brasil tentou alugar e depois comprar navios dessa classe, todos os navios da classe) Tier 6: classe Leander modificado(O programa naval de 1934 previa 2 cruzadores de 8.500 toneladas a serem construidas no Reino Unido, com a guerra buscou-se formas de construir os navios no Brasil, a Classe Leander é apontada como a base desses navios) Tier 7: Cruzador Tamandaré C-12 Tier 8: classe Cleveland(fez parte da tentativa de aquisição de vários navios de guerra dos EUA em 1943, de acordo com o que pesquisei a transferência dos navios foi aprovada pelo departamento de estado americano, e era vista com bons olhos pelo presidente e pela USNavy, está última pediu que fosse postergada a transferência dos navios pela necessidade deles na luta contra os japoneses, nos EUA a proposta brasileira era vista como uma forma de contra restar a armada argentina, já que nesse período a Argentina mostrava inclinação a favor da Alemanha, não se concretizou posteriormente pela mudança de postura da Argentina em relação a Alemanha nos anos seguintes). O ramo termina aqui, não encontrei nenhum projeto de cruzador para os tiers 9 e 10.
  8. Não acredito que venham a adicionar a Turquia na Pan Asia, tem mais lógica a Turquia fazer parte da Pan Europeia, e o resto da Pan Asia será totalmente invenção da WG, pois historicamente não existe navios para uma linha completa. A Commonwealth fica em uma situação similar, a maior parte são unidades inglesas, mas pelo menos operaram porta aviões e encouraçados(cruzadores de batalha no caso). Havia possibilidade de uma arvore brasileira, antes da WG criar a Pan América, a vantagem para o Brasil é a menor dependência de navios de papel na criação da árvore, somente as grandes potências navais é que tem como alcançar esse número de navios.
  9. Isso é valido para os cruzadores e porta aviões, praticamente todos os encouraçados são projetos específicos para o Brasil e nos contratorpedeiros apenas os Fletchers que seriam cópias, mas nesse caso ne baseio nos estudos de construir localmente 3 Fletchers, eles seriam construídos no AMIC(atual AMRJ) assegurando volume de trabalho após a conclusão da classe A.
  10. O problema não é o Brasil não tem navios suficientes, na verdade o Brasil teve muitos navios, o real problema está em que muitos não são adequados para implementação no jogo e a falta de navios para os niveis superiores, notadamente os niveis 9 e 10 de cruzadores e encouraçados.
  11. A Pan Asia e a Commonwealth, não tem navios para todos os ramos, principalmente encouraçados e porta aviões. O mais difícil em criar uma arvore brasileira é completar as ramas nos niveis superiores, somente o ramo de DDs é que chega até o nível 10, os demais param no nível 8 e os cruzadores pesados chegam no nível 6.
  12. É uma proposta interessante e mesmo que venham a reclamar do A-12 São Paulo, por ter vindo para o Brasil em 2000, é possível substituí-lo por um projeto venezuelano de porta aviões dos anos 1950, esse navio deslocaria 25 mil toneladas e fez parte do programa naval que deu origem a classe Nueva Esparta. Um dado a mais sobre o porta aviões brasileiro dos anos 20, é que os estudos foram feitos em cima de dois navios mercantes alemães que foram capturados pelo Brasil em 1917, quando entrou na guerra, a ideia era ter 1 porta aviões de 10 mil toneladas, mas foi abandonada pois não viram utilidade nesse tipo de navio na época considerando mais vantajoso a construção de bases aéreas ao longo do litoral e a aquisição de aviões para essas bases(em torno de 100 aviões para todas).
  13. Não conhecia esse, e chama muita atenção a quantidade de canhões. Eu não conheço se os ingleses faziam torres triplas nesse período, por isso eu imagino esse projeto com torres duplas, tendo 5 na linha central e 4 laterais, dessa forma pelo comprimento do navio não seria possível disparar todos os canhões contra um mesmo alvo, a bordada seria de 14 canhões.
  14. Esqueceu do Maranhão? DD tier 2 perfeito. A criação de uma tech tree brasileira não era algo ruim a alguns anos atrás, o cenário mudou quando a WG lançou o Nueve de Julio, desse ponto em diante ficou mais vantajoso unificar os navios em uma tech tree pan americana e depender menos de navios de papel.
  15. Leia o meu comentário anterior. Sobre os navios usados dos EUA, a Argentina e o Chile também receberam navios assim, tanto é que o Belgrano é irmão do Barroso, e mesmo em 1982 a Argentina tinha um bom numero de unidades usadas dos EUA, as melhores escoltas eram as Type 42 o resto eram fletchers e gearings. A supremacia naval argentina acaba nos anos 50, continuaram tendo uma armada forte, mas que não era capaz de enfrentar as marinhas do Brasil e Chile juntas como era em 1930. E quem disse que o Brasil nunca operou 2 porta aviões juntos?
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